Das turmas homogéneas até à aranha que ficou surda
Não sei bem porquê, mas ao ler esta notícia, lembrei-me da história do investigador que fez uma experiência com uma aranha.
M. Micaelo
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Não sei bem porquê, mas ao ler esta notícia, lembrei-me da história do investigador que fez uma experiência com uma aranha.
M. Micaelo
No passado dia 27 de setembro, em Lisboa, a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública apresentou a sua Proposta Reivindicativa Comum para 2025 (PRC 2025), num contexto em que se agravam de forma muito significativa as condições de vida e de trabalho no país, ao mesmo tempo que se assiste a uma degradação dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado, como é o caso da Escola Pública. A situação exige uma resposta imediata. Ler mais
A Conferência Geral ocorrida em Paris, entre 3 e 18 de novembro, adotou uma recomendação revista relativa a Treino e Ensino Técnico e Vocacional (TETV). O novo texto orienta-se para a aprendizagem a longo da vida e para que todos o jovens e adultos adquiram conhecimento, técnicas e competências para o trabalho e para a vida. Contudo, a recomendação não inclui compromissos financeiros para este fim. Ler mais
João Correia
A precariedade laboral no Ensino Superior e na Ciência tem-se agudizado ao longo dos últimos anos. Lado a lado com o cada vez maior reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido pela comunidade científica portuguesa, assiste-se a uma acentuada degradação das suas condições laborais, à intensificação da precariedade e dos seus impactos sobre as vidas dos/as trabalhadores/as que dão corpo ao Sistema Científico e Tecnológico português. Ler mais
curso de grande interesse sobre a temática dos serviços públicos intitulado “Assuntos privados e serviço público: o que nos faz correr”, organizado em 9 sessões distribuídas por 3 sábados (30 Maio, 6 de Junho e 20 de Junho), ...
Foi a notícia que hoje mais me chocou: a arrogância fascizante dos poderosos contra os mais fracos. Da toda poderosa América (EUA) contra os miseráveis que ela própria foi fabricando ao longo de décadas na América latina e América do Sul. Uma pedra hondurenha, que provavelmente o soldado americano nem sentirá, equivale a um tiro, provavelmente mortal. É o direito (que Trump considerará natural e Bolsonaro certamente de origem divina) de o mais forte esmagar sem piedade o mais fraco. Como Israel respondendo com armas de fogo às pedradas da Intifada. Em suma: o fascismo implanta-se, sustentado no seu poder económico, militar e jurídico. Vencerá ele ou a democracia?
O problema da violência e da indisciplina em contexto escolar, assim como os fenómenos de bullyng, têm tido, da parte da FENPROF, uma atenção muito especial.
O Conselho Nacional da FENPROF (órgão máximo desta Federação entre Congressos) aprovou esta sexta-feira o Caderno Reivindicativo para 2019/2020. Um documento para apresentar ao governo e ao parlamento que resultarem das eleições legislativas de outubro, mas que a FENPROF pretende fazer chegar previamente aos partidos, para que estes possam integrar nos seus programas eleitorais respostas às principais reivindicações dos professores, educadores e investigadores. Ler mais
(José Eduardo Lemos, Público, 10 fevereiro 2020, pg.19)
É difícil não estar de acordo com este texto de opinião de J. Eduardo Lemos. Sublinha o autor que ao longo dos últimos 15 anos (porquê 15?) se introduziram mudanças “nos programas, metas, aprendizagens, currículos…Ler mais
António Avelãs
Entre 30 de Janeiro e 3 de Fevereiro os sindicatos da FENPROF lançaram um inquérito aos docentes sobre o modo como devem ser geridas as escolas do ensino não superior.
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Para ler, ver e ouvir
A propósito de um excelente texto de David Rodrigues, no Público de hoje:
A Liberdade não mora na escola “a” ou “b” nem obrigatoriamente nas duas, a liberdade floresce onde as crianças têm oportunidade de se conhecerem, de conhecer o mundo e aprender como nele intervir. Com Liberdade, com Igualdade, com Fraternidade.
M. Micaelo
Está em curso, desde o dia 6 de novembro e até 15 de dezembro uma Greve com contornos singulares: abrange as atividades em horas não letivas de estabelecimento sempre que estas impliquem trabalho com alunos - tornando-as, portanto, em horas letivas!
O respeito pelo horário de trabalho é uma reivindicação “antiga” dos professores, foi objeto de várias formas de luta e de promessas não cumpridas por parte do Ministério da Educação. É hora de dizer “BASTA”!
Leia aqui as FAQ para melhor se orientar nesta greve invulgar, mas importantíssima!
O regime jurídico de habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, aprovado em 2014, veio estabelecer as condições específicas de ingresso nos mestrados existentes na altura, mas desde então já sofreu alterações em vários momentos, mas sem isso significar valorização e qualidade na formação inicial de educadores e professores. Ler mais
No dia 9 de Novembro, Clara Viana, do jornal Público, referia que, com o país metido em casa, as escolas fechadas e o direito à greve suspenso por força do estado de emergência, os meses de Abril e Maio de 2020 aparecem, fora do tempo de férias de Verão, como uma raridade nos mapas mensais que a Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) publica com os números das greves que lhe foram comunicadas. Ambos estão a zero. Em 2019 tinham sido comunicadas 73 greves para estes dois meses. Ler mais
Francisco Martins da Silva
Num contexto em que muitos professores estão a chegar à profissão, é da máxima importância mobilizar colegas para a luta por melhores condições de trabalho e por uma carreira valorizada, integrando-os no sindicato. Ler mais
Por decisão da sua Comissão Executiva, o SPGL é um dos subscritores do manifesto Casa para viver – Manifestação Europeia pelo direito à habitação que convoca a manifestação no dia 1 de abril. Esta manifestação integra-se numa ação europeia: em muitas cidades decorrerão manifestações com o mesmo objetivo pelo direito à habitação, pelo direito à cidade, pelo fim da exploração e do aumento do custo de vida.
Em Lisboa, a manifestação arrancará da Alameda D. Afonso Henriques pelas 15 horas.
Contamos com a tua presença.
A direção do SPGL
Dia 13 professores estarão em luta por mais investimento na Escola Pública.
Os rankings das escolas são um bom exemplo de como um péssimo argumento se pode transformar numa terrível arma de arremesso político em prol da destruição da escola pública. (...)
João Correia
Foi e será com a luta que os professores, não só resistem, como avançam nos seus direitos e na valorização da Escola Pública! Os plenários regionais e as dezenas de reuniões sindicais realizadas pelo SPGL, neste período, permitem discutir a atual situação político-sindical e as questões específicas da Educação no quadro eleitoral em que se realizam. Ler mais
A Câmara Municipal do Seixal está a organizar um projeto educativo que se dirige a todas crianças da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, a quem a autarquia ofereceu, no âmbito da receção à comunidade educativa, o livro «E as pombas o que têm a ver com os cravos?», das autoras Anabela Laranjeira (texto) — professora e dirigente sindical do SPGL —, e Susana Matos (ilustração), numa edição conjunta com o Conselho Português para a Paz e Cooperação. Ler mais