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Só quando se desiste nada se ganha
Professores impedidos de progredir em 2010 verão agora a sua situação corrigida. Confirma-se, mais uma vez, que só quem desiste não obtém resultados. Dia 11 de fevereiro será um novo e importante momento de luta
A brincar também se aprende
Aproxima-se uma época em que os vários spots publicitários induzem, ainda mais, ao consumo. Muita desta publicidade é dirigida em especial às crianças que, desde cedo, começam a ser matraqueadas com anúncios na televisão e noutros meios de comunicação a elas dirigidos....
E se fosse consigo?
A FENPROF dirige-se a todos os Portugueses
Esta é a pergunta que, repetidamente, a FENPROF faz nas ruas, praças, nos seus suportes informativos (página oficial, Facebook, revista JF…), na luta que desenvolve, dia a dia, e que integra a greve ao sobretrabalho que está a fazer-se em todo o país, já com resultados obtidos ao nível de diversas escolas. Ler mais Ver vídeo
Fez-se justiça
Foi com palavras fortes e sem eufemismos que o Tribunal de Loures condenou ontem o homicida de Bruno Candé a 22 anos de prisão, para além de uma indemnização de 120 mil euros aos filhos da vítima. A juíza referiu não haver “qualquer dúvida” que se tratou de uma “execução sumária” e de um crime de ódio racial. Ler mais
Almerinda Bento
Revolução precisa-se
À primeira vista, um paradoxo: faltam professores em Lisboa, mas não nas Beiras; vagas para médicos na região de Lisboa e Vale do Tejo ficam por preencher; e mais recentemente, ficaram por ocupar significativa parte das vagas para o INEM. Durante muitos anos habituamo-nos a pensar que era no “interior” que havia falhas de docentes, de clínicos, de técnicos de saúde. Porquê, agora, Lisboa? Ler mais
António Avelãs
A Desconfiança Instalou-se
Já não é de agora, mas tem vindo a intensificar-se: será que o meu salário se manterá no próximo ano? Será que as regras para a aposentação serão inopinadamente alteradas? Mudarão de novo as regras...
Aposentados manifestam-se no Rossio
Aposentados da Função Pública concentraram-se quarta-feira no Rossio, em Lisboa, em protesto contra o corte nas pensões.
Professores precisam-se
Escolas desesperam para substituir professores. Diretores não encontram docentes para suprir colegas de baixa. Há alunos a ficar meses sem professor. Situação é mais grave em Lisboa e Algarve. Ofertas não compensam custos da deslocação para quem vem de longe. Ler mais
Paula Rodrigues
Esplanadas precisam-se!
“Recuperar aprendizagens? “É preciso alertar as Finanças de que é preciso investimento”: este é o título de um artigo que ocupa meia página (pág. 16) no Jornal “Público” de hoje. Até lá chegar, na foto de capa uma esplanada em que pessoas desfrutam finalmente da alegria do ar livre, do convívio mesmo que limitado, de um café, uma água ou uma cerveja num dia luminoso de sol, em que finalmente se põe a conversa em dia. Ler mais
Almerinda Bento
Literacia emocional, precisa-se!
No Público de 20 de fevereiro, surge com a assinatura de Marta Paula Branco, um artigo de opinião sobre literacia emocional. A grande atualidade do seu conteúdo constituiu a razão da minha escolha para notícia do dia. Aí Marta Paula questiona: “Em tempos de pandemia em que as crianças e os jovens têm sido privadas de momentos de convívio com os seus colegas, familiares e outros adultos significativos, urge perguntar: Como estará a sua saúde emocional. Temos enquanto comunidade, reflectido sobre esta questão?” Apostar numa literacia emocional reveste-se da maior importância para o empoderamento pessoal. E hoje, devido à crise pandémica que atravessamos, esses laços são ainda mais necessários. Ler mais
Ana Cristina Gouveia
Informação rigorosa, precisa-se
Na página 9 do jornal “Público” de hoje, publica-se um documento assinado por quatro professores catedráticos, sendo Eduardo Marçal Grilo o primeiro subscritor, com o título “Riscos do enviesamento informativo: o recente exemplo sobre a Educação em Portugal”. Ler mais
Almerinda Bento
Respostas precisam-se
As últimas notícias sobre João Leão, ex-ministro das Finanças, levantam suspeições sobre a interferência política no financiamento das instituições do ensino superior, dado que o único projeto da tutela do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) que recebeu, nos últimos cinco anos, apoio do Ministério das Finanças é precisamente o projeto do Centro de Valorização de Transferência de Tecnologias (CVTT), do ISCTE, que será gerido pelo próprio João Leão. Ler mais
Paula Rodrigues
Já nos anos 90 se reclamava: “O tempo de serviço não se negoceia, conta-se”
Tomamos a liberdade de lhe enviar nesta newsletter um texto de Clara Viana publicado no Público. Ajuda a perceber o que os docentes ganharam com as suas lutas – o que reforça a confiança na vitória das nossa lutas atuais, por mais difíceis que elas sejam.
O Ministério do “se possível”
O “se possível” do ME ameaça tornar impossível a abertura do ano letivo em segurança.
Num ano letivo marcado pela excecionalidade, os professores, de forma totalmente inesperada, foram colocados perante novos desafios e exigências, obrigados a desenvolver, rapidamente, um conjunto de novas competências, para as quais muito poucos tinham formação. Ler mais
“Como se avaliam 500 jovens?”
Desta vez, a minha Notícia do Dia não vai ser feita com uma notícia retirada de um jornal da manhã de hoje. Fui buscar “inspiração” ao artigo com o título deste breve apontamento, em destaque na capa do Diário de Notícias do dia de Santo António. Ler mais
Almerinda Bento
Professores de EVT manifestam-se
“Um por todos, todos por dois”, é palavra de ordem dos professores de Educação Visual e Tecnológica, que se manifestaram junto à Assembleia da República [Inclui vídeo]
E se parássemos para pensar?
A propósito da querela em torno do financiamento público de colégios privados – os chamados contratos de associação – escreve Teresa Sousa no Público de 29 de maio:
“(…)O ruído foi deixando o essencial de fora. Basta estar atento aos cartazes que aparecem nas manifestações para perceber que há nisto tudo uma enorme confusão. “Pago impostos, tenho direito a escolher a escola dos meus filhos”, resume perfeitamente a confusão instalada no debate. Não. Não tem esse direito.(...)
António Avelãs