Medo
Não sabemos o que vai acontecer no que toca ao terrorismo, nomeadamente da capacidade das autoridades e dos exércitos de o combaterem e prevenirem eficazmente.
João Correia
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Não sabemos o que vai acontecer no que toca ao terrorismo, nomeadamente da capacidade das autoridades e dos exércitos de o combaterem e prevenirem eficazmente.
João Correia
Pode-se recordar esse célebre episódio, aqui. Apenas para matar saudades dum Portugal animado que, felizmente, vai soçobrando por via duma justiça chata como a potassa, e das novas gerações que se sucedem e que já não dão pão para estes malucos, mas sim para outros. Ler mais
João Correia
Há uns anos atrás, numa reportagem televisiva em Angola, um jovem de 13 ou 14 anos, indigente e órfão de guerra, menino da rua, perguntado sobre o futuro do pais, respondeu "não acredito, há muitas ambições". Ler mais
Ricardo Furtado
Hoje em dia não é fácil escrever, sem se ser contaminado pelas notícias e pelo ambiente geral totalmente dominado pela pandemia do coronavírus. As redes sociais, até as piadas estão totalmente centradas nisso. Ler mais
Almerinda Bento
O Expresso anuncia hoje que o “Plenário da AR valida fim da devolução dos manuais escolares proposto pelo CDS” e que a proposta do CDS, que tinha sido avocada para o plenário de hoje a pedido do PS, foi aprovada por todos os partidos à exceção do PS. Ler mais
Paula Rodrigues
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, declarou ontem, em entrevista à Antena 1, que “cabe aos médicos decidirem se os docentes incluídos em grupos de risco para a covid-19 poderão ter um atestado médico ou uma declaração médica, dois instrumentos diferentes para se poderem ausentar do ensino presencial, com direito a remunerações diferentes. O governante avisou, no entanto, que se os professores tivessem sido “declarados trabalhadores essenciais”, nem do “regime excepcional de protecção” poderiam “usufruir”. Ler mais aqui
Ontem, com o devido destaque na comunicação social, Christine Lagarde esteve em Portugal para participar, entre outras, na reunião do Conselho de Estado. Fica sempre bem e acrescenta importância e significado, a presença de um figurão da finança internacional nas reuniões, ao mais alto nível, de pequenos países periféricos e economicamente endividados. Já tínhamos, recordemos, sido agraciados com a presença inspiradora de Mário Draghi.
Mas ontem, sobretudo, Lagarde veio clarificar, com o seu alto conceito económico-financeiro, a razão do chumbo do OE2022. Ler mais
Ricardo Furtado
Os episódios recentemente protagonizados por deputados e convidados do Chega e da IL na Assembleia da Republica são bastante elucidativos do caminho das Pedras que as Democracias têm pela frente. Ler mais
Ricardo Furtado
No exercício das minhas funções, colaboro no esclarecimento de muitos pedidos de informação, de muitas dúvidas e, naturalmente, na resolução de assuntos trazidos pelos docentes dos ensinos público, privado e do setor social que recorrem ao Serviço de Contencioso ou Apoio a Sócios.
Um dos temas que assume maior relevância e que agora destaco é a preocupação dos docentes em conhecer os seus direitos fundamentais, designadamente no que à informação sobre a sua situação individual diz respeito.
No passado dia 17 os representantes da FENPROF foram ouvidos pelos diversos partidos políticos na reunião da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão acerca da petição que havíamos apresentado sobre a necessidade de revisão da lei 53-B, de 2006 que só permite os aumentos das pensões no segundo ano após a aposentação (Exemplo: quem se aposentou em 2023 não teve aumentos em 2024). Ler mais
No passado dia 17/10 os representantes da FENPROF foram ouvidos pelos diversos partidos políticos na reunião da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão acerca da petição que havíamos apresentado sobre a necessidade de revisão da lei 53-B, de 2006, que só permite os aumentos das pensões no 2.º ano após a aposentação (exemplo: quem se aposentou em 2023 não teve aumentos em 2024). Ler mais
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) marcou uma reunião com a FENPROF, sobre Ensino Superior e Ciência, para 8 de janeiro, pelas 16 horas. A ordem de trabalhos tem como ponto único a apresentação da proposta do governo de revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), um processo que há vários anos a FENPROF vem reclamando a sucessivos governos.
Não obstante, a FENPROF aproveitará a reunião para discutir com o ministro outras importantes e urgentes matérias, como, por exemplo, o desbloqueamento das progressões remuneratórias não obrigatórias dos docentes do ensino público universitário e politécnico, a revisão dos valores dos índices salariais ou o combate à precariedade laboral, que atualmente afeta milhares de docentes e investigadores.
O povo saiu à rua para apoiar os militares em defesa de valores que lhe eram negados: Paz, pão, saúde, educação, democracia, liberdade/responsabilidade, justiça, igualdade de oportunidades. Ler mais
Para conhecimento dos docentes e dos investigadores, a FENPROF divulga os programas eleitorais dos partidos políticos, com representação parlamentar, que se reveem e defendem, no essencial, as regras da sociedade democrática. Ler mais
PERGUNTA 1 | Agressões e ameaças contra professores passaram a ser crime público. O que muda relativamente à queixa? Ler mais
Reforçam-se as razões que levam professores à luta. Em defesa da Escola Pública, da qualidade educativa e dos seus direitos sócio-profissionais!
Uma mãe dirige-se ao Ministério da Educação a propósito do seu filho obrigado a condições injustas para realizar os exames de 6º ano. Só exige igualdade com as outras crianças. Final feliz neste caso: foi feita justiça! O JNE autorizou condições específicas de exame.
No meio da confusão, até um deputado conservador britânico que apoiou o “Brexit” por ser necessário “controlar a imigração” foi banido dos EUA por ter também nacionalidade iraquiana.
Poucos meses após o referendo do “Brexit”, recém-eleita primeira-ministra do Reino Unido, e acreditando estar na crista da onda política, Theresa May deu um discurso na convenção do seu Partido Conservador que ficou conhecido por este excerto:
“Se você acredita que é um cidadão do mundo, você é um cidadão de lugar nenhum. Você nem sequer entende o que a palavra 'cidadania' significa”. Ler mais
Rui Tavares, Público. 30 /01/17
Paula Rodrigues