Agora, ME corta nas bibliotecas escolares!
Redução pode atingir 150 professores bibliotecários e terá consequências num serviço que a própria ministra considerou relevante na promoção do sucesso educativo
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Redução pode atingir 150 professores bibliotecários e terá consequências num serviço que a própria ministra considerou relevante na promoção do sucesso educativo
Conselho Nacional da FENPROF reuniu dia 6 de Abril. Entre outros aspetos, esteve em preparação a ação de mobilização geral dos professores, de 9 a 13 de Abril - Tolerância Zero para com o Governo e as suas Políticas. Veja video
“A escola inclusiva está cada vez mais em risco”. Esta a ideia que enformou todas as intervenções dos presentes na conferência de imprensa que reuniu a FENPROF, a APD e a CNOD, numa denúncia pública do desrespeito por alunos com necessidades educativas especiais.
Dossier: O futuro da educação Pública
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Temos que romper o ciclo infernal que nos estão a desenhar: Gestão, alterações curriculares, desemprego
Mais de 5000 professores subscreveram o abaixo-assinado entregue ao Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário. A FENPROF expôs ao governante as razões do pedido desta reunião, que se realizou às 14H00 de 3 de outubro, após longa insistência diária junto do gabinete de João Grancho. Dia 5 de outubro, o SPGL realizou um plenário com os professores do 1º Ciclo da área da Grande Lisboa, na Escola Secundária D. Pedro V (a Sete Rios).
Como escrevia José Saramago, nos “Cadernos de Lanzarote”, citando Galileu Galilei: E pur si muove
“ (…) O estudo do texto da abjuração de Galileu deveria fazer-se com a conveniente atenção em todos os estabelecimentos de ensino do planeta, fosse qual fosse a religião dominante, não tanto para confirmar o que hoje já é uma evidência para toda gente, que o Sol está parado e a Terra se move ao redor dele, mas como maneira de prevenir a formação de superstições, lavagens de cérebro, ideias feitas e outros atentados contra a inteligência e o senso comum (…).”(continuar a ler aqui)
Manuel Micaelo
O financiamento de escolas particulares através de contratos de associação teve, desde sempre, o pressuposto de que tal se verificaria quando a oferta da escola pública fosse inexistente ou insuficiente. Ler mais
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São vários os projectos de resolução aprovados na Assembleia da República que recomendam ao governo que legisle no sentido de resolver problemas.
Várias são também as recomendações, por exemplo da Provedoria de Justiça, mas não só, com o mesmo objectivo. (...) Ler mais:
Manuel Micaelo
Com o título “O regresso” – entenda-se: o regresso à escola após a pausa natalícia – Paulo Guinote publica no Público de hoje (4 de janeiro) uma crónica que merece um pouco da nossa atenção. Como aperitivo a um leitura que se recomenda, transcrevo aqui duas passagens(ler mais)
António Avelãs
Realizou-se no dia 9 de novembro, a 1.ª Corrida Nacional do Professor e da Educação,que partiu da Praça do Império, junto ao CCB, passou por Algés, Centro de Congressos de Lisboa, Alcântara e regressou ao local da partida. Ler mais
Rodrigo Cabral é professor do grupo de recrutamento de Economia e Contabilidade, tem 29 anos, dá aulas há 3 anos. Ler mais
Moção aprovada na Escola Secundária Emídio Navarro
Escolas confrontam-se com os silêncios das D.R.E.´s e avaliação não avança por falta de esclarecimentos
Reconhecemos a dificuldade de tomar decisões num contexto complexo como o que estamos a viver. Nenhum governo e nenhum sistema educativo está preparado para enfrentar um vírus que paralisou cerca de 180 países em todo o mundo e deixou sem aulas 1600 mil milhões de alunos. Ler mais
José Feliciano Costa
Publicação de Habilitações Profissionais, em falta, dos professores que concluíram a profissionalização no ano de 2010. No seguimento das diligências efectuadas pelo SPGL/FENPROF, verificámos que existem por publicar, em Diário da República, despachos do Director Geral da DGRHE com o reconhecimento da habilitação profissional de alguns professores que concluíram o Curso de Profissionalização da Universidade Aberta no ano de 2010.
As anunciadas alterações na avaliação dos alunos no ensino básico têm provocado –sobretudo à direita, mas não só – alguma contestação. Não tanto pelo seu “conteúdo”, mas porque , alega-se, “não procuraram o consenso” ou porque alteram o que ainda há pouco fora introduzido. A esta argumentação há que contrapor que no que se refere aos exames no 4º ano de escolaridade Nuno Crato os impôs sem qualquer consenso e à revelia da quase unanimidade das opiniões de pais, professores e especialistas em educação. (Ler mais)
Veja aqui a informação sobre a reunião de 5 de maio com o ministro. Ler mais
No sábado (18 de maio), José Pacheco Pereira publicou no jornal Público (pag.8) um texto que merece a maior atenção. Na sua essência, é uma lúcida defesa da profissão docente e dos professores. Mas é também a análise do contexto ideológico, social e político em que vai alastrando a hostilidade aos professores (e, de um modo geral, aos sindicatos). Ler mais
António Avelãs
A FENPROF dirige-se a todos os Portugueses
Esta é a pergunta que, repetidamente, a FENPROF faz nas ruas, praças, nos seus suportes informativos (página oficial, Facebook, revista JF…), na luta que desenvolve, dia a dia, e que integra a greve ao sobretrabalho que está a fazer-se em todo o país, já com resultados obtidos ao nível de diversas escolas. Ler mais Ver vídeo