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Trump avisa: “Vamos considerar que atirar pedras é o mesmo que disparar uma arma”

Foi a notícia que hoje mais me chocou: a arrogância fascizante dos poderosos contra os mais fracos. Da toda poderosa América (EUA) contra os miseráveis que ela própria foi fabricando ao longo de décadas na América latina e América do Sul. Uma pedra hondurenha, que provavelmente o soldado americano nem sentirá, equivale a um tiro, provavelmente mortal. É o direito (que Trump considerará natural e Bolsonaro certamente de origem divina) de o mais forte esmagar sem piedade o mais fraco. Como Israel respondendo com armas de fogo às pedradas da Intifada. Em suma: o fascismo implanta-se, sustentado no seu poder económico, militar e jurídico. Vencerá ele ou a democracia?

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ESPAÇO ABC - Exposição de Rogério Araújo e "O meu livro quer outro livro"

Venha e deixe-se envolver pela cor e pelo movimento dos quadros de Rogério Araújo, de quem Tomás Vasques disse, em 2002, “Observador atento e imaginativo faz do seu traço irreverente, satírico, irónico e bem-humorado, na boa tradição portuguesa de escárnio e mal-dizer, um exercício de crítica aos mil grotescos que por ali fervilham(…). Das 10 às 19 horas. Até 19 de dezembro.”

O Meu Livro quer Outro Livro - Dia 5 de dezembro, 15,30h, no Espaço ABC (sede do SPGL), o professor Carlos Castilho Pais fará a apresentação do seu livro “À luz da flor da Amendoeira

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FENPROF entrega “prendas” ao Conselho de Ministros

A FENPROF desfilou esta quinta-feira desde o Ministério da Educação até ao Conselho de Ministros para entregar as suas reivindicações. As caixas dos "presentes" foram entregues vazias para que o governo as possa encher de medidas que permitam resolver os problemas dos professores e das escolas: Ler mais

Veja vídeo canção do defile de Natal

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“Com receio de perder o emprego, portugueses escolhem não conciliar vida familiar com profissional”

(Público on line, 18 de março)

Lemos este título e questionamo-nos: mas essa conciliação não devia ser um direito e talvez mesmo um dever? Prescindir deles não será tornarmo-nos infelizes?

Pois é. Mais um sinal da selva em que o neoliberalismo tornou a legislação laboral, facilitando de tal modo os despedimentos que o medo do desemprego se vai acentuando, levando a por em causa até o direito à família e a “ignorar “os direitos legalmente estabelecidos… Mas o nosso patronato ainda acha pouco, continua a vociferar que quer mais uma “reforma estrutural” da legislação, ou seja, torna-la a selva absoluta. Não deixaremos!

António Avelãs

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Factos poderosos destes 45 anos respeitantes ao PS, Domingos Lopes in Público de 01/10/2019

Dar maioria absoluto ao PS é dar-lhe carta branca para agir sem os tais “constrangimentos”, ou seja, para agir de acordo com os seus múltiplos interesses partidários.

Para podermos julgar o papel do ao longo destes 45 anos de vida democrática vale a pena ter em conta o que aconteceu ao PS após ter governado só ou em coligações, nomeadamente com o CDS e o PSD; sim, o PS até 2015 sempre se entendeu em termos governamentais com o CDS ou com o PSD. (...)

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“Não sei se por cá há mais ou menos racismo do que noutros países, mas o que importa é contribuir de forma autêntica para que ele desapareça”

O título desta nota é o “destaque” inserido no texto de Luis Reis Torgal na página 20 do Público de 22 de junho de 2020, com o título “Este mundo da (des)informação e dos falsos combates” História e memória”. A vandalização de estátuas não se inclui nesta forma autêntica de combater o racismo. Ler mais

António Avelãs

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Progressão ao 5º e 7º Escalões

Nota Informativa/Calendarização

Os docentes posicionados no 4.º e 6.º escalões a quem tenha sido atribuída a menção qualitativa de Bom na respetiva avaliação do desempenho, e que já tenham cumprido os restantes requisitos previstos nos n.ºs 2 e 3 do artigo 37.º do ECD, integram uma lista anual de graduação, de caráter nacional, ordenada por cada um daqueles escalões e por ordem decrescente, sendo a respetiva posição na lista definida de acordo com o tempo de serviço contabilizado em dias prestados pelo docente no escalão. Ler mais

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Homo "sapiens sapiens"

Talvez fosse mais apropriado Homo perniciosius insanire. Como nomear uma espécie que arrasa irreversivelmente, conscientemente, 4600 000 000 de evolução biológica, no único planeta capaz de albergar vida que conhecemos e a que podemos efetivamente aceder, pondo em causa a sua própria existência e deserdando as gerações vindouras, ad eternum, desse património? Não me parece que "sapiens" seja, definitivamente, um bom nome. Ler mais

João Correia