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A luta pela verdade - O respeito pelos direitos sindicais

Apesar do SPGL ter conseguido junto das instâncias judiciais o direito à reintegração da nossa associada Ana Filipe no seu local de trabalho, Externato Educação Popular, que tinha sido despedida sem justa causa, a Direcção do referido Externato continua a pretender fazer prevalecer a ilegalidade e o desrespeito quer em concreto pelos direitos da docente...

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ADSE: Um imposto “escondido”

A comunicação social de hoje, 17 de julho, destaca o parecer dos juízes do Tribunal de Contas, segundo o qual o aumento do desconto dos funcionários públicos (para usar uma linguagem hoje inexata mas que continua a ser significante) para 3,5% do seu vencimento ilíquido para a ADSE é manifestamente exagerado e serviu para financiar o orçamento de Estado.

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Participar ativamente na construção do saber

A  primeira pergunta que se impõe, é: o que é que é singular no projeto educativo d’A Voz do Operário? 

Para Bárbara Ramires, “tem a ver com os pressupostos de inclusão, de cooperação, de olharmos para o indivíduo não como um aluno, mas como um cidadão, e ter assim uma formação mais ampla, uma formação para além do que são só os conteúdos programáticos”. Ler mais

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Os serviços mínimos não impedem o direito à greve, nem a continuação da luta. Não deixes que te imponham serviços que violam o acórdão do colégio arbitral.

ESCLARECIMENTOS E PROCEDIMENTOS

Por decisão de colégio arbitral, foram decretados serviços mínimos para as greves de 2 e 3 de março. Para a FENPROF, estes serviços mínimos são ilegais e será em tribunal que, tal como em 2018, tal se provará. A FENPROF sustenta a sua posição no facto de a lei prever que só poderão ser decretados serviços mínimos para exames, avaliações finais e provas nacionais. Ler mais

Consulta aqui as FAQ

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No dia em que a AR suspende alterações curriculares, FENPROF reafirma importância da jornada do Campo Pequeno

“A cessação da vigência é, de facto, uma vitória em primeiro lugar para a escola e o ensino e também para os professores”, afirmou o Secretário Geral da FENPROF. “Era um decreto lei orientado num só sentido: a poupança, o economicismo, à custa da dispensa de professores e com consequências na qualidade do ensino”, acrescentou

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Fez-se justiça

Foi com palavras fortes e sem eufemismos que o Tribunal de Loures condenou ontem o homicida de Bruno Candé a 22 anos de prisão, para além de uma indemnização de 120 mil euros aos filhos da vítima. A juíza referiu não haver “qualquer dúvida” que se tratou de uma “execução sumária” e de um crime de ódio racial. Ler mais

Almerinda Bento

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Não, não Passarão?

Em 2019 a BBC publicou um artigo sobre a ascensão da extrema-direita na Europa, o qual incluía um mapa colorido dos países de acordo com os resultados eleitorais obtidos por essa altura, tempo em que Portugal aparece a branco. Se o mapa fosse de hoje, Portugal teria as cores de França e de Espanha de 2019, e as destes países, bem como a de Itália, seriam seguramente mais carregadas. Ler mais

João Correia

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Ação e luta dos professores e dos educadores

APSL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU apresentaram, esta segunda-feira, em Vila Nova de Gaia, o calendário reivindicativo para os próximos meses, em que os professores e educadores vão continuar a exigir que o ministério da Educação aceite calendarizar a negociação das matérias como a recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, a eliminação de vagas e quotas para progressão, o regime de mobilidade por doença, a eliminação de burocracia e o respeito pelos horários de trabalho, entre outras.

Para além disso, as nove organizações sindicais divulgaram a proposta fundamentada para a recuperação do tempo de serviço que foi enviada para o ministério da Educação, dando início a um processo negocial por iniciativa dos sindicatos.

Assista aqui ao vídeo da conferência de imprensa. Veja aqui calendário

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"E se 4% dos piores professores fossem afastados das escolas?" in Público, 26/10/2015

Nos Estados Unidos, esse farol da Educação, onde num número crescente de escolas se ensina com base no criacionismo, 4 em cada 10 norte-americanos acreditam que Deus criou o ser humano na sua forma atual há cerca de 10000 anos atrás. Ao ler este espantoso artigo acerca das teorias sobre Educação de um investigador norte-americano, publicado no jornal Público, ficamos a interrogar-nos se também não seria boa ideia irradiar 4% dos investigadores, 4% dos jornalistas… e por aí fora.
Francisco Martins da Silva