SOBRE O NOVO ESTATUTO DO ALUNO
O que nos deve preocupar é o sucesso dos alunos. De todos os alunos. E quanto a isso, o Estatuto do Aluno avança muito pouco.
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O que nos deve preocupar é o sucesso dos alunos. De todos os alunos. E quanto a isso, o Estatuto do Aluno avança muito pouco.
garantir o futuro investindo nos professores agora
Bem sei que já tenho mais de meio século de vida e um pouco mais de 3 dezenas de anos de profissão docente mas a verdade é que para mim um profissional ou mesmo um aluno “muito bom” é aquele que é reconhecido pela maioria da comunidade em que se insere.
Conheceu-se hoje o relatório da OCDE “Education at a Glance", relativo ao ano 2015, que compara dados entre países daquela organização. A esse propósito, e sem dispensar uma leitura mais atenta, há quatro aspetos que se destacam, dois em sentido negativo e outros tantos de sinal positivo, e sobre os quais a FENPROF emite as seguintes notas:
Para a nossa entrevistada, tudo começou quando ficou desempregada, como muitos outros trabalhadores da Covina, nos anos 80. Trabalhava, então, no Jardim de Infância da empresa. “Já aí tive muita sorte, porque fui parar a uma equipa pedagógica de professoras, de educadoras, mais velhas que eu, que já trabalhavam em pedagogia ativa.” Ler mais
De acordo com o artº 112º do ECD, com a redacção que lhe foi dada pelo DL nº 15/07, de 19 de Janeiro o pessoal docente está sujeito ao Estatuto Disciplinar dos restantes trabalhadores que exercem funções públicas, excepto naquilo que, sobre a matéria, se encontra especialmente regulado por aquele.
Ministério da Educação deverá suspender urgentemente o actual modelo de avaliação
A oposição entre Estado e mercado marca, em boa medida e com regularidade, o debate político e mediático. Mas esta é uma falsa oposição, já que não existem mercados sem a intervenção direta do Estado, (...)
Não é preciso morar em Lisboa para se ser professor catedrático. Mas também não devia ser preciso morar em Massamá ou ter sido Primeiro-Ministro.
Ser professor catedrático é o resultado de uma vida de estudo e de ensino; uma vida a servir a instituição universitária, as mais das vezes como obra publicada e reverenciada entre os seus pares. (...)
Costa será de novo primeiro-ministro. Só falta saber se terá votos suficientes para enviar o PCP e o BE para a oposição. Essa é a questão para Costa e o PS – ter ou não ter todo o poder. (...)
Não me surpreendeu o resultado da reunião de 11 transacto. Foi o corolário dos sinais degradantes que nos últimos tempos nos foram chegando da 5 de Outubro. Depois de negada até à exaustão, ouvimos a ministra da Educação admitir, com a coerência que lhe conhecemos, que o modelo de avaliação do desempenho dos professores estava cheio dela.
É estranho que um currículo precise de ser enriquecido. Parece sugerir-se que o “obrigatório” é um currículo pobre. Pode discutir-se – e eu não discuto porque não sei – se a aprendizagem do inglês (e que tipo de aprendizagem) deve iniciar-se ...
“O ministro do Ambiente garante que Portugal não irá opor-se a uma taxa sobre lucros extraordinários”. Este é o “lead” de uma pequena notícia do Púbico de hoje (22 de setembro), na página 23 com o título “Governo admite “mais respostas” para a crise”. Ler mais
António Avelãs
Por estes dias estranhos que vamos vivendo e em que tentamos perceber a lógica das coisas que acontecem à nossa volta, deparamo-nos com situações que só se podem entender tendo por base a lógica do Futebol.
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Ricardo Furtado
Soubemos hoje que a Agência Portuguesa do Ambiente considera que a construção do Aeroporto no Montijo tem impactos ambientais significativos e que cerca de 48 milhões de euros resolvem o problema. Ler mais
Ricardo Furtado
Europa em luta
Por que se assinala este dia? E por que se nomeiam as Raparigas? Não bastaria assinalar as Mulheres na Ciência?
A Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou em 22 de Dezembro de 2015 uma resolução no sentido de se assinalar todos os anos a 11 de Fevereiro o Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência. Ler mais
Continua a falar-se nas mudanças que vão ser introduzidas no 3.º ciclo já no próximo ano lectivo
Na sequência do ofício enviado pela FENPROF ao ME e da denúncia sobre o aparente estado de letargia em que caíram os seus responsáveis
Depois de obrigar crianças de 9 anos a fazerem um exame desnecessário e pedagogicamente incorreto MEC quer agora obrigar professores a corrigirem elevado número de provas ao mesmo tempo que têm de cumprir as suas funções letivas.