MEC resolve um problema, mas arranja logo outro
MEC decidiu, agora, adiar, ilegalmente, o período de recurso, dificultando o exercício de um direito e perturbando o funcionamento das escolas
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MEC decidiu, agora, adiar, ilegalmente, o período de recurso, dificultando o exercício de um direito e perturbando o funcionamento das escolas
Apelamos a todos aqueles que estão a receber uma pensão inferior à que têm direito, reclamem junto da Caixa Geral de Aposentações, com conhecimento ao Provedor de Justiça e ao Secretário de Estado da Administração Pública.
Veja dados do SPGL (18 a 22 de junho) (25 a 29 de junho) (2 a 6 de julho) (9 a 11 de julho)
Uma delegação da FENPROF reuniu no dia 25 de outubro com o Coordenador da Comissão Executiva do Conselho dos Laboratórios Associados (CLA). Esta reunião integra-se num conjunto de contactos que a FENPROF tem vindo a promover junto das principais entidades representativas das instituições de ensino superior e científicas. Ler mais
A arte de hoje permite múltiplas interpretações e pretende lançar perguntas e reflexões, o que significa que o seu propósito é a criação de pensamento
Há escolas onde faltam professores e há professores sem escola. A FENPROF solicitou já uma reunião à Direcção Geral de Recursos Humanos da Educação que foi agendada para sexta-feira pelas 15 horas.
A FENPROF recusa a lógica economicista também na definição e organização dos currículos, pelo que lança um abaixo-assinado (em anexo) que irá circular nas escolas até 15 de janeiro
(Público, 28 de junho, pgs 14 e 15)
A presidente da Associação Portuguesa de Demografia, Ana Fernandes, entrevistada por Natália Faria, deixa-nos algumas questões sobre o nosso futuro. Parte de um dado, que certamente terá comprovado: a natalidade continua a baixar. E para isso concorre a covid 19 e os seus “efeitos colaterais” (o medo, a ansiedade, o menor recurso aos cuidados de saúde), bem como o facto de a imigração já não compensar o envelhecimento da população. Ler mais
António Avelãs
Publicações Dom Quixote, 2025
O livro de Marcelo Paiva, filho do deputado Rubens
Paiva, assassinado pelos agentes da ditadura brasileira, é um testemunho vivido em que se cruzam a história de resistência e dignidade de uma família atingida, da forma mais brutal, pela repressão do regime fascista, e a realidade do Brasil de então. “Meu pai foi preso e morto”. Ler mais
Novo contexto político do país justifica adiamento da Marcha Nacional pela Educação transferindo-a para o próximo ano lectivo. Leia a Declaração e veja o vídeo da Conferência de Imprensa
Na sequência desta reunião, e de acordo com informações recolhidas, a FENPROF está em condições de alertar para o seguinte:...
Em primeiro lugar uma saudação a esta conferência e às mulheres e homens que integram a CIMH, porque lutam quotidianamente pelo fim das discriminações e por uma efetiva igualdade entre homens e mulheres. Ler mais
O MEC pretende que a FENPROF lhe apresente propostas para retirar professores das escolas; a FENPROF considera que os professores são necessários às escolas e propõe a elaboração de uma lista de atividades docentes que deverão ser consideradas letivas.
Além do apelo à participação dos professores nas comemorações populares do 25 de Abril e no 1º de Maio, o SPGL tem programado um conjunto de iniciativas comemorando os seus 40 anos:...
Uma espécie de boomerang
Não é que não o suspeitássemos já. Mas o texto de Luísa Pinto nas páginas 2 e 3 do Público de hoje, 29 de junho, reforça a informação, que se transforma numa amarga acusação a todos nós. Ler mais
A. Avelãs
Mais de uma centena de de docentes, entre outros trabalhadores da Administração Pública, protestaram no dia 23 de janeiro de 2024, junto à Residência Oficial do Primeiro-Ministro, exigindo a reinscrição na Caixa Geral de Aposentações, processo que foi suspenso em outubro sem qualquer justificação e que está a deixar trabalhadores sem assistência médica, a impor a devolução de milhares de euros a alguns e, a outros, a exigir que sejam apresentados documentos de baixas médicas de doenças ocorridas há vários meses. Ler mais
Perto de mais um final de ano lectivo em que apesar das continuadas greves, entre outras acções reivindicativas, que ocorreram maioritariamente a partir de Dezembro de 2022 mas também, não devemos esquecer, logo em Outubro e Novembro, na altura só dinamizadas por alguns, poucos, sindicatos, e em que a maioria das aulas não leccionadas se deveu sobretudo à inexistência de professores suficientes para suprir todos os horários de todas as escolas do país, eis-nos chegados à lamentável situação, indesejada por todos os professores e sindicatos, de sermos obrigados a pensar num próximo ano escolar de enorme instabilidade para a Escola Pública Portuguesa. Ler mais
Ricardo Furtado