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FENPROF apresenta ao MCTES problemas a precisar de solução urgente

Ministro mostra-se aberto a contrariar os abusos da utilização de docentes convidados e a regular o regime dos docentes contratados no direito privado

A FENPROF reuniu, a seu pedido, com o Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior para fazer o balanço da ação do governo neste seu primeiro ano de funções e para discutir, uma vez mais, os problemas que entende deverem ser resolvidos com a máxima urgência. Ler mais

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Lutar vale sempre a pena! Professores que prestam funções nas AEC voltam à 2.ª prioridade do concurso

Às direções das escolas e agrupamentos chegou, há minutos, a seguinte informação da DGAE:

“Os candidatos que reúnam os requisitos previstos no artigo 10.º, n.º 3, b) do Decreto-Lei 132/2012, e que apresentem declaração comprovativa de que prestaram serviço nas AEC em AE/ENA do Ministério da Educação, em conformidade com o disposto no artigo 26.º da Portaria 644-A/2015, podem ser posicionados na 2.ª prioridade em sede de reclamação”.
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Ensino Particular e Cooperativo - Plenário Nacional, 26 de outubro, Lisboa

No seguimento do processo negocial entre a CNEF e a FENPROF para um novo Contrato Coletivo de Trabalho para o EPC, EAE e EP, a FENPROF, mantendo, desde sempre a sua posição na defesa de melhores condições de trabalho para os docentes a exercerem funções no EPC, decidiu realizar a 26 de outubro, em Lisboa, na sede do SPGL, um Plenário Nacional. Ler mais

Proposta de Caderno Reivindicativo

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Ministro, no Parlamento, responde ao que não foi dito, para não falar do que deverá esclarecer

O ministro da Educação afirmou hoje, 4 de janeiro, na Assembleia da República que nunca o Ministério da Educação apresentou qualquer critério para a contratação de professores que passasse pelos municípios e até garantiu que essa nunca seria proposta do governo.  Ler mais

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A Avaliação dos Alunos no Básico

As anunciadas alterações na avaliação dos alunos no ensino básico têm provocado –sobretudo à direita, mas não só – alguma contestação. Não tanto pelo seu “conteúdo”, mas porque , alega-se, “não procuraram o consenso” ou porque alteram o que ainda há pouco fora introduzido. A esta argumentação há que contrapor que no que se refere aos exames no 4º ano de escolaridade Nuno Crato os impôs sem qualquer consenso e à revelia da quase unanimidade das opiniões de pais, professores e especialistas em educação. (Ler mais)