SEM QUE OS BONS PROFESSORES ATINJAM O TOPO DA CARREIRA, NÃO HÁ ACORDO COM O M.E.!
Comunicado da FENPROF após a reunião de 30 de Dezembro
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Comunicado da FENPROF após a reunião de 30 de Dezembro
É num quadro extremamente negativo, que o Secretariado Nacional da FENPROF reúne nos dias 7 e 8 de Outubro.
Houve algumas incorrecções e dificuldades da UA na aplicação do Protocolo estabelecido entre a UA e o SPGL(...)estranhamente os serviços não informavam ou mesmo negavam a existência do protocolo com o SPGL ...
A proposta do ME será divulgada em 12 de Agosto e as rondas negociais terão lugar em 22/23 de Agosto, 29/30 de Agosto e 9 de Setembro. Calendário negocial alargado para Setembro permitirá o envolvimento dos professores.
Governo aprofunda sanha destruidora do EPE, à margem dos docentes e das comunidades portuguesas
A revisão da estrutura curricular é armadilha para eliminar milhares de professores das escolas. 3 de Maio: tribuna pública junto ao MEC; 4 de Maio: concentração de docentes junto às DRE´s – serão acções em que os professores dirão o que pensam desta medida e exigirão a sua suspensão.
FENPROF vai avançar para os tribunais, interpondo providências cautelares nos tribunais administrativos e fiscais de Lisboa, Porto, Coimbra e Beja. As providências serão interpostas pelos Sindicatos que, em cada região, representam a FENPROF, respetivamente, SPGL, SPN, SPRC e SPZS.
RENEGOCIAR o” memorando” assinado com a “troika” começa a ser uma posição defendida por quase toda a gente – economistas de direita e de esquerda, políticos de partidos da oposição mas também dos partidos do poder, sindicatos e muitíssimos cidadãos. Imune a esta ideia continua porém o conjunto de fundamentalistas do ultraneoliberalismo...
Eram 22.32 horas de sexta-feira, dia 12 de abril, quando chegou à FENPROF a convocatória, para uma reunião a ter lugar no Palácio das Laranjeiras, Estrada das Laranjeiras 197 – 205, no dia 17 de abril de 2013 (quarta-feira), pelas 15h00.
O governo deverá abandonar propostas gravíssimas para o futuro das escolas e dos seus profissionais. É absolutamente ilegítimo pretender que os professores as aceitem e não lutem contra elas e/ou pretender condicionar a forma de lutar.
A FENPROF está em condições de garantir que a greve às avaliações, no seu primeiro dia (7 de junho) atingiu os 97,5% de reuniões não realizadas. Pelos dados já recolhidos ao longo da manhã, a FENPROF está em condições de afirmar que o nível de adesão se mantém, podendo mesmo ter aumentado ligeiramente.
A FENPROF dirigiu ao ministro da Educação e Ciência um ofício questionando-o sobre a vinculação dos professores contratados, bem como sobre o que é a necessidade evidente de alterações às regras dos concursos e colocações.
A FENPROF apresentou-se dia 8 de maio no MEC para uma reunião do "auscultação" sobre o calendário escolar e as normas para a organização do ano letivo 2014/15. O MEC limitou-se a apresentar princípios gerais e a sua interpretação de algumas alterações que irá fazer em relação ao despacho deste ano.
Só em 2014, Portugal perdeu 59 mil pessoas. Com uma diminuição de -0,57% da sua população, é hoje o país “que regista a quinta maior perda populacional do mundo inteiro, em termos relativos”.
Que só o concurso nacional, assente na graduação profissional, pode garantir
A FENPROF considera o fim das BCE uma inevitabilidade. Este tipo de bolsa foi sempre um problema para as escolas, atrasando em cerca de um mês a colocação de docentes contratados, relativamente ao que se passa com a colocação a partir da lista nacional de graduação de docentes. (...)
Dossier: Que caminhos para o 1º Ciclo?
Veja no issuu ou descarregue pdf
Portugal caracteriza-se por:
- ter uma das maiores taxas de pobreza da Europa, com 27,5% da sua população (2,9 milhões de pessoas) em risco de exclusão social em 2014;
- 1,2 milhões de trabalhadores auferir menos de 600 euros;
- 31,4% das suas crianças serem pobres, em consequência da manutenção do desemprego e dos baixos salários dos pais;(...)
João Correia
Dossier: Exigências de uma gestão democrática
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Ontem, no Público, dava-se notícia deste resultado que alguns poderão achar surpreendente, imediatamente criticado pelo Bastonário dos Médicos, segundo o qual este resultado “não traduz a situação atual dos serviços”. Ler mais
João Correia
Todo o tempo de trabalho, mesmo em horário incompleto, deve ser contado para os descontos à Segurança Social!