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DT, o Director de Turma

Terminadas as aulas, por agora síncronas, assíncronas ou presenciais, começaram as reuniões de avaliação, síncronas ou, espantem.se, presenciais, estas últimas por indicação expressa dos Directores que consideraram, por seu livre arbítrio e aproveitando algum desnorte informativo da tutela, já estarem reunidas as condições para que tal acontecesse. Ler mais

Ricardo Furtado

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Consulta aos professores e educadores sobre as atuais condições de trabalho, direitos laborais e ação reivindicativa

QUESTIONÁRIO ONLINE   (Responder até 25 de novembro)

Por razões relacionadas com a pandemia e a crónica falta de investimento na Educação, este primeiro período do ano letivo está a ser muito diferente do habitual. O ensino presencial prevalece, porém, dada a situação que se vive, não foram tomadas todas as medidas de segurança sanitária necessárias. Para além disso, outros problemas, de natureza pedagógica ou socioprofissional, são motivo de preocupação para os docentes. Ler mais

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Tribuna Pública - 22 de Outubro – 15H – Lisboa, Jardim da Praça Paiva Couceiro

“Melhores Pensões Condições de vida Dignas Envelhecer com Direitos” é o lema da Tribuna Pública que a Inter-Reformados Lisboa/CGTP-IN vai realizar,  junto com a FARPIL/MURPI, na Praça Paiva Couceiro, em Lisboa a partir das 15h00. Esta ação resulta da necessidade de alargar o esclarecimento e mobilização da população, em geral, e dos reformados, em particular, para a luta por melhores salários, o aumento de todas as Pensões, melhor Serviço Nacional de Saúde e mais apoios sociais. Ler mais

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"COMO PODERÁ A ESCOLA AJUDAR A COMBATER OS FANATISMOS ? "

é a questão subjacente ao interpelante texto de Santana Castilho publicado na página 45 do jornal Público no passado dia 18 de novembro, com o título “O tempo e os ódios”. Texto que merece uma leitura atenta e integral. Transcrevo aqui, como aperitivo, uma pequena parte: “ A substituição da visão personalista pela utilitarista tem empobrecido nossa filosofia de ensino e aberto a porta a desesperos e fanatismos. A solidão e o abandono, tantas vezes característicos desta via, podem ser compensados com o aliciamento fácil para pertencer a grupos fanáticos, dotados de cativantes espíritos de corpo, sejam eles religiosos ou políticos (...)

António Avelãs

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O velho PS regressou ao tempo velho, Domingos Lopes in o Chocalho de 28/06/2019

Havia um PS perdido de amores por mandar em tudo. Mandou na PR, na AR, no governo, nos principais municípios; era um mandarim. Foi o que se viu.O rasto desse tempo não deixa saudades. Figuras proeminentes desse tempo aguardam julgamentos. Quem em tudo manda (o verbo é de Carlos César) ilude-se com o poder e, por isso, Portugal é um país cheio de casos de corrupção que por sinal atingem sobretudo o PS e o PSD, os dois partidos que mais gostam de mandar e distribuir pelos seus apaniguados os proveitos da sua “mandação”.