Dar valor aos professores, melhorar a escola do 1º ciclo
Uma delegação da FENPROF entregou, no Ministério da Educação, o abaixo-assinado “Dar valor aos professores, melhorar a escola do 1º ciclo”, com dez mil assinaturas.
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Uma delegação da FENPROF entregou, no Ministério da Educação, o abaixo-assinado “Dar valor aos professores, melhorar a escola do 1º ciclo”, com dez mil assinaturas.
Na sequência do supra identificado AVISO constante do site do SPGL, (citação de contra – interessados na acção administrativa especial de pretensão conexa com actos administrativos, interposta por docente no âmbito do concurso para selecção e recrutamento de pessoal docente de educação especial) cumpre-nos esclarecer o seguinte:
Após vários meses de interregno teve lugar dia 27 de Janeiro o reinício das negociações com a ANESPO com vista à celebração de um CCT para as escolas profissionais.
Novo contexto político do país justifica adiamento da Marcha Nacional pela Educação transferindo-a para o próximo ano lectivo. Leia a Declaração e veja o vídeo da Conferência de Imprensa
Publicação de Habilitações Profissionais, em falta, dos professores que concluíram a profissionalização no ano de 2010. No seguimento das diligências efectuadas pelo SPGL/FENPROF, verificámos que existem por publicar, em Diário da República, despachos do Director Geral da DGRHE com o reconhecimento da habilitação profissional de alguns professores que concluíram o Curso de Profissionalização da Universidade Aberta no ano de 2010.
A gravidade dos problemas e a proximidade de novo ano lectivo, levam a FENPROF a pedir reunião ao novo Ministro da Educação
O apelo da FENPROF é simples e claro: os professores e educadores que se sintam lesados por terem sido ilegalmente ultrapassados no concurso deverão, amanhã, a partir das 15 horas, comparecer junto ao MEC, na Avenida 5 de Outubro, se possível, levando consigo documentos que provem a ilegalidade do problema que os afetou.
Ao contrário da troika, o Secretariado nacional da FENPROF avalia muito negativamente a acção do governo e considera fundamental continuar a resistir e combater as políticas destrutivas que estão a impor aos portugueses
Milhares de professores concentraram-se no Rossio, seguindo depois para a A.R., contra “o maior despedimento coletivo de docentes contratados”, o desemprego e a instabilidade que se vive no setor do ensino e educação, que criam uma situação socialmente insustentável.
A FENPROF entrega hoje no MEC as moções aprovadas pelos professores, em todas as regiões, ao longo da semana
MEC continua a recusar pagar a compensação por caducidade dos contratos. FENPROF pede reunião a ministra da Justiça e a presidente do S.T.A.
A FENPROF não deixará cair esta causa porque não é justo, nem ético, nem politicamente aceitável um comportamento destes por parte de quem deveria ser exemplo de cumprimento e respeito pelas leis: o Governo.
Prémio literário volta a juntar FENPROF e SECRE em parceria que valoriza os professores.
Desde 2009/2010 que o SPGL luta nos tribunais pelo direito ao pagamento da Compensação por Caducidade do Contrato, consagrado em lei, a todos os professores contratados que vêem os seus contratos findar.
AOS SÓCIOS DO SPGL AOS PROFESSORES, INVESTIGADORES E EDUCADORES DE INFÂNCIA AOS DEMOCRATAS Ver Programa do Colóquio
Todos os associados que estejam interessados na interposição da ação e na interposição da providência cautelar que a antecede deverão entrar em contacto urgente com o SPGL.
João Miguel Tavares, na sua coluna no “Público” de 8 de Setembro, considera que “esta mania de apontar a porta de saída à Grécia é triplicamente chocante” E, no segundo desse conjunto de três razões escreve: “a direita não pode transmitir às pessoas a ideia...
Concurso promovido pelo SPGL no âmbito da Campanha Nacional Contra a Violência Doméstica: Prevenção da Violência nas relações de namoro
As anunciadas alterações na avaliação dos alunos no ensino básico têm provocado –sobretudo à direita, mas não só – alguma contestação. Não tanto pelo seu “conteúdo”, mas porque , alega-se, “não procuraram o consenso” ou porque alteram o que ainda há pouco fora introduzido. A esta argumentação há que contrapor que no que se refere aos exames no 4º ano de escolaridade Nuno Crato os impôs sem qualquer consenso e à revelia da quase unanimidade das opiniões de pais, professores e especialistas em educação. (Ler mais)