INDEPENDÊNCIA SINDICAL
A que interesses e a que dependências se submete a UGT ao assinar um acordo em tudo contrário aos interesses dos trabalhadores que é suposto representar?
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A que interesses e a que dependências se submete a UGT ao assinar um acordo em tudo contrário aos interesses dos trabalhadores que é suposto representar?
Lutemos pelo futuro! Sejamos seus construtores! Este o apelo com que Mário Nogueira terminou a sua intervenção. Um apelo presente em todas as intervenções na vigília contra a precariedade e o desemprego, que decorreu frente ao MEC, na Av. 5 de Outubro. Aqui pode ver também alguns vídeos desta iniciativa de luta e a Moção aprovada
Convocam-se os delegados sindicais para uma Assembleia Geral de Delegados descentralizada, a realizar no dia 15 de março de 2012, pelas 15h, com a seguinte Ordem de Trabalhos: Ponto Único: discussão e aprovação do regulamento eleitoral para a eleição dos corpos gerentes, conselho fiscal e conselho geral para o triénio 2012/2015.
O aumento do desemprego docente, em março, atingiu 137,1%. Insatisfeito, o Governo/MEC prepara fortíssimo ataque a desferir em setembro próximo.
O MEC irá bater record de condenações. Proferida 23ª sentença que impõe pagamento de compensação por caducidade a docentes
Mentira sobre confisco do subsídio de férias será mote de denúncia nacional promovida pela FENPROF
MEC, já condenado por 42 vezes, insiste em não pagar o que deve aos professores. É um escândalo!
Face à ausência de resposta a pedido de reunião FENPROF exige do ministro a sua marcação urgente
A FENPROF não deixará cair esta causa porque não é justo, nem ético, nem politicamente aceitável um comportamento destes por parte de quem deveria ser exemplo de cumprimento e respeito pelas leis: o Governo.
O setor perde mais 700 milhões de euros, num país em que, em apenas dois anos, foram reduzidas as verbas para a Educação em 1,8% do PIB! Apesar dos gravíssimos problemas que a afetam, o governo pretende cortar ainda mais, impedindo que se criem condições para os solucionar!
A luta dos professores associa preocupações com o emprego e condições de trabalho à qualidade do ensino, defesa da escola pública e garantia de um futuro melhor para crianças e jovens. Se, após a primeira fase de luta, os problemas não forem solucionados, a FENPROF considerará necessário continuar a lutar pois, em setembro, poderá já ser tarde.
Achei por muito tempo que ia ser professor. Tinha pensado em livros a vida inteira, era-me imperiosa a dedicação a aprender e não guardava dúvidas acerca da importância de ensinar. Lembrava-me de alguns professores como se fossem família ou amores proibidos. Tive uma professora tão bonita e simpática que me serviu de padrão...
A pedido da FENPROF, realiza-se amanhã, dia 4 de outubro, uma reunião com a Inspeção-geral de Educação e Ciência. Nesta reunião, a FENPROF pretende alertar para um conjunto de problemas detetados nas escolas neste início de ano letivo
O Governo inviabilizou a passagem a pé na Ponte 25 de Abril da Marcha por Abril, Contra a Exploração e o Empobrecimento, numa atitude ilegítima, prepotente e antidemocrática. Os docentes e investigadores já inscritos nos autocarros organizados pelas uniões de sindicatos deverão manter a sua inscrição e comparecer nos locais e horas marcados para atravessarem a ponte e convergirem, no final, para a grande concentração em Alcântara.
No Ensino Particular e Cooperativo, IPSS, Misericórdias e Ensino Profissional Particular, a pretexto da crise, assiste-se por parte das associações patronais (AEEP, CNIS, UMP e ANESPO) a uma forte pressão e tentativa de alterar as convenções coletivas com o intuito de degradar as condições de trabalho dos docentes..
Com o regime de rescisões proposto pelo governo só um clima de grande pressão/chantagem poderá levar professores a aceitarem o “donativo” do governo
hoje dia 14, quinta-feira, entre as 11 e as 13 horas, a porta do MEC, na Avenida 5 de Outubro, será o palco do protesto dos docentes das escolas de ensino artístico especializado e dos conservatórios públicos
As listas de colocações divulgadas pelo MEC no dia 12 de setembro confirmam que a instabilidade e o desemprego são imagens que marcam o início de um ano letivo que ministro da Educação e Primeiro-ministro teimam em considerar absolutamente normal. Assim se conclui que, para estes governantes, a anormalidade ganhou estatuto de normal