A Educação e o Orçamento de Estado
A Educação sofre no Orçamento de Estado para 2011, agora apresentado, um corte de 11,2% relativamente ao ano passado.(...) Mas ao menos que não nos atirem areia para os olhos nem nos tomem por parvos....
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A Educação sofre no Orçamento de Estado para 2011, agora apresentado, um corte de 11,2% relativamente ao ano passado.(...) Mas ao menos que não nos atirem areia para os olhos nem nos tomem por parvos....
O texto que a seguir aqui publicamos, a título excepcional, é um excerto da crónica publicada hoje, 10 de Novembro de 2010, no jornal Público, da autoria do Professor Santana Castilho. E fazemo-lo porque traduz as dúvidas e perplexidades que se colocam a todos os docentes, em particular, e a todos os cidadãos em geral sujeitos à crise de insegurança jurídica que emana dos órgãos de poder.
O Secretário de Estado da Educação João Trocado da Mata publicou no jornal “Público” de 3 de Dezembro um artigo com o título “Regras mais simples e justas no financiamento das escolas” cuja leitura se aconselha vivamente....
Na sequência da entrega da Petição “Pela realização de concursos de colocação de professores dos ensinos básico e secundário e de educadores em 2011”, que reuniu 12.301 assinaturas, a Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República agendou uma reunião com a FENPROF
A Plataforma de Sindicatos de Professores reuniu, dia 9 de Fevereiro, na Provedoria de Justiça. Em causa estão procedimentos e medidas que o Ministério da Educação tem vindo a impor e que, na opinião dos Sindicatos de Professores, violam quadros legais vigentes.
FENPROF, SPLIU, SEPLEU, SINDEP/FENEI, ASPL, PRÓ-ORDEM, SINAPE, SIPPEB e SIPE convocam os professores e educadores para uma greve a todo o serviço docente extraordinário
Dando continuidade ao processo negocial de revisão do actual contrato colectivo de trabalho do Ensino Particular e Cooperativo, a FENPROF reuniu com a A.E.E.P. no passado dia 15 de Fevereiro.
“Um, dois, três, já aqui estamos outra vez!”. “Não desistimos, vamos continuar a dizer presente”. Palavras de ordem repetidas pelos milhares de professores que encheram o Campo Pequeno para dizer “Basta” à actual política do Ministério da Educação e do Governo
Na sequência das questões colocadas pela FENPROF ao GAVE e à Ministra da Educação já divulgadas, os professores receberam um conjunto de informações sobre o assunto e a minuta do “acordo”. Sobre a assinatura do referido documento chamamos a atenção para o documento em anexo com as propostas de alteração ao acordo que sugerimos que os colegas apresentem ao formador quando forem confrontados com a proposta para assinar.
M.E. deverá esclarecer dúvidas que despacho coloca e garantir condições para que docentes concluam projectos em curso
Despedimento de milhares de docentes contratados e um número inédito de “horários zero”, são legado do anterior governo que o actual adoptou e está a concretizar!
A ideia que se pretende passar, de que os salários dos professores portugueses se valorizaram na última década, é uma verdadeira vigarice!
A ideia que se pretende passar, de que os salários dos professores portugueses se valorizaram na última década, é uma verdadeira vigarice!
Um “não ao maior despedimento da história do ensino”, a recusa dos contratos mensais, a exigências de vinculação e de transparência nas colocações, foram algumas das exigências presentes no protesto que juntou cerca de duas centenas de professores na 5 de Outubro.
Acompanhar de perto, presencialmente, este importante debate… Escrutinar atentamente as posições e os comportamentos dos diferentes grupos parlamentares… Isto também faz parte da nossa luta; da tua luta!!
Assembleia Geral de Delegados descentralizada, a realizar no dia 11 de novembro de 2011, das 14h00 às 19h00, com a seguinte Ordem de Trabalhos
A Direção do SPGL solicitou reunião urgente com Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário tendo em vista esclarecer todos os problemas relacionados com a oferta de Cursos EFA, Formações Modulares e PTT na Região de Lisboa e Vale do Tejo.
O Despacho n.º 17169/2011 “revoga” o documento “Currículo Nacional do Ensino Básico – competências essenciais” que desde 2001 tem constituído a base de trabalho nas escolas. Que implicações imediatas tem para as escolas este despacho publicado em 23 de Dezembro (após o final do 1º período letivo)?
Após a 5.ª sentença favorável de diferentes tribunais administrativos e uma Recomendação do Senhor Provedor de Justiça, seria natural que o MEC/Governo tivesse já decidido cumprir a lei, pagando aos docentes que cessaram os seus contratos a correspondente “compensação por caducidade”, o que não aconteceu.
O concurso para contratação de docentes inicia-se, num quadro de grande incerteza em relação ao futuro. Os sindicatos da FENPROF apoiarão os professores em todo o país montando, para esse efeito, um verdadeiro “gabinete” de apoio aos professores em concurso