Escola Informação Digital Nº 25, março 2020
Dossier: Literacia para os Media
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Dossier: Literacia para os Media
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A FENPROF continua a não dar o seu acordo ao futuro diploma de concursos porque, em aspetos essenciais, o MEC não alterou as suas posições: vinculação, requisitos para integração de docentes na 1ª prioridade, periodicidade do concurso...
O horário dos professores obedece a legislação específica que tem de ser respeitada. Face aos abusos e ilegalidades que continuam a existir, é fundamental que os professores façam respeitar os seus direitos e não permitam estes abusos, que têm um impacto fortíssimo na sua saúde, na sua vida particular e mesmo no seu desempenho profissional a médio e a longo prazo.
O horário dos docentes do 2º/3º CEB e Ensino Secundário, do grupo de recrutamento 120 e da Educação Especial é de 35 horas, repartidas pela componente letiva, componente não letiva de estabelecimento e componente de trabalho individual (art.º 76.º do ECD), desenvolvendo-se em cinco dias de trabalho (n.º 2 do art.º 76.º do ECD).
Veja aqui o folheto completo
Segundo volume do “Livro dos horrores sobre os funcionários públicos” é mais uma violenta agressão
Vindo ao encontro do que a FENPROF defendera a próxima revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD) apenas alterará os aspetos referentes à avaliação de desempenho dos docentes.
Entre 30 de Janeiro e 3 de Fevereiro os sindicatos da FENPROF lançaram um inquérito aos docentes sobre o modo como devem ser geridas as escolas do ensino não superior.
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A FENPROF chegou a acordo com a CNIS, neste sentido, as tabelas salariais dos docentes – Tabela B do CCT, irão ter um aumento de 0,3% com efeitos retroativos a julho que, após a publicação da revisão do CCT em BTE terão de ser pagos em duas prestações mensais iguais.
Veja aqui as novas tabelas
“Eu dedico este prémio a uma entidade que é para mim pessoalíssima, à Grécia, cuja voz ainda paira sobre as nossas mais preciosas palavras, entre as quais, quase intacta, a poesia. Dedico à Grécia, sem a qual não teríamos aprendido a beleza, sem a qual não teríamos nada ou, no dizer da doutora Maria Helena Rocha Pereira, “não seríamos nada”.
(Excerto da declaração de Hélia Correia na receção do Prémio Camões. “Público”, 8 de julho de 2015, pg 32 )
Na Região Autónoma da Madeira já foi aprovada a recuperação integral do tempo de serviço dos docentes.
Sabe-se agora que na Região Autónoma dos Açores também vai ser recuperado, na íntegra, o tempo de serviço dos professores.
É intolerável que os docentes que exercem a sua função no Continente Português sejam discriminados.
Reafirmamos: seja na Região Autónoma da Madeira, na Região Autónoma dos Açores ou em Portugal continental, o tempo de serviço é para ser contado TODO!
Manuel Micaelo
“Os alunos do 11.º e 12.º que não estão a ir às aulas podem dar como concluídas as disciplinas que desde esta segunda-feira passaram a ser ministradas em regime presencial, que são as que têm oferta de exames nacionais. Foi a informação que o Ministério da Educação fez seguir para as escolas nesta quarta-feira, por via de um documento com Perguntas Frequentes sobre as medidas de excepção adoptadas no sector no âmbito da pandemia covid-19.”
M. Micaelo
O SPGL vai realizar um conjunto de ações destinadas aos docentes aposentados e no ativo conforme podes ver no cartaz abaixo.
A primeira realiza-se no próximo dia 14 de janeiro, quarta-feira, com início às 17.30h, no auditório.
As escritoras Shahd Wadi e Alexandra Lucas Coelho falarão da importância da Cultura e Informação como meios de luta do Povo Palestiniano e apresentarão algumas das suas obras.
Não faltes.
Permitam-me que sugira hoje, 8 de outubro, a leitura do texto “Vade mecum da Comissão Europeia e o futuro da geringonça” – in Público, pg47. Numa linguagem acessível a não economistas, mas que não deixa de ser rigorosa, Ricardo Cabral esclarece quais as razões que limitam e condicionam a economia de Portugal e os perigos que tal estratégia implica para a estabilidade social e política. A não perder.
António Avelãs
De acordo com um estudo recente da ActionAid, Public Services International, e Education International as exigências do FMI resultaram num corte de dez mil milhões de euros nos setores públicos de 15 países (Bangladesh, Brazil, Ghana, Kenya, Liberia, Malawi, Nepal, Nigeria, Senegal, Sierra Leone, Tanzania, Uganda, Vietnam, Zambia, and Zimbabwe), resultando num corte de 3 milhões de empregos, incluindo médicos, enfermeiros e professores. Ler mais
João Correia
Esta semana várias notícias deram conta da satisfação dos patrões e das agências de rating com a maioria absoluta do PS, na perspectiva de que esta maioria liberta o governo da pressão dos partidos à sua esquerda. Ou seja, da pressão em prol de políticas mais favoráveis aos trabalhadores e às populações.
No sector do ensino superior e da ciência, depois de alguns, poucos, passos positivos desde 2016,... Ler mais
Margarida Ferreira
Veja aqui reportagem fotográfica da Manifestação de Lisboa
A FENPROF acompanha as reivindicações dos jornalistas, ativa e solidariamente, porque entende que a sua luta é, também, a nossa luta. A luta pela liberdade de imprensa, pela democracia e pela dignidade profissional dos trabalhadores. Ler mais
EUA incluem Saara Ocidental no mapa de Marrocos
Com o título acima transcrito, o Público de hoje, 14 de dezembro de 2020, notícia o reconhecimento da soberania de Marrocos sobre o território do Saara Ocidental, atitude até agora não seguida por nenhum outro país. Pode parecer uma coisa de menor importância, mas não é. Ler mais
António Avelãs
Na terça-feira, o Governo Tory britânico apresentou no Parlamento da velha Albion a Nova Lei das Fronteiras (‘National and Borders Bill’) que, infelizmente, não surge isolada no contexto europeu nos tempos xenófobos que correm. Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
Este não é um título tirado de um jornal de princípio de Outubro do ano passado. É de 18 de Janeiro deste ano e pode encontrar-se a encimar um artigo da secção de Educação do Expresso deste fim de semana. Ler mais
Almerinda Bento