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A acompanhar, quer no SNS quer na ADSE

(…) “Os médicos queixam-se de que há fármacos que poderiam evitar a evolução de vários cancros que são recusados por peritos do Infarmed, porque estes consideram que em fases precoces não há “risco imediato de vida” mas só “risco de vida” (…)” refere o Público de hoje, salientando que “em causa estão fármacos para o cancro do pulmão, mama, melanoma e próstata”.
Têm que se tomar medidas que impeçam o uso destes fármacos só “na fase não curável” quando “o doente perde a oportunidade de cura”.

Manuel Micaelo

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Pagar os salários "a tempo e horas" será pedir demais?

O “Correio da Manhã” de domingo passado (21 de fevereiro) noticiava, numa breve nota em páginas interiores, que professores das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) de escolas na zona de Sintra estavam há meses sem receberem o seu magríssimo salário. Infelizmente, em outras zonas do país acontece o mesmo. Esta situação, de resto, não é nova(...)

António Avelãs

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A carta aberta aos governantes do diretor da Escola António Arroio

Termina hoje o prazo para os docentes optarem pelo faseamento da recuperação de tempo de serviço que o governo roubou. Há formas de gritar o estado de revolta que tal situação provocou nos docentes, apesar da atitude da maioria, no meu ponto de vista compreensível, tentar o melhor proveito das “migalhas” que lhes resolveram dar. O SPGL e a FENPROF continuarão a lutar pela contagem integral do tempo de serviço sonegado. No entanto há atos de coragem que gostaria de destacar. Faço eco aqui da gesto do Diretor da Escola Artística António Arroio - Rui Madeira que, numa carta aos governantes (Expresso de 29 de junho), se recusa a aceitar tão humilhante esmola a por em causa a “mais bela profissão e atividade do mundo”.

António Anes

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Um futuro ameaçador

Respondendo à “realidade” – o que sempre fica bem num jornal diário – o Público de hoje, 19 de janeiro, dedica largo espaço a questões da Educação, desde logo o destaque que lhe é dado na 1ª página. A análise da proposta negocial apresentada pelo M.E. ocupa as páginas 14 e 15, o novo curso privado de Medicina ocupa a página 18 e há dois artigos de opinião (páginas 8 e 40). Ler mais

António Avelãs