Sim às mudanças de mentalidade, apesar dos contratempos que (felizmente) provocam
“Quem nos mandou a mim, ao pai e aos professores educar miúdos com consciência do que quer que seja?!”
Paula Rodrigues
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“Quem nos mandou a mim, ao pai e aos professores educar miúdos com consciência do que quer que seja?!”
Paula Rodrigues
(Vera Ramalho, Público, 20-10-2020)
“Choramingas! Choramingas!” cantou o bully. Usou a sua voz alta, aquela que ele usava no recreio para ter a certeza de que todos os miúdos o ouviam. “João, João, bebé chorão!!! Olhem só como ele chora!” Alguns dos amigos do João ficaram só a ver. Outros fugiram. Ninguém o ajudou. Ler mais
Francisco Martins da Silva
As violações dos direitos humanos de pessoas migrantes, refugiadas e requerentes de asilo arrastam-se há demasiado tempo. As notícias a este respeito ocuparam os noticiários durante meses, deixando depois de ser notícia de abertura de telejornais. Apesar da atenção mediática ser inconstante, a situação mantém-se extremamente grave. Ler mais
No Público de sábado, 23 de outubro, Natália Faria entrevista Amélia Bastos, professora auxiliar no ISEG - Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa que integrou a equipa que elaborou a proposta de Estratégia Nacional de Combate à Pobreza 2021-2030, cuja discussão pública termina esta segunda-feira, dia 25. Estando na ordem do dia a discussão sobre este tema não é de estranhar a minha escolha de notícia, uma vez que se pode tornar um ponto de partida sobre uma reflexão mais aprofundada. Nesta entrevista destacam-se os seguintes pontos da entrevista: Ler mais
Ana Cristina Gouveia
Éric Zemmour é filho de judeus franceses argelinos, designa-se judeu berbere, tem um nome afrancesado — azemmur significa azeitona em cabila, a língua berbere da Argélia — e defende que os imigrantes devem afrancesar os nomes dos filhos. Acha inconcebível que um neto de imigrantes continue a chamar-se Mohammed. Ler mais
Francisco Martins da Silva
Erdogan pretende acelerar em 2022 a construção do novo canal de Istambul. Trata-se de uma estrutura gigantesca de 45 Km, que demorará cerca de 6 anos a construir, para ligar o mar Negro ao mar de Marmara. Terá capacidade para 160 navios por dia e correrá paralelo ao actual estreito do Bósforo. Em 2021 foi lançada a primeira pedra de uma das 16 pontes e viadutos que atravessarão o canal.
Francisco Martins da Silva
Conheça a herança industrial de São João da Madeira e ainda as maravilhas da vila de Arouca e da região circundante, nas quais se incluem os geossitios do território UNESCO Arouca GeoPark e a Ponte 516 localizada a 175 metros de altura e que possui 516 metros de comprimento, ao longo dos quais poderá desfrutar de deslumbrantes vistas sobre a Garganta do Paiva e a Cascata das Aguieiras. Ler mais
Esta segunda-feira, dia 18 de abril, a FENPROF reuniu com o CRUP, pela primeira vez após a tomada de posse do atual Governo e de se ter ficado a conhecer a constituição do MCTES.
A NATO decidiu reforçar o seu contingente militar na fronteira oriental da Europa de 40 000 para 300 000 efetivos. Paralelamente, dois países tradicionalmente neutrais, a Suécia e a Finlândia, têm o caminho aberto para aderirem a esta organização militar do Ocidente após a retirada do veto da Turquia. Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
A apologia dos veículos elétricos tem sido propagandeada aos quatro ventos como a solução milagrosa para resolver o problema da poluição gerada pelo clássico motor de combustão interna que desde os anos 20 do século passado esteve na origem da ‘revolução’ dos transportes motorizados movidos pelas energias fósseis. Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
A contratação coletiva é um direito exercido pelos sindicatos, na defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores. Para o SPGL no âmbito da FENPROF, a luta sindical no Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias, tem tido como prioridade a negociação de Convenções Coletivas que garantam melhores condições de trabalho, nomeadamente, carreiras e salários dignos do exercício da profissão docente nestes setores de ensino. Ler mais
Presidência do Conselho de Ministros
Estabelece os termos de implementação dos mecanismos de aceleração de progressão na carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário
Saiu o diploma legal que, nas palavras do ministro da Educação, dará aos professores a possibilidade de aspirarem a chegar a um dos três últimos escalões da carreira, isto porque, ao invés de lhes recuperar todo o tempo de serviço que cumpriram em período de congelamento, lhes aspira esse tempo, pretendendo eliminá-lo. Sobre este “aspirador”, a FENPROF considera que: Ler mais
“O grande objetivo de todos estes projetos é trabalhar em prol dos alunos, com vista a formar cidadãos conscientes, intervenientes, capazes de, no futuro, tomar conta do nosso planeta. E temos esperança de que isso aconteça”. Ler mais
Apesar disso, o ministério pouco está a fazer para o combater de facto!
Certo é que quem está a ser massacrado com esta falta de professores são os alunos e as suas famílias, mas, também os professores que estão nas escolas, cada vez mais sobrecarregados com horas extraordinárias, cujos diretores estão a ser fortemente pressionados pelas delegações da DGEstE para procederem à sua atribuição, em muitos casos, ultrapassando os limites previstos na lei.
Hoje, levantam-se novos desafios à Escola, em diversas frentes, quer em termos estruturais, quer no âmbito de dinâmicas relativas ao ato educativo, que são determinantes para que a Escola corresponda às expectativas dos alunos, da comunidade e da sociedade onde estamos inseridos. Ler mais
Para que servem as cativações? Onde estão os 252 milhões?
Logo em pleno contexto de intensa mobilização revolucionária que se seguiu a Abril de 1974, aquando da constituição dos sindicatos de professores, tornou-se clara a importância da exigência de um Estatuto do Professor. Esta reivindicação foi, a par do reajustamento das letras, das colocações e reconduções, da formação de professores e da gestão democrática das escolas, uma das prioridades assumidas por milhares de docentes que, em todo o país, participaram na construção do movimento sindical docente. Ler mais
Com base num rigoroso estudo, agora divulgado em conferência de imprensa, a FENPROF denuncia as graves consequência da implementação do modelo de organização da Educação Especial ainda vigente. Simultaneamente foi anunciada, para 27 de Fevereiro próximo, uma reunião de reflexão sobre Educação Especial.
“A cessação da vigência é, de facto, uma vitória em primeiro lugar para a escola e o ensino e também para os professores”, afirmou o Secretário Geral da FENPROF. “Era um decreto lei orientado num só sentido: a poupança, o economicismo, à custa da dispensa de professores e com consequências na qualidade do ensino”, acrescentou