Escola Informação Nº 282, abril 2018
Dossier: O ensíno artístico nas nossas escolas
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Dossier: O ensíno artístico nas nossas escolas
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Dossier: Por uma Escola Inclusiva
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Foi a notícia que hoje mais me chocou: a arrogância fascizante dos poderosos contra os mais fracos. Da toda poderosa América (EUA) contra os miseráveis que ela própria foi fabricando ao longo de décadas na América latina e América do Sul. Uma pedra hondurenha, que provavelmente o soldado americano nem sentirá, equivale a um tiro, provavelmente mortal. É o direito (que Trump considerará natural e Bolsonaro certamente de origem divina) de o mais forte esmagar sem piedade o mais fraco. Como Israel respondendo com armas de fogo às pedradas da Intifada. Em suma: o fascismo implanta-se, sustentado no seu poder económico, militar e jurídico. Vencerá ele ou a democracia?
O artigo do JN de hoje, pág. 6, “Livrarias sem receber ameaçam boicotar manuais escolares” torna cada vez mais presente que o Estado é useiro e vezeiro em pagar tarde e a más horas.
Exemplos desse mau hábito são muitos e de várias áreas. (...) Ler mais
M. Micaelo
Venha e deixe-se envolver pela cor e pelo movimento dos quadros de Rogério Araújo, de quem Tomás Vasques disse, em 2002, “Observador atento e imaginativo faz do seu traço irreverente, satírico, irónico e bem-humorado, na boa tradição portuguesa de escárnio e mal-dizer, um exercício de crítica aos mil grotescos que por ali fervilham(…). Das 10 às 19 horas. Até 19 de dezembro.”
O Meu Livro quer Outro Livro - Dia 5 de dezembro, 15,30h, no Espaço ABC (sede do SPGL), o professor Carlos Castilho Pais fará a apresentação do seu livro “À luz da flor da Amendoeira”
Grupos económicos exploradores do direito à Saúde dos Portugueses vêm chantagear os beneficiários e ameaçar não cumprir os contratos (leia-se convenções) que livremente assinaram com a ADSE-IP. Ler mais
Soube-se hoje que o CDS pretende alterar a forma de nomear o Governador do Banco de Portugal.
Para que seja mais consensual e de base mais alargada, propõe que a nomeação passe a ser da responsabilidade do Governo, do Parlamento e do Presidente da República. Ora, como a Constituição da República Portuguesa, neste momento, não atribui essa incumbência ao Presidente há que mudar a Constituição. Lá está. Ler mais
Ricardo Furtado
(Público on line, 18 de março)
Lemos este título e questionamo-nos: mas essa conciliação não devia ser um direito e talvez mesmo um dever? Prescindir deles não será tornarmo-nos infelizes?
Pois é. Mais um sinal da selva em que o neoliberalismo tornou a legislação laboral, facilitando de tal modo os despedimentos que o medo do desemprego se vai acentuando, levando a por em causa até o direito à família e a “ignorar “os direitos legalmente estabelecidos… Mas o nosso patronato ainda acha pouco, continua a vociferar que quer mais uma “reforma estrutural” da legislação, ou seja, torna-la a selva absoluta. Não deixaremos!
António Avelãs
Decorreu ontem, dia 11 de abril, por iniciativa da CGTP-IN, uma concentração de trabalhadores junto da Assembleia da República em protesto contra a legislação laboral que o governo pretende aprovar, mantendo a legislação sobre caducidade dos contratos coletivos de trabalho e recusando a aplicação do “princípio do tratamento mais favorável” aos trabalhadores.
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Boas notícias: a direita e a extrema-direita, mesmo unidas, não conseguem formar governo. Um alívio! Parece provável um governo mais ou menos de esquerda, primo da nossa “geringonça”, solução de que a Europa bem precisa. Ler mais
António Avelãs
Os salários dos docentes (e de toda a função pública), apesar das reposições, continuam inferiores ao que eram em 2010, o que significa uma forte deterioração do poder de compra dos trabalhadores.
Analisando a greve dos Motoristas de Transporte de Matérias Perigosas, a justeza das suas reivindicações, o comportamento dos atores envolvidos, os impactos daquela luta na sociedade; e, procurando refletir sobre o que nestes dias preocupava o comum dos cidadãos, tenho esperança que todo este processo nos ajude a tomar consciência de algumas realidades de que porventura andamos esquecidos. (...)
Segundo um estudo ontem apresentado, da responsabilidade da Fundação Belmiro de Azevedo, o status económico das famílias determina a formação académica dos filhos.
Os estudantes mais ricos vão mais para as Universidades e os mais pobres para os Politécnicos.
Isto já não é selecção natural. Ler mais
Ricardo Furtado
Termina hoje o prazo para os docentes optarem pelo faseamento da recuperação de tempo de serviço que o governo roubou. Há formas de gritar o estado de revolta que tal situação provocou nos docentes, apesar da atitude da maioria, no meu ponto de vista compreensível, tentar o melhor proveito das “migalhas” que lhes resolveram dar. O SPGL e a FENPROF continuarão a lutar pela contagem integral do tempo de serviço sonegado. No entanto há atos de coragem que gostaria de destacar. Faço eco aqui da gesto do Diretor da Escola Artística António Arroio - Rui Madeira que, numa carta aos governantes (Expresso de 29 de junho), se recusa a aceitar tão humilhante esmola a por em causa a “mais bela profissão e atividade do mundo”.
António Anes
Pode, desde já, consultar aqui o Escola Informação de outubro/novembro, que dentro de dias receberá por correio.
Aliás, todos devíamos ser Jacinda Ardern.
Todos os terroristas deviam merecer um tratamento anónimo, como Jacinda Ardern fez com o supremacista neo-zelandês que derramou o seu imenso ódio sobre um grupo de muçulmanos em oração. Ler mais
Por solicitação da Direção Central convoco, ao abrigo dos artigos 52º e 54º dos Estatutos do SPGL, a Assembleia Geral de Sócios para o próximo dia 23 de janeiro de 2020 às 18h30, no Auditório da Sede do SPGL, com a seguinte Ordem de Trabalhos: Ler mais
Dossier: Educação 2018
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Com o PS a manter o seu “não” à recuperação do tempo de serviço ainda em falta (6 anos, 6 meses, 18 dias), ... Ler mais
Mas os professores e educadores não desistem: a exigência é justa demais para que possamos desistir!