TROIKA quer impor destruição da Escola Pública
Com o novo corte orçamental, Troika quer impor uma nova fase à Educação: a da destruição da Escola Pública, à qual será necessário resistir
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Com o novo corte orçamental, Troika quer impor uma nova fase à Educação: a da destruição da Escola Pública, à qual será necessário resistir
Em 25 de Março de 2017, no espaço ABC do SPGL, o Departamento de Professores e Educadores Aposentados e o Departamento da Cultura celebraram o Dia mundial da Poesia com uma sessão sobre Sebastião da Gama, o Poeta da Arrábida, apresentada por Inês Veiga, seguida da leitura de alguns poemas. (...)
Dossier: Escola - Que balanço em período de crise?
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Na sua edição de domingo, dia 9 de outubro de 2022 o Expresso num artigo de opinião de Luís Aguiar-Conraria, professor de economia da Universidade do Minho aborda a questão da mobilidade social e de seu motor por excelência, a escola pública.
Segundo este professor universitário: ”O ensino em Portugal mais parece um complô das classes dominantes para evitar a ascensão social dos mais pobres, transformando o elevador social que a escola devia ser num travão. Ler mais
Ana Cristina Gouveia
É fácil encontrar discursos laudatórios sobre os professores e educadores. Sempre que convém sublinha-se a sua importância social, a sua relevância na construção do futuro, o seu espírito de dedicação. A própria FENPROF acentuou este vetor com a bem lançada campanha “Damos rosto ao futuro”. ..
É natural que aos ideólogos do neoliberalismo lhes falte a voz nesta altura em que o SNS constitui a defesa dos portugueses face à pandemia. (...)
19 de Setembro de 2022:
Folheio o jornal “Público” de hoje, dia 20, procurando reflexos destes acontecimentos. Ler mais
Almerinda Bento
Mais de 1300 docentes aposentados desde janeiro, número que se prevê aumentar para 3500 até ao fim de 2023
O assunto de uma das notícias publicada pelo Expresso ontem é recorrente, mas não deixa de ser imprescindível dar-lhe voz: desde janeiro, já se aposentaram mais de 1300 docentes e prevê-se que este número suba para 3500 até ao fim de 2023, o mais elevado da última década, ultrapassado pelas 4.500 aposentações registadas em 2013. Ler mais
Paula Rodrigues
Foi e será com a luta que os professores, não só resistem, como avançam nos seus direitos e na valorização da Escola Pública! Os plenários regionais e as dezenas de reuniões sindicais realizadas pelo SPGL, neste período, permitem discutir a atual situação político-sindical e as questões específicas da Educação no quadro eleitoral em que se realizam. Ler mais
Foi e será com a luta que os professores, não só resistem, como avançam nos seus direitos e na valorização da Escola Pública! Ler mais
O Ministério da Educação acatou a decisão do tribunal de Beja e retirou da aplicação informática as referências à avaliação de desempenho. Mais vale tarde do que nunca.
Em reunião importante na Presidência da República, FENPROF colocou alguns dos principais problemas da educação
A FENPROF está preocupada com as consequências do Orçamento de Estado para 2011 e procura levar as suas preocupações até junto de quem decide, bem como dos seus parceiros educativos.
Desenvolver um intenso combate em torno de propostas que unem os professores, porque promovem a qualidade na educação, defendem a escola pública e dignificam a profissão docente. Esta a ideia base ...
A que interesses e a que dependências se submete a UGT ao assinar um acordo em tudo contrário aos interesses dos trabalhadores que é suposto representar?
A FENPROF solicitou reuniões ao Senhor Presidente do Supremo Tribunal Administrativo e à Senhora Ministra da Justiça para colocar o problema criado pelo MEC ao não pagar a compensação por caducidade, devida aos professores,...
Reuniu em Lisboa cerca de 150 participantes de 35 organizações de 22 países de todo o mundo.
FENPROF apresenta queixa, junto de instâncias europeias, na sequência da postura irresponsável e ilegal que o governo português adotou face ao amianto existente nas construções escolares
Instruções enviadas às escolas, no final do mês de agosto, mostram que o MEC continua a recorrer a qualquer argumento para fugir ao pagamento das compensações por caducidade que a Lei estabelece como condição intrínseca a contratos a termo certo e a termo incerto, desde que a caducidade não decorra da vontade do trabalhador.