FENPROF promoveu debate sobre autonomia e gestão
FENPROF promoveu debate sobre a autonomia e gestão dos estabelecimentos de ensino e entregou no ME as primeiras 10.000 assinaturas de um Manifesto pela democratização do governo das escolas.
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FENPROF promoveu debate sobre a autonomia e gestão dos estabelecimentos de ensino e entregou no ME as primeiras 10.000 assinaturas de um Manifesto pela democratização do governo das escolas.
Ontem, com o devido destaque na comunicação social, Christine Lagarde esteve em Portugal para participar, entre outras, na reunião do Conselho de Estado. Fica sempre bem e acrescenta importância e significado, a presença de um figurão da finança internacional nas reuniões, ao mais alto nível, de pequenos países periféricos e economicamente endividados. Já tínhamos, recordemos, sido agraciados com a presença inspiradora de Mário Draghi.
Mas ontem, sobretudo, Lagarde veio clarificar, com o seu alto conceito económico-financeiro, a razão do chumbo do OE2022. Ler mais
Ricardo Furtado
Um ano acaba e outro se aproxima, com ganhos, insuficiências, problemas por resolver e a determinação da FENPROF em defesa da valorização da profissão docente e do reforço da Escola Pública. Ler mais
A NATO decidiu reforçar o seu contingente militar na fronteira oriental da Europa de 40 000 para 300 000 efetivos. Paralelamente, dois países tradicionalmente neutrais, a Suécia e a Finlândia, têm o caminho aberto para aderirem a esta organização militar do Ocidente após a retirada do veto da Turquia. Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
De acordo com as convenções coletivas aplicáveis aos docentes do Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias, a terça-feira de Carnaval é considerada feriado. Qualquer tentativa por parte das entidades patronais que resulte o contrário é manifestamente ilegal. Para mais informações ...
Professores e educadores protestam dia 16, sexta feira, contra o desemprego, a precariedade e a instabilidade. Em Lisboa, a concentração é às 15 horas, no Largo Camões. Em Setúbal é às 17h 30 na Praça do Bocage.
O ano que passou foi marcado pela luta dos professores. Plenários, greves, manifestações (a de 11 de fevereiro com 150.000 manifestantes), reuniões nas escolas, concentrações à porta do ME, um acampamento e uma caravana que percorreu o país de norte a sul. Estas iniciativas foram a resposta dos professores à insuficiência das propostas do ME. Ler mais
Sem prejuízo das certezas científicas de que as alterações nos padrões climáticos têm um cariz antrópico e que estas exigem, urgentemente, uma alteração nos modos de produção de energia, verificamos, porém, uma manifesta e generalizada incapacidade comunicativa do mundo académico para este problema, na qual a Geografia e demais ciências ambientais, têm acrescidas responsabilidades. A esta incapacidade crónica da academia em “falar para fora”, acrescem os ventos negacionistas que contaminam todo o debate que, concluído o diagnóstico, deveria nortear-se pela busca de soluções. Ler mais
Sábado, dia 22 de Maio, decorreu mais um plenário de Professores e Educadores Contratados e Desempregados, no SPGL, que teve como principal eixo de discussão a vinculação destes professores e a exigência de Concurso em 2011...
A FENPROF realizou no Auditório da Faculdade de Psicologia do Porto, no dia 17 de novembro, o Encontro Nacional do Ensino Particular e Cooperativo com o seguinte lema: “A dignificação da função docente no Ensino Particular e Cooperativo, Ensino Artístico Especializado e Ensino Profissional”.
Neste Encontro, o tema central para o debate prendeu-se com as questões relacionadas com a contratação coletiva, nomeadamente a caducidade e a ausência de uma convenção coletiva da FENPROF, bem como as fortes consequências para os docentes do Ensino Particular e Cooperativo. Ler mais
Pontos de convergência e consenso a propósito do reordenamento da rede escolar
António Carlos Cortez, num artigo do DN de ontem, escreveu: “A Suécia proibiu o uso de tablets e de quaisquer suportes multimediáticos na escola, investindo 60 milhões de euros em livros e manuais; nós por cá insistimos nos tablets e demais parafernália tecnológica. Somos um país progressista, pois claro. Somos modernos, pois então!” Ler mais
João Correia
A FENPROF decidiu promover uma Semana de Luto e de Luta pela Profissão de Professor e em defesa da Escola Pública. Entre as diferentes iniciativas programadas, serão abordados alguns temas fulcrais para os professores. Em Lisboa, o tema a debater será “Horários de trabalho dos professores – um verdadeiro atentado pedagógico”, numa iniciativa que terá lugar 6ª feira, dia 22.
Hoje, o jornal Público apresenta-nos três artigos que nos remetem para respostas sociais em início e fim de vida e para a pobreza energética que afeta muitas famílias.
Os horários de trabalho são cada vez mais sobrecarregados e extensos o que leva à necessidade de existirem respostas sociais para crianças e pessoas idosas. Nestas idades, quer umas quer outras, necessitam de cuidados. Ler mais
Albertina Pena
No dia 6 de fevereiro, ainda no âmbito da discussão da proposta de revisão do ECD, realizou-se um plenário online de professores e educadores contratados e desempregados. Com uma participação significativa, debateram-se as propostas da FENPROF, que obtiveram um consenso geral. Ler mais
A Constituição da República Portuguesa (CRP) é muito clara: incumbe ao Estado “assegurar o ensino básico, universal obrigatório e gratuito (artigo 74, 2a). Para cumprir este imperativo os sucessivos governos desenvolveram uma rede de escolas públicas e, onde essa oferta fosse inexistente ou insuficiente contratualizou com colégios privados modos de assegurar a frequência de todas crianças em todo o país.
PSD e CDS não honram compromissos firmados na ata negocial de 25 de junho e confirmados em 4 de julho, perante as organizações sindicais, na Assembleia da República
Estudos internacionais evidenciam bons resultados conseguidos pelos alunos portugueses.
Nestas alturas há sempre quem, por pouco ou nada de positivo que tenha feito, se ponha em bicos de pés e se chegue à frente para colher os louros.(...) Ler mais
Manuel Micaelo
O termo “extremo-centro” foi popularizado por Tariq Ali para descrever como partidos do “centro” adoptam políticas neoliberais e autoritárias, privatizando direitos, favorecendo elites económico-financeiras, e impondo austeridade contínua aos trabalhadores, degradando os serviços públicos. Estes partidos chamam de extremista ou utópico (na pior das hipóteses, ilegal) qualquer gesto que ponha em causa o consenso neoliberal. É a TINA - there is no alternative na sua forma acabada. Ler mais
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