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O regresso à escola e o bem-estar dos alunos

No Público de domingo, dia 9 de janeiro, surge com a assinatura de Andreia Sanches, o editorial ”O regresso à escola e o bem-estar dos alunos”. A sua pertinência e a atualidade do seu conteúdo constituíram a razão da minha escolha para notícia do dia. Como aí se afirma: “Não se trata apenas de recuperar aprendizagens. O bem-estar psicológico tem de estar no centro das preocupações das escolas e das políticas”. Ler mais

Ana Cristina Gouveia

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Sindicatos dos professores anunciam manifestação nacional para 19 de Maio

"Dada a intransigência do governo e a insistência em apagar mais de 70% do tempo de serviço cumprido pelos professores durante o período de congelamento das carreiras da Administração Pública, bem como em apresentar propostas relativas aos horários de trabalho, à aposentação e a um efetivo combate à precariedade, não resta outra alternativa aos professores e educadores senão a de endurecer a luta.

Porque o tempo de serviço não se negoceia, conta-se!"

FENPROF

João Correia

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O SPGL na luta pelos direitos dos Palestinianos 2.ª Sessão | 22 de janeiro | 17h30 | auditório do SPGL

No próximo dia 22 de janeiro, às 17h30, no auditório do SPGL, realizamos a 2ª sessão: "Do Simbolismo à Realidade: quem esteve em Gaza e quem foi proibido de lá chegar". 

Estarão presentes o jornalista e autor de várias obras sobre o Médio Oriente, que viveu em Israel, José Manuel Rosendo e Mariana Mortágua, uma das portuguesas que integrou a "flotilha", que nos falarão da sua experiência sobre a realidade da Palestina.

Esperamos que possas estar presente. Contamos contigo!

Ver cartaz com toda a programação

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A vida continua…também para os professores!

No programa televisivo “Princípio da Incerteza” de 13 de março, António Lobo Xavier fez a apologia da subsidiação direta da indústria dependente do consumo de grandes quantidades de energia, dando o exemplo de um setor que “conhecia bem”, o da produção de embalagens de vidro, no qual, no seu dizer, a despesa em energia passou de 170 milhões de euros/ano para 800 milhões/ano desde 2021. Ler mais

João Correia

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O que nos espera?

De repente, todos sabemos identificar no mapa da Ucrânia a localização de uma dúzia de cidades. Pelos piores motivos. A cidade de Mariupol que nós lemos com “o” aberto, mas que os ucranianos pronunciam com um “o” mudo, onde já não há nenhum jornalista, está de tal modo irreconhecível e devastada, que já a comparam a Guernica. Mas podíamos compará-la a outras cidades com nomes talvez esquecidos porque mais distantes como Grozny, Aleppo, faixa de Gaza, Hiroshima, Nagasaki … Ler mais

Almerinda Bento