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O mundo dentro da escola pública… Duas faces da mesma moeda em tempos diferentes…

Eduarda Ferreira

Esta Santa Casa faz parte da União das Misericórdias. Ser educador de infância no sector social é um desafio que muitas vezes nos remete para sentimentos de frustração. Tem vindo a ser uma profissão de teste a paciência, não só no direto com as crianças como também na longa luta por um acordo do contrato coletivo de trabalho. Ler mais

Aumenta o peso do Inglês na avaliação dos alunos do 1º e do 3º ciclos

No passado dia 22 de setembro, foi publicado o Despacho normativo n.º 17-A/2015, relativo à avaliação dos alunos do ensino básico, que reforça o peso da disciplina de Inglês na avaliação dos alunos.No primeiro ciclo, depois de ter sido introduzido no terceiro ano de escolaridade, o Inglês passa a ter o mesmo peso que o Português e a Matemática na avaliação final do 4º ano de escolaridade.

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A Economia não é um fim em si mesma! Deve contribuir para o bem-estar das pessoas e para a justiça social

O título (longo) que dou a esta pequena crónica remete para as notícias do jornal “Público” de hoje (26 de março, págs 2,3 e editorial) e para a entrevista de Teodora Cardoso dada ontem a uma das televisões. Diz-nos o diário que o peso dos salários da função pública  no orçamento tem vindo a descer sucessivamente, atingindo níveis mínimos de há quase 30 anos.

António Avelãs

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Boletim Informativo n.º 23 | janeiro 2020

Próxima ação de luta - Pela atualização decente de todas as pensões - Em todo o país dia 15 de janeiro de 2020

No âmbito do SPGL:

  • Lisboa: Sede da Segurança Social - Av. 5 de Outubro – 10,30 horas
  • Santarém: Loja do Cidadão/Segurança Social – 15,00 horas
  • Setúbal: Largo da Misericórdia – 10,15 horas

Participa na defesa dos teus direitos.

Consulte - Tribuna Pública - 15 de janeiro

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Boletim Informativo n.º 23 | janeiro 2020 Descarregue pdf

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Ideologia e Preconceito

Poucos assuntos de importância nacional são tão reveladores da marcada influência de uma certa Ideologia, e de muito Preconceito, como o Orçamento de Estado.

É, aliás, deveras curioso observar a forma como os mais diferentes formadores de opinião, influenciadores pois claro, atuam no sentido de fazer valer as suas opiniões, ou, se calhar mais acertado, de fazer valer os pontos de vista que, não sendo seus, querem difundir e fazer passar como válidos. Ler mais

Ricardo Furtado

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Seis anos é muito tempo!

Mais de 1400 crianças em perigo estão há mais de seis anos em lares de acolhimento

Relatório Casa – Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens de 2021, com destaque na capa e nas páginas 2 e 3 do Público, com o título “Mais de 1400 crianças em perigo estão há mais de seis anos em lares de acolhimento”, revela situações que nos devem desinquietar. Ler mais

M. Micaelo

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Professores na Campanha: “A luta é que fará a diferença!...”

Entrevista ao Secretário-Geral da FENPROF

Ao longo da campanha eleitoral para as eleições de 10 de março, que serão muito importantes para o futuro do país, a FENPROF decidiu levar por diante uma iniciativa a que chama “Professores na Campanha”. Iniciativa que se enquadra na mesma linha do apelo que tem sido feito para que a luta vá até ao voto, para que este seja usado, também, como forma de luta.  Ler mais

Leia aqui a entrevista completa ao Secretário-geral da FENPROF.

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Armadilhas à solta, Carvalho da Silva in JN 1/06/2016

O comentário político, com pendor de Direita, tem estado ativo na promoção de duas ideias políticas perigosas: a de que só é defensor da Europa quem assume obediência acrítica aos tratados, às regras e às práticas dos poderes dominantes na União Europeia (UE); a que coloca a reposição pontual de rendimentos e direitos, e a não sujeição àquela conceção de europeísmo, como causas de enfraquecimento da "fada" confiança e impedimento do investimento e do crescimento económico. Com que provas empíricas são construídas estas teorias?

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A TSU e a (des)concertação, Carvalho da Silva, in JN 22/01/2017

Ainda não consegui descortinar razões profundas que tenham justificado o imbróglio criado por Governo, confederações patronais e UGT, ao assumirem a descida da TSU como "moeda de troca" para a atualização do salário mínimo nacional (SMN) no valor que o Governo já havia determinado, no pleno exercício das suas responsabilidades e no cumprimento de compromissos estabelecidos com a base parlamentar que o apoia.