Falar de Inclusão - de 3 a 13 de setembro
Dia internacional das pessoas com deficiência
Iniciativas a decorrer em vários sindicatos da FENPROF
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Dia internacional das pessoas com deficiência
Iniciativas a decorrer em vários sindicatos da FENPROF
17h30 - Auditório da sede do SPGL
O.T.
Fotos: Joana Rodrigues SPGL D.I.P. 2021
8 de Março - 25 de Abril
Org. GT Igualdade do SPGL
Fotografias de Pedro Pereira
A pedido de alguns sócios aposentados resolvemos fazer uma visita cultural à cidade de Roma.
Vamos realizar esta visita na primavera, a melhor altura para visitar a Itália, de 8 a 12 abril. Ler mais
É o título do artigo do médico Cipriano Justo publicado no Público, de 10 de setembro, pág 51, tendo como pano de fundo as eleições de 4 de outubro.
Pode ler aqui o texto integral.
Segundo informação da DGAE encontra-se disponível a aplicação informática Vagas 2020/2021, até às 18 horas de dia 3 de março de 2020 (hora de Portugal continental), destinada à identificação por parte dos AE/ENA, dos docentes que cumprem o previsto no artigo 42.º, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor. Ler mais
Recentemente, fez-se um inquérito aos professores ingleses, do qual saiu que:
- 53% dos professores querem deixar a profissão num prazo de dois anos;
- 61% desejam sair devido ao volume de trabalho;
- 51% desejam sair para encontrar uma relação trabalho/equilíbrio de vida mais favorável.
Relata-se no DN de hoje que o último Urso-Pardo foi abatido em Portugal em 1843. Portugal ficou livre de um dos últimos grandes predadores, vítima em parte da caça, mas muito mais dos incêndios que foram assolando o nosso país desde há séculos. Ler mais
João Correia
A FENPROF pretendeu saber a opinião dos professores sobre o teletrabalho ou, usando a designação oficial, o ensino a distância,(...) Ler mais
Ver vídeo; Apresentação dos resultados do inquérito.; Resultados do inquérito
De acordo com o artº 112º do ECD, com a redacção que lhe foi dada pelo DL nº 15/07, de 19 de Janeiro o pessoal docente está sujeito ao Estatuto Disciplinar dos restantes trabalhadores que exercem funções públicas, excepto naquilo que, sobre a matéria, se encontra especialmente regulado por aquele.
Greve geral volta a inviabilizar avaliações em todo o país e, no Ensino Superior, está a levar ao adiamento de exames
ASPL, FENPROF, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB e SPLIU apresentaram ontem, 24 de março, um pré-aviso de greve (ver em anexo) a todo o serviço relacionado com a realização das sessões da componente oral e da componente escrita do exame Preliminary English Test (PET) que se estende de 7 de abril a 6 de maio de 2015.
Perante a pouca atratividade da carreira docente, a desvalorização salarial, os entraves à progressão, o roubo do tempo de serviço, a precariedade, a sobrecarga dos horários de trabalho, um modelo de gestão que não é democrático, um sistema de avaliação que não é formativo e a imposição da municipalização, o ME vem agora penalizar ainda mais os professores em mobilidade por doença. Ler mais
Albertina Pena
As anunciadas alterações na avaliação dos alunos no ensino básico têm provocado –sobretudo à direita, mas não só – alguma contestação. Não tanto pelo seu “conteúdo”, mas porque , alega-se, “não procuraram o consenso” ou porque alteram o que ainda há pouco fora introduzido. A esta argumentação há que contrapor que no que se refere aos exames no 4º ano de escolaridade Nuno Crato os impôs sem qualquer consenso e à revelia da quase unanimidade das opiniões de pais, professores e especialistas em educação. (Ler mais)
Não é fácil perceber a partir de uma não muito exaustiva pesquisa on-line. Mas dá para tremer um pouco quando se lê "É quase impossível não mexer na Constituição se queremos avançar com uma reforma de fundo do regime." Ler mais
João Correia
Abaixo os Trabalhos para Casa (TPC). Já!
Como se não bastasse o inaceitável envolvimento - e a instrumentalização que é feita - das crianças nas iniciativas de protesto que os donos dos colégios com contrato de associação usam, na defesa dos seu negócio;
(…)
M. Micaelo
Com o prazo para a apresentação do Orçamento de Estado a aproximar-se a passos largos, as pressões (os recados, os avisos…) vão-se sucedendo.
Apesar de se conhecerem os maus resultados das políticas que foram executadas em Portugal, nos últimos anos, há quem insista em “mais do mesmo”.
FMI volta à carga. Mais cortes no Estado Social, em salários, pensões e apoios sociais. Coisa pouca: mais 900 milhões de euros/ano em 2017 e 2018. Ler mais
M. Micaelo