Porque os professores estão contra a municipalização?
Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
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Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
Os professores da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro de Caldas da Rainha, abaixo assinados, tomando em consideração as políticas do Governo e do Ministério da Educação, nomeadamente:...
Com dia e meio de atraso, a FENPROF recebeu no dia 18 de manhã o projeto de diploma legal que visa alargar a todos os docentes deslocados de Portugal para escolas portuguesas no estrangeiro os apoios à deslocação, instalação e residência e criar um incentivo a quem venha a cumprir um período mínimo de 6 anos naquelas escolas. A versão anterior do projeto do MECI mereceu diversas críticas e propostas alternativas, algumas refletidas nesta segunda versão, mas nem todas. Ler mais
Realiza-se na próxima quinta-feira, na Universidade de Coimbra, um evento inédito na Europa: a primeira sessão plenária da simulação da Conferência Internacional do Trabalho (CIT), - o órgão deliberativo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) - feita por estudantes desta universidade, que assumirão o "papel" de representantes dos trabalhadores, empregadores e governos, conforme o modelo tripartido da OIT.
Decorreu, na Sala de Reuniões do SPGL, em 23 de Novembro, mais uma sessão de “O meu Livro quer outro Livro”, sobre a obra literária de Pedro de Sá, com especial incidência sobre o último romance publicado Do outro Lado do Rio, há uma Margem.
António Avelãs fez a apresentação do escritor, jovem pela idade e jovem porque a sua obra se iniciou em 2010, com o romance Olhei para trás e sorri…
Este é o meu primeiro “Notícia do Dia” deste novo ano. Não me foi difícil perceber sobre o que iria escrever. Hoje, é o dia dado como prazo para o ministro da Educação abandonar intenções manifestadas sobre o regime de concursos e calendarizar negociação de soluções para os problemas há muito colocados pelos professores e os seus sindicatos. Hoje inicia-se um acampamento de professores em frente ao ministério da Educação, que vai durar até dia 13 de Janeiro. Ler mais
Almerinda Bento
Entre 30 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007 e entre 1 de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2017, os professores portugueses viram congelado o seu tempo de serviço, num total de 3411 dias. Este facto, assim como as perdas provocadas pelas alterações na estrutura da carreira, teve um impacto imediato no seu salário, na sua carreira e na aposentação, com repercussões profundíssimas na vida das suas famílias e das escolas, geradas pelos sentimentos de desmotivação, injustiça e desrespeito. Ler mais
FENPROF mantém pré-aviso de greve durante mais uma semana, entrega novos pré-avisos mas apenas às direções das escolas em que salários continuam em falta e pede intervenção do ministro para a resolução urgente destes casos
(...) Esta tarde, foi conhecida a decisão do colégio arbitral relativamente à declaração de serviços mínimos na greve às avaliações a partir do dia 2 de julho. Cumpre esclarecer que esta decisão apenas tem implicações nos pré-avisos de greve emitidos para os dias 2 a 13 de julho, e somente nas reuniões de avaliação dos 9º, 11º e 12º anos de escolaridade.
A FENPROF irá, ainda hoje, requerer a aclaração do acórdão do colégio arbitral, no sentido de esclarecer se, efetivamente, o mesmo aponta para a prática de atos ilegais, como indicia uma primeira análise do documento.
Assim, a FENPROF apela a todos os professores para que, nos últimos dias desta semana, se mantenham firmes e empenhados nesta luta e continuem a confirmar os elevados níveis de adesão à greve convocada pela FENPROF. Ler mais
1 - Casos que implicaram a intervenção do SPGL e que mereceram alteração da postura das entidades patronais de instituições particulares de solidariedade social e estabelecimentos privados de educação:
- A alteração dos conteúdos funcionais dos trabalhadores de educação;
- A ausência de planos de contingência ou os mesmos não estarem adequados à realidade da instituição ou aos conteúdos funcionais dos trabalhadores; Ler mais
Vale a pena valorizar alguns minutos do dia de hoje (17 de fevereiro) para lermos as seis páginas que o Público dedica à cimeira EU-África, aliás, com chamada na primeira página de um modo muito assertivo: “A cimeira EU-África vai ser um êxito de fachada”, avisa o ex-diretor da Comissão Económica da ONU para África. Ler mais
António Avelãs
Assunto muito badalado nos últimos dias, a “actuação” musical que teve lugar no Encontro Ciência ’22, para comemorar os 25 anos da FCT. Ler mais
Margarida Ferreira
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) marcou uma reunião com a FENPROF, sobre Ensino Superior e Ciência, para 8 de janeiro, pelas 16 horas. A ordem de trabalhos tem como ponto único a apresentação da proposta do governo de revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), um processo que há vários anos a FENPROF vem reclamando a sucessivos governos.
Não obstante, a FENPROF aproveitará a reunião para discutir com o ministro outras importantes e urgentes matérias, como, por exemplo, o desbloqueamento das progressões remuneratórias não obrigatórias dos docentes do ensino público universitário e politécnico, a revisão dos valores dos índices salariais ou o combate à precariedade laboral, que atualmente afeta milhares de docentes e investigadores.
André Carmo
Contra o roubo dos salários e das pensões! Contra a ruína das famílias e a destruição do país! OS PROFESSORES CONCENTRAM-SE ÀS 14H 15 NA PRAÇA DOS RESTAURADORES E DAÍ SAEM EM MANIFESTAÇÃO PARA O TERREIRO DO PAÇO
Preenchimento de um postal de Boas Festas a enviar ao Ministério da Educação relembrando as reivindicações dos contratados...
A FENPROF aguarda agora que o ME, de uma vez por todas, cumpra aquilo a que está obrigado e que, provisoriamente passa pela abolição da avaliação no concurso
Inaugurada no passado mês de Abril, na antiga prisão do Aljube, a exposição A Voz das Vítimas organizada pelo Instituto de História Contemporânea, pela Fundação Mário Soares e pelo Movimento Não Apaguem a Memória que pretende constituir uma afirmação de cidadania na preservação da nossa memória histórica.