O cardápio de Juncker, Carvalho da Silva in JN 04/03/2017
Os cinco cenários apresentados esta semana pelo presidente da Comissão, como possíveis opções de rumo da União Europeia (UE) não passam, até agora, de um mero exercício retórico. (...)
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Os cinco cenários apresentados esta semana pelo presidente da Comissão, como possíveis opções de rumo da União Europeia (UE) não passam, até agora, de um mero exercício retórico. (...)
A escola sofreu enormes mudanças ao longo do tempo até se tornar na importantíssima instituição que hoje é: uma instituição de reprodução social de transformação e não de subjugação, uma alavanca de mobilidade social, uma fonte de construção de sociedades dignas, justas e multiculturais. (...)
15 de fevereiro, 15H30, Sede do SPGL
Depois do "Que Importa a Fúria do Mar", obra finalista do Prémio Leya em 2012, Ana Margarida de Carvalho regressa em 2016 com este "Não se pode morar nos olhos de um gato" título inspirado no “Poema do Desamor” de Alexandre O'Neill.
Para além dos direitos e deveres a que se encontram sujeitos todos os trabalhadores com vínculo à Administração Pública, os docentes encontram-se abrangidos pelos que estão estatutariamente previstos para a respetiva classe profissional.
Foi anunciado que em finais de junho a União Europeia (UE) tomaria decisões históricas a respeito do seu futuro e em particular sobre o euro, capazes de resolver as deficiências da moeda única e esconjurar crises futuras. (...)
O presidente da CIP fez a promessa de nos surpreender com uma proposta de aumento do salário mínimo nacional (SMN) acima de 600 euros em 2019. Na medida em que não estamos habituados a propostas destas vindas dos patrões, o caso é para nos surpreendermos. (...)
Dossier: O ensíno artístico nas nossas escolas
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Quando hoje observamos o reaparecimento de fascismos impulsionados ou protagonizados por figuras como Bolsonaro, duas considerações fundamentais ocorrem: primeira, por que razão a Democracia é tão vulnerável aos seus inimigos, nutrindo-os no seu seio, até ao ponto de se lhes entregar? Segunda, o que leva os seres humanos a não terem em presença ensinamentos da história, designadamente da história recente, embarcando tão facilmente em caminhos de tragédia? (...)
O tempo de serviço prestado pelos professores tem sido usado ao longo dos anos como arma para prejudicar a integração e progressão na carreira aos docentes.
Ao mesmo tempo que se deixou de contar o tempo de serviço para carreira – entre agosto 2005 e dezembro 2007 e de 2011 a 2017 – também se protelou a regulamentação do ECD (nº 3 do artigo 36º) que respeita à integração na carreira dos professores que entretanto foram ingressando nos quadros. A conjugação destes dois fatores criou uma teia de situações profundamente injustas e que, se tivesse havido sensibilidade e bom senso e, se quisesse, este governo podia ter resolvido.
Em Teerão, a jovem Sahar Khodayari, que se imolou pelo fogo, teria visto a sua pena de prisão retirada se deixasse de ir aos estádios. Porém, ela entendeu manter a sua vontade de ir ver futebol. (...)
Riad, palco de futebol e de vergonha
Será que as diversas chancelarias se vão dar por satisfeitas e de novo os negócios de milhares de milhões lavem consciências e que com tal anúncio se sintam justificadas? Quem pode acreditar? O obscurantismo é a lei de Riad.
É com este título no «Público» de 25 de Maio que temos conhecimento que este número representa cerca de 15% dos estudantes do 1º ciclo. São os próprios encarregados de educação que decidem pela não inscrição dos seus educandos, sendo que, segundo a CONFAP, essa decisão tem a ver com a falta de qualidade de algumas das ofertas. Ler mais
Almerinda Bento
Em véspera de realização da conferência de ministros dos países da UE responsáveis pela investigação e inovação, no quadro da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, a FENPROF denunciou o que nesta conferência, decerto, será omitido.
A FENPROF, através do seu Departamento de Ensino Superior, promoveu um questionário... Ler mais
A ABIC e a FENPROF convocam todos os trabalhadores científicos a comparecer, no dia 16 de Abril, pelas 14 horas, em frente ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, numa acção de protesto pelos direitos dos trabalhadores científicos. Ler mais
Dossier:SPGL. 47 anos a construir Educação
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A matéria sob epígrafe encontra-se prevista no artigo 64º do Estatuto da Carreira Docente que determina, nos seus números 2 e 3, que são instrumentos de mobilidade do pessoal docente: o concurso, a requisição, o destacamento, a comissão de serviço e ainda a transição entre níveis ou ciclos de ensino e entre grupos de recrutamento, sendo que os correspondentes regimes se encontram definidos nos artigos 65º a 72º do mesmo ECD.
Na edição online de 12 de Outubro, o jornal Público, num texto de Clara Viana, noticia que a proposta de Orçamento de Estado para 2022, entregue nesta segunda-feira no Parlamento, está a ser duramente criticada pelas duas federações sindicais de professores, Federação Nacional de Professores (Fenprof) e Federação Nacional da Educação (FNE), por não contemplar qualquer investimento em recursos humanos, deixando tudo na mesma relativamente à carreira docente, à precariedade, às condições de trabalho, e ser mais uma oportunidade perdida para que a mudança possa ocorrer na educação em Portugal. Ler mais
Francisco Martins da Silva
O jornal “Público” de hoje traz-nos dois artigos relacionados com a Educação que reforçam áreas apontadas como prioridades pelos sindicatos dos professores. Dentro da campanha de ataque aos sindicatos e ao sindicalismo, quer a tutela, quer a comunicação social, ao desvalorizarem estes temas, enformam uma imagem de que os sindicatos são estruturas ultrapassadas e sempre do contra… Mas factos são factos e os estudos estão aí para confirmar quem tem razão. Ler mais
Almerinda Bento
Não é difícil encontrar tema para o meu artigo de hoje, mal olho para a primeira página do “Público” que a senhora do quiosque dos jornais me entrega. “Médicos de família penalizados se as suas utentes fizerem aborto voluntário” é o título que nos convoca para antes de 11 de Fevereiro de 2007, quando em Portugal mulheres eram levadas a tribunal por fazerem aborto. Ler mais
Almerinda Bento
O Sara Ocidental é um território não-autónomo, reconhecido pela ONU desde a década de sessenta do século XX. Foi ocupado por Marrocos em 1975, logo que terminou a colonização espanhola. Do ponto de vista do direito internacional, a questão sarauí é semelhante à de Timor-Leste, aquando da ocupação indonésia. Ler mais
Francisco Martins da Silva