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Geringonça: caranguejola ou engenhoca?

geringonça | s. f.

Ao que tudo indica – e as sondagens parecem confirmá-lo – a “geringonça” parece estar a funcionar bem.

De facto, ao completar-se o primeiro ano de funcionamento, os balanços que se vão fazendo dão notas positivas a esta solução governativa.

A continuar assim, dos vários significados acima transcritos só sobrará o último: engenhoca, isto é, aparelho ou mecanismo de construção complexa mas que funciona.

M. Micaelo

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Sindicatos franceses unem-se contra reformas anti-sociais (31 de março de 2016)

Laurent Escure, Secretário Geral da UNSA (Union nationale des syndicats autonomes), declarou na terça-feira, perante os delegados, que o país deve finalmente virar a página, num sistema educativo que se tem revelado disfuncional. Há demasiado tempo que os governos têm vindo a ignorar que 20% dos jovens não completam o seu percurso escolar, enquanto apenas 5 a 10% beneficiam do sistema. (...)

João Correia

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Mais austeridade em 2016, avisa a Organização Internacional do Trabalho (OIT) (???)

De acordo com um novo relatório da OIT, que analisa as tendências financeiras de 187 países de 2010 a 2020, a austeridade vai começar a sentir-se novamente em 2016. As projecções do Fundo Monetário Mundial Internacional mostram que se aproxima mais um período de forte contracção da despesa global no próximo ano. Espera-se que as reduções dos orçamentos de Estado tenham impacto no PIB de cerca de 132 países.

João Correia

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Candidatura ao PREVPAP – Portaria nº 150/2017, de 3 de maio

Entre 11 de maio e 30 de junho decorre o período em que os trabalhadores da administração pública com vínculo precário devem preencher o “requerimento” (na plataforma informática criada para o efeito) para que a sua situação seja analisada pelas comissões bipartidas constituídas com vista à aquisição de vínculo definitivo na administração pública. Ler mais

aceda ao requimento aqui

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“Não é por arranjar trabalho que os pobres deixam de ser pobres”

Público, 12 de março, pags 10-11

Das várias notícias que entretanto foram surgindo esta manhã (12 de março), a que mais me chamou a atenção foi esta: “Não é por arranjar trabalho que os pobres deixam de ser pobres”. Um estudo da DINAMIA-CET (instituto ligado ao ISCTE) acompanhou longitudinalmente um grupo de pessoas pobres. Ler mais

Um trecho que merece uma leitura atenta.

António Avelãs

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Haverá ou não aumentos para a função pública em 2019?

Esta foi uma questão posta a o primeiro-ministro hoje (16 de abril), à saída de uma visita o Museu do Oriente, segundo as "Notícias ao Minuto". António Costa respondeu com um "nim": "Há um bocado em Portugal a mania de discutir fora do tempo cada uma das matéria". E especificou, considerando extemporâneo colocar-se em abril de 2018 a questão de aumentos salariais para a função pública em 2019. Ler mais

António Avelãs

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A partir de 27 de outubro: Retomar a greve ao "sobretrabalho" pelo cumprimento do horário semanal de 35 horas

Os professores têm razão: de facto, por regra, trabalham mais do que as 35 horas semanais estipuladas para o seu horário. Urge por um travão a este abuso.
No ano letivo passado, a FENPROF lançou a greve ao “sobretrabalho”, isto é, cobriu legalmente a vontade dos docentes que se recusem a trabalho que ultrapasse a carga horária definida.

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Pedido de divulgação de questionário sobre a perceção dos professores do Ensino Superior quanto à inclusão de estudantes com necessidades educativas especiais

Chegou ao SPGL o pedido de um estudante com necessidades educativas especiais de divulgação de um questionário de apoio à sua dissertação de mestrado em Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação, com o tópico “Ensino Superior Inclusivo: Aplicação de Tecnologia Assistiva”.

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Rapazes são o parente pobre da educação mas continuam a ter melhores salários

Não é um paradoxo?

Noticia o Público que “em Portugal, 60% dos alunos que em 2019 chumbaram no ensino básico eram rapazes; o género a que pertenciam também 52,35% dos que então reprovaram no secundário.”

Continua, referindo que não é só em Portugal que isto acontece, aliás, conforme os dados apresentados no relatório da OCDE Education at a Glance 2021, em muitos países da OCDE a situação ainda é pior.

E conclui, com base no mesmo estudo que “Apesar disso, os rapazes continuam a ter vantagens no mercado de trabalho. Não só arranjam emprego com mais facilidade do que as raparigas, como ganham mais (…): mesmo com o ensino superior, as mulheres auferem vencimentos que correspondem a 73% do valor pago aos homens com o mesmo grau de formação.”

M. Micaelo

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23 de novembro: Saúde ao longo da vida

No dia 23 de novembro vai realizar-se mais um debate, do ciclo de 4, com os quais se pretende preparar a III Conferência de Aposentados dos sindicatos da FENPROF. Ler mais

A inscrição para participar presencialmente deve ser feita para o mail: spgldir@spgl.pt. A inscrição para participar online deve ser feita através do seguinte link: https://us06web.zoom.us/meeting/register/tZcldequqjorHtFwBVUJZc-8ra0NW7Ncmi-e

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Segurança Social: acautelar o sistema previdencial - 14 de dezembro

Para todos os debates, às 15h30, a inscrição é obrigatória quer para os que se desloquem ao auditório do SPGL quer para os que participem on line.

A inscrição para participar presencialmente deve ser feita para o mail: spgldir@spgl.pt. A inscrição para participar online deve ser feita através do seguinte link: https://us06web.zoom.us/meeting/register/tZErduqqqzsoHdTAmaZ20EorPV8nYJ-xC4V8

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SPGL reage às mentiras de Moita de Deus. RTP reconhece razão do protesto

O SPGL enviou carta à RTP sublinhando que no programa "O Último Apaga a LUZ" de 19 de novembro, na RTP3, Rodrigo Moita de Deus aproveitou a ocasião para agredir os professores através de "afirmações falsas baseadas em culposa ignorância ou intencional decisão de mentir". A carta do SPGL mereceu resposta da Provedora do Telespectador, Ana Sousa Dias, que afirma: "Sobre este assunto já fiz uma recomendação ao diretor da RTP3 para que seja ponderada a credibilidade dos participantes em programas de debate. Não me inquieta aqui a opinião, a que o comentador tem direito, mas antes a invocação de "factos" que são manifestamente falsos e não resistem a uma rápida verificação".