Revisão do regime de concursos
A FENPROF reúne na segunda-feira, dia 27, pelas 14.30 horas, no MEC, para iniciar o processo de revisão do atual regime de concursos para colocação de professores.
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A FENPROF reúne na segunda-feira, dia 27, pelas 14.30 horas, no MEC, para iniciar o processo de revisão do atual regime de concursos para colocação de professores.
Recusamos que os concursos de professores – decisivos para a vida das pessoas – se transformem em jogo de azar e sorte, por vezes com caraterísticas de “roleta russa”, mas em que o emprego é exceção e o desemprego a norma
Com o objetivo de assinalar este primeiro ano de governo e denunciar a política de terra queimada que tem levado por diante, com consequências muito negativas na vida de Portugal e dos portugueses, designadamente no que respeita ao setor da Educação, a FENPROF promove uma iniciativa que terá lugar no dia 21 de junho, (quinta-feira) pelas 16 horas, no alto do Parque Eduardo VII, junto à grande bandeira nacional que aí flameja.
Confirmam-se cenários negativos anunciados pela FENPROF
Tem hoje início, na maioria das escolas, um ano letivo que, devido à política do governo, poderá transformar-se em anno horribilis. O secretário-geral da FENPROF dirige-se aos professores para apelar à luta pelos seus direitos, em defesa da escola Pública e pelo futuro do país.
Nova versão apresentada pelo MEC, ainda muito longe de merecer acordo da FENPROF
Negociações concluem-se sem vinculação e com normas de concurso que continuam a merecer o desacordo da FENPROF
A FENPROF já tinha decidido na reunião do seu Conselho Nacional e vai agora concretizar: atingida a 100.ª condenação irá organizar a candidatura do MEC de Nuno Crato ao “Guinness Book of Records”.
O Dec. Lei nº 7/2013 agora publicado estabelece as regras do concurso para a vinculação de professores em quadros de zona pedagógica.
Conselho Nacional da FENPROF reuniu dia 6 de Abril. Entre outros aspetos, esteve em preparação a ação de mobilização geral dos professores, de 9 a 13 de Abril - Tolerância Zero para com o Governo e as suas Políticas. Veja video
Num momento particularmente grave para os professores, para a escola pública e para o país, a FENPROF avança com um calendário de lutas forte e exigente. Novo projeto do governo para a mobilidade especial piora ainda versão anterior.
Em breve depoimento, António Avelãs, presidente do SPGL, faz um primeiro balanço da greve de dia 17. Sublinhando a derrota do ME, a grande adesão dos professores e os bons resultados obtidos na área do SPGL.
Despacho 7-A contraria alguns compromissos do MEC, registados em Ata. FENPROF dirige-se de novo ao ministro face à não marcação de reunião pelo SEEBS
FENPROF reafirmou que este é um programa de despedimentos sem direitos e lançado em momento de grande pressão por parte dos professores. MEC não esclareceu diversas questões colocadas e que são muito importantes para os docentes Contraproposta da FENPROF em anexo
No próximo dia 7 de novembro, a partir das 15 horas, por iniciativa da FENPROF, professores do 1º Ciclo do Ensino Básico estarão frente ao MEC, na Avenida 5 de Outubro, a contestar o aumento do seu horário letivo e a exigirem a reposição da legalidade neste ciclo de ensino. Exibirão horários de trabalho que constituem verdadeiros abusos e absurdos pedagógicos.
6ª feira, 13 de Dezembro, um dia diferente Éramos meia centena e marcámos encontro, às 15:30 na porta da Casa dos Bicos, a Fundação José Saramago, que percorremos numa visita guiada com a nossa colega Maria Leiria, reencontrando a cada passo, história, memória e mundo, nas palavras incomparáveis do nosso Prémio Nobel. Tivémos a companhia da nossa amiga Eula Pinheiro, que connosco fez a “Viagem do Elefante”, e é autora da obra “José Saramago:
FENPROF decide ações e lutas para continuar a combater atuais políticas. Órgãos de direção da FENPROF reúnem em 13, 14 de março (Secretariado Nacional) e 15 de março (Conselho Nacional)
O despacho n.º 18060/2010, alterado pelo n.º 6025/2011, estabelece os procedimentos dos professores classificadores e supervisores do 1.º e 2.ºciclos. Assim devem ser garantidas aos docentes do ensino público e privado que prestam a mesma função de interesse público as mesmas condições de trabalho.
Nuno Crato assumiu o erro de incompatibilização de escalas da fórmula matemática utilizada para a ordenação dos candidatos às BCE, com críticas de toda a oposição, relativamente ao discurso evasivo que o titular da pasta da Educação e Ciência usou no início do debate de urgência marcado pelo PSD para branquear a abertura do ano letivo. Branqueamento que acabou por cair como um castelo de cartas no final do debate, com o ministro a assumir a responsabilidade pelo erro e a comprometer-se a corrigir a situação na próxima semana.