FENPROF EXIGE EXPLICAÇÕES AO MEC
FENPROF exige explicações sobre nova revisão curricular no básico e secundário e esclarecimentos sobre horário dos docentes do 1º Ciclo.
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FENPROF exige explicações sobre nova revisão curricular no básico e secundário e esclarecimentos sobre horário dos docentes do 1º Ciclo.
Milhares de Professores manifestam a sua oposição ao agravamento do horário letivo no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Secretário de Estado marcou, finalmente, reunião que foi diariamente solicitada desde há 15 dias. FENPROF, entrega abaixo-assinado no MEC, Av. 5 de Outubro, dia 3 de outubro, às 14H00.
FENPROF, APD e CNOD manifestaram preocupação profunda sobre a situação que se vive nas escolas em relação à inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais. Entre outras ações, decidiram solicitar reuniões institucionais. A primeira tem lugar dia 16.
O Governo inviabilizou a passagem a pé na Ponte 25 de Abril da Marcha por Abril, Contra a Exploração e o Empobrecimento, numa atitude ilegítima, prepotente e antidemocrática. Os docentes e investigadores já inscritos nos autocarros organizados pelas uniões de sindicatos deverão manter a sua inscrição e comparecer nos locais e horas marcados para atravessarem a ponte e convergirem, no final, para a grande concentração em Alcântara.
A FENPROF participa amanhã (24) em reunião no MEC (Palácio das Laranjeiras), pelas 9 horas, em que deverá iniciar-se a negociação do projeto que prevê a aprovação de rescisões por mútuo acordo entre o MEC e professores dos quadros.
Professores aposentados protestam junto do Primeiro-ministro e entregam Caderno Reivindicativo aprovado na sua 1ª Conferência Nacional
FENPROF considera inadiável reunião com equipa ministerial e fez saber isso ao ministro pedindo que, com caráter de urgência, seja marcada reunião
Milhares de professores acorreram aos plenários sindicais convocados pelo SPGL na área da grande Lisboa, faltando ao abrigo da lei sindical à vigilância da PACC. Apesar das muitas pressões do MEC e das direções de algumas escolas muitos professores tiveram a coragem e um sentido ético exemplares e acorreram às reuniões.
O ministro Nuno Crato tornou público que a interrupção letiva da Páscoa seria aproveitada para, em algumas escolas, avançar com a remoção do amianto existente na sua construção. Falta agora saber quais são exatamente as escolas em que o amianto está a ser removido.
Estaremos na manifestação do dia 31, contamos também com a vossa participação.
A união faz a força!
Prorrogação do prazo para os docentes do EPC obterem habilitação profissional
Em ação promovida pelo SPGL, trabalhadores e utentes do Externato Santa Joana, em Sesimbra, voltaram a protestar no dia 13 de novembro, contra salários em atraso e aumento das mensalidades.
A partir do próximo dia 16/1, iremos desenvolver todas as quintas feiras, das 14.30h às 17h, a iniciativa O meu livro quer outro livro, que propõe uma tarde de convívio, trocas e conversas à volta dos livros. Basta trazer um livro e levar outro a gosto
Comunicado de Imprensa SPGL:
O SPGL saúda os docentes e não docentes que, ao fazerem esta greve conjunta com outros trabalhadores dos serviços públicos, contribuíram para um maior isolamento social do governo e para uma clara denúncia da política intencional de empobrecimento por ele concretizada, reforçando a luta pela reposição dos salários e dos direitos laborais roubados pelo governo.
A formalização da ideia da europa a várias velocidades?
Artigo publicado no passado domingo, 19 de julho, no semanário Journal du Dimanche
No início deste novo ano letivo, António Avelãs, presidente do SPGL, dirige um apelo aos professores para que lutem enquanto pedagogos e enquanto cidadãos
Tribunal Constitucional proferiu Acórdão com declaração de inconstitucionalidade.
Leia acórdão aqui
No passado dia 1 de dezembro, a FENPROF enviou ofício solicitando ao novo ministro da Educação uma reunião. No texto, a FENPROF alerta para a urgência de resolução de várias matérias. (continuar a ler)
(…) Francisco tem levantado a voz contra a “globalização da indiferença” perante o sofrimento de famílias que arriscam a vida “em busca de um pouco de paz e dignidade”. (...)
Manuel Micaelo
Tal com há bancos e empresas "demasiado grandes para falir", parece haver também crimes demasiado grandes para serem punidos. Vários órgãos de comunicação (veja-se a título de exemplo, o Público de 7 de julho, pgs 24 -26) referiram que Tony Blair reconheceu não haver justificação séria para a guerra contra o Iraque (...)
António Avelãs