Sindicatos de trabalhadores de IPSS e Misericórdias exigem cumprimento de direitos
O indispensável e meritório trabalho social e solidário não pode pôr em causa os direitos dos trabalhadores.
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O indispensável e meritório trabalho social e solidário não pode pôr em causa os direitos dos trabalhadores.
“O nosso país precisa de um ministério que seja da Educação. Num momento em que a educação está tão desprotegida, mais as pessoas esperam ter uma equipa ministerial que proteja a educação. Não sendo assim, o melhor que tem a fazer é demitir-se”. Palavras de Mário Nogueira à saída da reunião entre o MEC e a FENPROF, dia 22 de Março. Veja o vídeo com declarações de Mário Nogueira no final da reunião (vídeo de Paulo Machado)
Ao fim da manhã de hoje, 25 de junho, ficou consagrado um conjunto de ganhos na negociação com o MEC. Não se chegou a acordo porque não era possível um acordo em que ainda constasse o aumento do horário de trabalho e o sistema de "requalificação profissional" mas foi possível conseguir que o aumento do horário de trabalho ficasse integralmente na componente não letiva individual e que nenhum professor entre na requalificação até fevereiro de 2015. Consulte aqui a "Ata conclusiva das negociações sindicais de 24 de junho de 2013" Veja o video das declarações do Secretário Geral da FENPROF.
É o que pode concluir-se do que o Correio da Manhã de hoje, 18 de abril, escarrapacha na sua 1º página: “Bruxelas exige corte de mil milhões a Costa; Vetado (sic!) o salário mínimo para 600 euros até 2019; chumbo às 35 horas de trabalho; Pedidos menos gastos na Função Pública”.(...)
António Avelãs
No relatório "Perigo a cada passo do caminho", a UNICEF alerta-nos hoje para o facto de 7 000 crianças e adolescentes refugiados e migrantes terem feito a travessia entre o Norte de África e a Itália, entre janeiro e maio deste ano. (...)
Paula Rodrigues
Entre os destaques das “Notícias ao Minuto” da manhã de 6 de dezembro sobressai: “Dívida portuguesa respira fundo depois das subidas de segunda-feira”. Explica o texto que, para já, não se confirmam os receios antecipados pela vitória do “não” no referendo italiano, cujo resultado levou à demissão do primeiro-ministro Renzi.
Como português, fico um pouco mais aliviado hoje. Ler mais
António Avelãs
Perante a pressão exercida, persistentemente, pela FENPROF, designadamente através da colocação do problema em duas reuniões com a SEAE e o envio de dois ofícios, o Ministério da Educação corrigiu um erro da administração educativa que punha em causa o direito dos docentes contratados dos conservatórios de música e de dança de verem os efeitos da sua colocação produzidos a partir de 1 de setembro. Ler mais
Tudo indica que o salário mínimo para 2017 se fixe nos 557 euros acordados entre o governo e o Bloco de Esquerda, ficando em aberto para futuras negociações no Conselho Económico e Social outras matérias relevantes, como sejam as alterações ao Código do Trabalho e o relançamento da contratação coletiva. Ler mais
António Avelãs
A notícia não é de hoje e o problema muito menos.
Nos últimos anos, associações ambientalistas e cidadãos comuns têm denunciado descargas de afluentes provenientes de fábricas, como a Celtejo, que têm provocado fenómenos extremos de poluição no rio Tejo e seus afluentes. Ler mais
Paula Rodrigues
Vale a pena ler o texto do ministro Mário Centeno publicado hoje no Público (págs.16/17) e o comentário que sobre ele é feita no Editorial deste diário.
Centeno elenca os bons resultados da economia em Portugal. E todos nós ficamos satisfeitos com os sucessos alcançados. Centeno diz que é necessário sustentar os resultados obtidos e, portanto, não correr riscos que os ponham em causa.(...) Mas não há nenhuma palavra de Centeno que garanta que os trabalhadores, também eles, “ganhem” com os sucessos de uma economia de que eles são os principais obreiros. Ler mais
António Avelãs
O Público de hoje, 9 de julho, dedica o editorial, de autoria de Manuel Carvalho, ao caso Lula das últimas horas. Um juiz determinou a sua libertação, outro quis anular essa decisão, um terceiro decidiu que vai investigar. Entretanto Lula continua preso. Ler mais
António Avelãs
Como se explica que um indivíduo com as características sociais, morais e ideológicas de Bolsonaro recolha a simpatia eleitoral de um povo desgraçado, mártir quase, e que vive à poucos anos em democracia? Ler mais
Ricardo Furtado
O tema não me é sugerido pelos jornais de hoje, mas sim pelo texto de Vicente Jorge Silva na última página do Público de ontem, 25 de novembro. Chama o autor a atenção para dois relatórios internacionais sobre as alterações climáticas que, na sua opinião, (...) Ler mais
António Avelãs
Segundo a UTAO o governo terá acrescido indevidamente cerca de 232 milhões às previsões orçamentais decorrentes da recuperação integral do tempo de serviço dos professores.
Para Centeno, claro, são "cálculos arbitrários". Ler mais
Ricardo Furtado
Concentração - hoje/9 de julho, às 15h30, no Centro de Congressos de Lisboa
No primeiro dia do Encontro Ciência 2019, o Primeiro Ministro reconheceu que o Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos à Administração Pública (PREVPAP) foi insuficiente na regularização de docentes e investigadores e admitiu a necessidade de “criar novos mecanismos e fazer mais, e melhor”. Ler mais
Na berra, uma autêntica manada, por ordem arbitrária de gravidade:
- Um aeroporto num estuário de importância mundial, a somar ao Freeport;
- a negociata do Lítio; Ler mais
João Correia
A FENPROF dirige-se a todos os Portugueses
Esta é a pergunta que, repetidamente, a FENPROF faz nas ruas, praças, nos seus suportes informativos (página oficial, Facebook, revista JF…), na luta que desenvolve, dia a dia, e que integra a greve ao sobretrabalho que está a fazer-se em todo o país, já com resultados obtidos ao nível de diversas escolas. Ler mais Ver vídeo
No DN, hoje.
Portugal acima da média da OCDE, baixou um pouco nas ciências, a Espanha está muito pior do que há uns anos.
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João Correia
Hoje, cerca de 46 Milhões de eleitores decidirão o futuro europeu dos Ingleses.
Entre votantes e abstencionistas, todos terão a sua quota parte de responsabilidade no que vier a acontecer. Ler mais
Ricardo Furtado
O Público de hoje, 2 de março de 2020, ocupa metade da capa com uma foto que pretende chamar a atenção para a crise humanitária provocada pela guerra na Síria, cujos refugiados a Turquia lança contra as fronteiras (fechadas) da Grécia e da Bulgária. Ler mais
António Avelãs