PREOCUPAÇÃO É DE TODOS!
Preocupada com o futuro próximo da Educação, comunidade educativa pede reunião urgente ao Ministro
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Preocupada com o futuro próximo da Educação, comunidade educativa pede reunião urgente ao Ministro
Ao fim da manhã de hoje, 25 de junho, ficou consagrado um conjunto de ganhos na negociação com o MEC. Não se chegou a acordo porque não era possível um acordo em que ainda constasse o aumento do horário de trabalho e o sistema de "requalificação profissional" mas foi possível conseguir que o aumento do horário de trabalho ficasse integralmente na componente não letiva individual e que nenhum professor entre na requalificação até fevereiro de 2015. Consulte aqui a "Ata conclusiva das negociações sindicais de 24 de junho de 2013" Veja o video das declarações do Secretário Geral da FENPROF.
Os professores (1)responderam muito bem à convocação da manifestação do dia 12. Os professores da área do SPGL estiveram particularmente bem! Obviamente que, como presidente do SPGL, quero aplaudir todos os dirigentes e delegados sindicais que com toda a determinação se empenharam no sucesso ...
Estão neste momento a decorrer prazos para dois concursos:
1 - De 19 de Julho até às 18h00 do próximo dia 23, o prazo para manifestação de preferências dos candidatos à Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento;
2 - De 15 de Julho até às 18h00 do próximo dia 21, o prazo para candidatura a mobilidade interna.
Designa representantes das associações e sociedades científicas e pedagógicas para o conselho científico do Instituto de Avaliação Educativa, I. P.
Designa os membros para o conselho científico do EduQA, I. P.
FENPROF entrega na Assembleia da República a primeira de muitas petições em defesa da Escola Pública. A entrega desta primeira petição terá lugar dia 23 e refere-se ao distrito de Viseu.
Na segunda metade do século XIX, com a revolução industrial e com a exploração intensiva do operariado, vão criar-se as condições para as lutas operárias, na Europa e nos E.U.A.
Um conjunto de acontecimentos, no plano nacional, europeu e mundial estão a marcar este início de 2015: encontramo-nos a participar, pela nossa ação ou inação, em grandes transformações e mudanças. Novos tempos estão emergindo. As nuvens negras adensam-se e podem dar origem a tempestade. A agitação moral e a de espírito já são fortes.
Dossier: Abertura do Ano Escolar
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Aí está o "Portugal moderno" que o Governo PSD/CDS tem estado a construir com a política de austeridade e à boleia desta: um modelo de caridade assistencialista para cuidar do Portugal dos pobrezinhos. Na aproximação ao Natal têm-se ampliado iniciativas com este cariz.....
“O ambiente de segurança mudou fundamentalmente. O único país que ameaça a segurança europeia, e está agora a levar a cabo uma guerra de agressão é a Rússia” (Público, 17.05.2022). Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
Apesar da melhoria do conceito de zona carenciada, é insuficiente o número de QZP identificados, num ano letivo em que a falta de professores cresce em número e alastra geograficamente. Ler mais
Entre as pessoas como entre as instituições, a confiança tem de ser o pressuposto positivo de qualquer relacionamento;pelo contrário, a suspeita de ma fé ou de oportunismo destrói qualquer hipótese de bom entendimento...
No Público de sábado, dia 5 de novembro, aparece com a assinatura de José Pacheco Pereira, o artigo de opinião ”A crise da democracia e a geração menos preparada.”. Escolhi-o para notícia do dia, devido à sua pertinência e atualidade do seu conteúdo. Como aí se afirma: “Há muitos factores que explicam a crise actual da democracia, os mais importantes têm que ver com os estragos na qualidade de vida, mas também na dignidade da vida, de muitos milhões de pessoas nos países onde há democracias”. Ler mais
Ana Cristina Gouveia
O Público de hoje, 12 de outubro de 2020, titula na 1ª página: “Mais de metade dos inquilinos deixou de pagar renda em Lisboa”, tema que desenvolve nas páginas 20 e 21, com a “assinatura” de Cristina Faria Moreira.
A leitura do artigo levanta um conjunto complexo de interrogações e de questões: Ler mais
António Avelãs
Perante a artificialidade desta “crise” patrocinada por esta gente que tudo quer e nada lhes chega, as pessoas andam preocupadas e têm razões para isso. Ler mais
Ricardo Furtado
A intenção do Governo reduzir a contribuição patronal para a taxa social única (TSU) e o que se conhece sobre os conteúdos do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) a apresentar à Comissão Europeia não deixam quaisquer dúvidas: a luta de classes está aí bem viva. Uma pequena minoria apropria-se de mais e mais riqueza e o povo é convidado à permanência na pobreza.
O OE para 2023 parece continuar a aposta no desinvestimento para a educação.
Leia-se o artigo de Isabel Leiria, no jornal Expresso, que tem por título “OE 2023: na educação, o Governo quer atrair e reter professores, mas com o mesmo dinheiro”. Ler mais
Albertina Pena