Porque os professores estão contra a municipalização?
Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
Os dados publicados pelo MEC nestes últimos dias são mesmo preocupantes. Os jornais e as televisões sublinham o elevadíssimo número de alunos que com insucesso e abandono no ensino secundário.No ano de 2014, 36% dos alunos que frequentavam o 12º ano não o concluíram. Se a estes números, já de si preocupantes, acrescentarmos os do abandono dos estudantes dos cursos profissionais, fácil é concluir que não é possível manter este estado de coisas
Quando Nuno Crato puxou pela cabeça para ver como implodiria o ministério que sempre criticou, tinha duas soluções: ou motivava os professores, dignificando-os, ou proletarizava-os, balcanizando-os. Escolheu a segunda opção, a mais fácil, a que já vinha de trás. Precarizou-os, fiscalizou-os e limpou-os da última réstia de autoridade, dizendo, cinicamente, que lhes dava autonomia acrescida. Não implodiu a casa que hoje comanda. Apodreceu-a.
Só em 2014, Portugal perdeu 59 mil pessoas. Com uma diminuição de -0,57% da sua população, é hoje o país “que regista a quinta maior perda populacional do mundo inteiro, em termos relativos”.
O jornal Público de ontem, dia 28, destacava que, segundo o FMI, " vão ser precisos 20 anos para o desemprego voltar ao nível pré-crise". "Uma política criminosa" e' certamente a expressão que melhor define a política económica e a ideologia que intencionalmente condena ao desemprego uma enorme massa de cidadãos. E criminosos são os que a põem em prática.
Candidatura a Mobilidade Interna - ano escolar de 2015/2016 (de 28 de julho até às 18h00 do dia 3 de agosto
Candidatos à BCE: Comprovação de Dados - Encontram-se disponíveis na página da DGAE as minutas
Decorreu na passada segunda-feira (27/7), na "5 de Outubro", uma reunião com a presença de sindicalistas da FENPROF e de elementos da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário. Manuel Micaelo e Dulce Carvalho (SPGL); Maria José Silva (SPN); Celeste Duarte (SPRC) e Maria da Fé Carvalho (SPZS) integraram a delegação da FENPROF
No passado dia 25 (sábado), na pág 46 do jornal “PÚBLICO”, surge um texto de Francisco Louçã com o título “Finalmente, a examinite contestada”, texto que pode ler aqui. A maioria dos docentes concordará ‘com as opiniões de Louçã. Mas a contestação à examinite imposta por este MEC está ainda longe do necessário.
Pode ler-se no DN do dia 23 de julho. E a notícia concretiza: "das 23300 novas pensões de reforma atribuídas pela CGA o ano passado, 12911 foram antecipadas. O corte médio foi de 12,3%". Mais à frente, ficamos a saber que "entre 2011 e 2014 reformaram-se antecipadamente 41634 funcionários públicos".
As televisões, ontem, dia 21, insistiam na notícia: em Bruxelas os países da ainda chamada União Europeia não chegaram a acordo quanto às quotas de emigrantes do norte de África que cada país receberá.
Encontram-se disponíveis na página da DGAE as minutas de declaração de comprovação de dados (20 de Julho). Devem também consultar a Nota Informativa da Bolsa de Contratação de Escola (de 23 de Julho)
Provavelmente a última hipótese de profissionalização para os professores em exercício.
Leia a nota enviada pela U.A.
A formalização da ideia da europa a várias velocidades?
Artigo publicado no passado domingo, 19 de julho, no semanário Journal du Dimanche
Alunos veem aumentar horário letivo em 4h30m em 3 anos, regime de docência entrou em modo de desregulação total e professores são titulares de turma a tempo parcial, sendo desviados para outras atividades
DOMINIQUE STRAUSS-KAHN: “medidas impostas à Grécia vão ter efeitos devastadores na unidade europeia”.
O ex-chefe do FMI (de que foi afastado por um rocambolesco caso de “saias”) refere-se ao plano imposto ao povo grego como “um plano selvagem” e “medidas draconianas”.
À atenção dos docentes em monodocência que terminaram o curso em 1975/76
A comunicação social de hoje, 17 de julho, destaca o parecer dos juízes do Tribunal de Contas, segundo o qual o aumento do desconto dos funcionários públicos (para usar uma linguagem hoje inexata mas que continua a ser significante) para 3,5% do seu vencimento ilíquido para a ADSE é manifestamente exagerado e serviu para financiar o orçamento de Estado.