FENPROF pede Reunião ao Ministro da Educação
No passado dia 1 de dezembro, a FENPROF enviou ofício solicitando ao novo ministro da Educação uma reunião. No texto, a FENPROF alerta para a urgência de resolução de várias matérias. (continuar a ler)
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No passado dia 1 de dezembro, a FENPROF enviou ofício solicitando ao novo ministro da Educação uma reunião. No texto, a FENPROF alerta para a urgência de resolução de várias matérias. (continuar a ler)
Foi já publicado em Diário da República o Decreto-Lei 9/2016, de 7 de março, que estabelece o fim das Bolsas de Contratação de Escola, passando a prevalecer a graduação profissional na ordenação dos candidatos e facilitando o processo de colocações.(...)
É de supor que hajam outros pais que defendam a Constituição da República Portuguesa, reconheçam a importância de uma escola que garanta a independência e autonomia pedagógica dos professores, em nome na qualidade do ensino, e não o servilismo e a obediência cega a que muitos colégios tentam submeter os seus profissionais, visando o máximo lucro.
João Correia
O que leva estes pais a pensar que devemos ser todos nós a pagar o seu elitismo?
Francisco Martins da Silva
A certa altura escreve Rui Tavares na sua crónica do Público de hoje (4 de julho, última página): "É numa farsa que esta história das sanções se tornou. O que está em causa é eventualmente penalizar com um montante que pode ter mais relevância política que económica um país que se vem aproximando das metas orçamentais do euro..." Ler mais
A. Avelãs
Conforme informação anterior, a FENPROF, discordando da decisão do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social relativa à caducidade do Contrato Coletivo de Trabalho do Ensino Particular e Cooperativo, intentou uma ação de anulação e interpretação de cláusulas do instrumento de regulamentação coletiva de trabalho junto do Tribunal de Trabalho de Lisboa. Ler mais
A FENPROF apresentou, no dia 25 de novembro, ao Ministro da Educação, em reunião em que o governante esteve presente, diversas propostas para as quais aguarda, agora, respostas, esperando que as mesmas sejam tão céleres quanto a dimensão de cada problema justifica. A saber:
As árduas negociações sindicais – nas quais o papel e o peso dos sindicatos da FENPROF é reconhecidamente determinante – conduziram a resultados positivos. Pesem embora outros objetivos não atingidos, a vinculação extraordinária de entre 3000 e 3200 professores e educadores é um resultado muito bom. Ler mais
António Avelãs
O recente estudo das publicações da Fundação Manuel dos Santos confirma o que no terreno os professores já têm como adquirido: “chumbar” um aluno raramente significava que ele recupere do deu atraso, pelo contrário: tende a agravá-lo.(...)
António Avelãs
O diário PÚBLICO de hoje, 25 de junho, dá particular destaque aos problemas na matrícula dos alunos quer no pré-escolar quer no básico e secundário. Notícia os “incidentes” no Pedro Nunes, os chocantes casos do Filipa de Lencastre (onde não têm lugar os que moram mesmo ao lado), e dedica o Editorial a esta questão. Ler mais
António Avelãs
É preciso que as pessoas decentes se mobilizem para impedir que a insensatez e o fanatismo trumpiano triunfem.
Trump foi discursar à Assembleia Geral das Nações Unidas e aproveitou a ocasião para dizer o que pensa sobre o seu país e o mundo. (...)
No passado dia 7 de setembro, os dirigentes do SPGL e da FENPROF Tiago Dias e André Carmo participaram, a convite da Rede de Investigadores Contra a Precariedade Científica, numa reunião promovida por esta associação para discutir os problemas relacionados com a aplicação da Norma Transitória (Art.º 23.º) do Decreto-Lei n.º 57/2016 (DL57), Ler mais
Ainda e sempre Sócrates. Neste caso o José.
Numa fase em que se vão conhecendo algumas das possíveis propostas para o OE2018, ao que parece, com uma significativa redução da carga fiscal sobre o rendimento dos trabalhadores pior remunerados, surge também, finalmente, a acusação ao caso Marquês.
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Ricardo Furtado
Dia 26 de outubro, às 11h. Leia aqui as razões para este protesto
A luta desenvolvida pelos investigadores da FCT. Leia aqui o texto de André Carmo
Dossier: OE 2018: Escolas e Professores
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Ou, como os despedimentos colectivos, as imposições unilaterais de regimes laborais, as insolvências com fins pouco nobres ou as Lei-Off fictícias podem, esses sim, desviar as atenções dos potenciais interessados em investir em Portugal.
Os gigantes mundiais das tecnologias, e outros grandes investidores, não estarão com certeza focados nas facilidades em despedir trabalhadores, na precariedade dos contratos de trabalho ou nos quinhentos e poucos euros de salário mínimo que se pratica no nosso País, quando decidem instalar-se entre nós.
Ricardo Furtado
A newsletter do SPGL do mês de junho inclui o Escola Informação de maio editado só "on line".
Nele se destacam, além do editorial, uma informação sobre a reunião com o M.E. no passado dia 4 (e que mal que ela correu!), da qual resultou a confirmação da greve às avaliações a partir do dia 18. O dossiê retoma a questão da formação artística, a pretexto dos 10 anos da "Orquestra Geração".
Neste documento o Dr. Eugénio Rosa responde aos ataques do sr. Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa da Hospitalização Privada, empregado bem pago dos grandes grupos privados da saúde, e aos ataques do EXPRESSO à ADSE. Ambos visam causar a instabilidade e a insegurança entre os beneficiários, para os virar contra a ADSE, e assim imporem os seus objetivos que são o de impedir o controlo da qualidade dos atos de saúde prestados aos beneficiários e da despesa, medidas absolutamente necessárias para garantir a sustentabilidade e a continuidade da ADSE. Ler mais
Foi esta semana publicado o Retrato de Portugal na Europa 2018. Das oito metas europeias para o ano 2020 que haviam sido estabelecidas em 2010, Portugal cumpre apenas três: redução do número de pessoas em risco de pobreza, das emissões de gases com efeito de estufa e do consumo de combustíveis fósseis. Por sua vez, a taxa de abandono escolar precoce continua acima dos 10%, (...) Ler mais
André Carmo
...lá vão continuar a gastar umas massas em ótimos advogados para os defender das acusações do Ministério Público: crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, peculato, falsificação de documento, burla qualificada, abuso de confiança qualificada, lesando o erário público em cerca de 30 milhões de euros. (DN 29/10/2018). Ler mais
João Correia