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O “não” italiano ainda não fez disparar os juros das dívidas

Entre os destaques das “Notícias ao Minuto” da manhã de 6 de dezembro sobressai: “Dívida portuguesa respira fundo depois das subidas de segunda-feira”. Explica o texto que, para já, não se confirmam os receios antecipados pela vitória do “não” no referendo italiano, cujo resultado levou à demissão do primeiro-ministro Renzi.

Como português, fico um pouco mais aliviado hojeLer mais

António Avelãs

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Persistência, pressão e luta resolvem situação dos professores dos Conservatórios

Perante a pressão exercida, persistentemente, pela FENPROF, designadamente através da colocação do problema em duas reuniões com a SEAE e o envio de dois ofícios, o Ministério da Educação corrigiu um erro da administração educativa que punha em causa o direito dos docentes contratados dos conservatórios de música e de dança de verem os efeitos da sua colocação produzidos a partir de 1 de setembro. Ler mais

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Ministério não garante descongelamento das carreiras em 2018. Nenhuma garantia quanto à aposentação. Continua a confusão entre o letivo e o não letivo

A greve do passado dia 21 esteve longe de ser um sucesso. A decisão – inédita - de sujeitar os professores a “serviços mínimos” nos exames nacionais e provas de aferição retirou impacto nas EB2,3 e secundárias. A greve sentiu-se sobretudo nas escolas do 1º ciclo e no pré-escolar, com atividades letivas, onde muitos estabelecimento fecharam. Ler mais

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A justiça que não queremos ter

Vários são os órgãos de comunicação social que referem o (inqualificável) acórdão de um juiz desembargador  (e de uma  juíza) “naturalizando” a agressão (e bem violenta que esta foi, mas a intensidade aqui não interessa) de um marido e de um ex-amante a uma mulher acusada de ter mantido relações extraconjugais (também chamado “adultério…). Ler mais

António Avelãs

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“PS tem de fazer introspecção sobre como se deixou instrumentalizar por José Sócrates”

Diz Ana Gomes em entrevista ao Observador, acrescentando mais à frente a consideração de que o mesmo ex-primeiro-ministro possuía um projeto pessoal de poder e enriquecimento.

Não sabemos o que vão ditar os tribunais, daqui a não sabemos quantos anos, depois de uma mole de recursos e incidentes processuais, talvez algumas prescrições. Suspeitamos todos, à partida, de que sairá o já habitual rato de uma montanha caríssima, que todos pagamos para termos uma certa ilusão de justiça. Ler mais

João Correia