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A luta pela valorização da profissão irá continuar, dessa premissa não abdicamos

Uma saudação neste início de ano letivo que já começou, marcado pela falta de professores, ao qual se juntam todos os outros problemas que a Escola vive, fruto de um crónico subfinanciamento a que sucessivos governos teimam em não dar resposta. A falta de salas de aula, o excessivo número de alunos por turma em muitas escolas, as condições dos edifícios, a inexistência de trabalhadores não docentes em número suficiente, enfim o rol é, infelizmente, grande. Ler mais

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SPGL no Encontro Ciência 2019

Concentração - hoje/9 de julho, às 15h30, no Centro de Congressos de Lisboa

No primeiro dia do Encontro Ciência 2019, o Primeiro Ministro reconheceu que o Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos à Administração Pública (PREVPAP) foi insuficiente na regularização de docentes e investigadores e admitiu a necessidade de “criar novos mecanismos e fazer mais, e melhor”. Ler mais

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Tapar a “pila” do Cutileiro para rezar melhor

É o título de um artigo de Opinião, de Carmo Afonso, do qual transcrevo alguns parágrafos e cuja leitura integral recomendo, aqui.

“Começou por ser noticiado que a instalação do segundo altar-palco da Jornada Mundial da Juventude iria obrigar à retirada provisória do monumento ao 25 de Abril da autoria de João Cutileiro, que conhecemos como a “pila”.” Ler mais

M. Micaelo

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“O meu livro quer outro livro” - Raízes do Sindicalismo Docente

No âmbito de “O meu livro quer outro Livro” do Departamento de Professores e Educadores Aposentados e Departamento da Cultura do SPGL, realizou-se a primeira sessão deste ano letivo, no dia 26 de outubro, sobre a obra “Os Grupos de Estudo do Pessoal Docente do Ensino Secundário, 1969-1974-Raízes do Sindicalismo Docente”, dinamizada pela autora Maria Manuel Calvet Ricardo, no Auditório do SPGL. (...)

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Contra a Intimidação, Marchar!

João Costa fez mais uma ameaça velada, indireta, sabidona, lamentável, carregada de veneno propagandístico, ao afirmar que os alunos do ensino público estão a ser os grandes prejudicados das greves de professores, por comparação com os alunos do (disciplinadíssimo) ensino privado.
Repare-se no calibre da atoarda retórica e dos potentes efeitos colaterais duma afirmação que se pretende carregada de verdade “factual”, nomeadamente o de lançar a sugestão de que, se os professores não se portarem bem, ou seja, não pararem com as greves, o PS não hesitará em expor o flanco do sistema público de ensino aos seus inimigos, em nome, claro, dos superiores interesses dos alunos. Ler mais

João Correia

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O Paradoxo da Juventude sem Futuro

Os jovens vêem-se num futuro negro, em clara conexão com a realidade das alterações climáticas e uma consciência ecológica aguda, como demonstra um estudo da Universidade de Bath, ontem divulgado num artigo do Jornal Público, em que se refere que “Quase dois terços dos jovens portugueses acreditam que a humanidade está condenada, apenas abaixo dos jovens da Índia (74%) das Filipinas (73%) e do Brasil (67%).”

O estudo incluiu uma amostra de jovens dos 16 aos 25 anos de dez países diferentes, (Portugal, Austrália, Brasil, Finlândia, França, Filipinas, Estados Unidos, Índia, Nigéria e Reino Unido) do qual também se conclui que: Ler mais

João Correia

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Crise?

Se há um ano, neste mesmo dia 1 de abril, a comunicação social tivesse anunciado que um ano depois ainda estaríamos a viver em estado de emergência, com as escolas praticamente todas fechadas, todos pensaríamos tratar-se de uma mentira própria desse dia. Ler mais

Ricardo Furtado

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Não vale tudo: Falsas soluções não valorizam a profissão e não garantem a qualidade do ensino!

É inaceitável que, em vez de se apostar na valorização da profissão e na criação de condições dignas para atrair e fixar docentes, se recorra a soluções que desvirtuam a qualidade da Escola Pública. Foi o caso das declarações da diretora do Agrupamento de Escolas Virgílio Ferreira, em Lisboa, Carla Batista, que em entrevista à RTP admitiu ter colmatado a falta de 17 professores — concentrada no 1.º ciclo — através da contratação de “técnicos especializados, licenciados”. Esta opção não assegura a necessária preparação pedagógica nem responde às exigências próprias da docência. Ler mais