Dia Internacional da Mulher
No dia 11 de março, comemorámos o Dia Internacional da Mulher, com uma visita à exposição “As Mulheres de Maria Lamas” na Fundação Gulbenkian. Ler mais
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No dia 11 de março, comemorámos o Dia Internacional da Mulher, com uma visita à exposição “As Mulheres de Maria Lamas” na Fundação Gulbenkian. Ler mais
(...) Este Encontro realiza-se num momento em que está a ter lugar um ataque frontal a todas as bases do nosso Sistema de Segurança Social, a todos os fundamentos e componentes do Estado social construído a seguir ao 25 de Abril....
Um conjunto de acontecimentos, no plano nacional, europeu e mundial estão a marcar este início de 2015: encontramo-nos a participar, pela nossa ação ou inação, em grandes transformações e mudanças. Novos tempos estão emergindo. As nuvens negras adensam-se e podem dar origem a tempestade. A agitação moral e a de espírito já são fortes.
Para a nossa entrevistada, tudo começou quando ficou desempregada, como muitos outros trabalhadores da Covina, nos anos 80. Trabalhava, então, no Jardim de Infância da empresa. “Já aí tive muita sorte, porque fui parar a uma equipa pedagógica de professoras, de educadoras, mais velhas que eu, que já trabalhavam em pedagogia ativa.” Ler mais
Mais de 10 000 professores e educadores estiveram presentes dia 27 nas cidades capitais de distrito da área da Grande Lisboa.
No quadro da revisão do ECD possibilitada pelo acordo de Janeiro, a FENPROF apresentou ao ME propostas sobre esta importantíssima matéria. Elas são públicas e caracterizam-se por alguns aspectos estruturantes
Perante a eleição de Trump - sustentada numa plataforma com múltiplas expressões fascistas -, muitas das respostas de políticos e comentadores de serviço europeus e nacionais parecem sobretudo preocupados com o alegado "fechamento" dos Estados Unidos da América (EUA) no seu relacionamento com países e instituições supranacionais.
De âmbito local, o jornal Público traz hoje um artigo de Ana Bacelar Begonha sobre o projeto fazer do Bairro a Nossa Casa. As promotoras deste projeto: Sílvia Cardoso e Kitti Baracsi têm como objetivo juntar crianças e idosos no bairro da Penha de França em Lisboa. Ler mais
Albertina Pena
Ensino superior e ciência postos em causa pela ação do governo
Docentes com doenças graves ou familiares dependentes estão preocupados com eventual não deslocação de escola ao abrigo de D.C.E. FENPROF entende que MEC e Governo deverão resolver o problema e não penalizar ainda mais quem já é tão penalizado pela vida.
Principais cidades portuguesas sem aulas. Ensino Superior faz das maiores greves de sempre.
Principais cidades portuguesas sem aulas Ensino superior faz das maiores greves de sempre!
Na edição deste ano da Noite Europeia dos Investigadores (NEI), realizada no dia 27 de setembro com o mote «Ciência Para os Desafios Globais», nos locais onde se realizaram mostras de ciência para o público, os trabalhadores científicos, com as mais variadas tipologias de vínculos precários,... Ler mais
Pelos dados que a FENPROF foi apurando, a greve dos professores ao serviço de avaliações prossegue sem quebras. O que reforça a expressão deste longo protesto dos professores
Na segunda metade do século XIX, com a revolução industrial e com a exploração intensiva do operariado, vão criar-se as condições para as lutas operárias, na Europa e nos E.U.A.
O tempo de serviço prestado pelo pessoal docente constitui um elemento fundamental para a progressão (e acesso) na carreira docente. Contudo, para que esse tempo de serviço seja devidamente considerado para o referido efeito é necessário que o mesmo seja avaliado.
O ano que passou foi marcado pela luta dos professores. Plenários, greves, manifestações (a de 11 de fevereiro com 150.000 manifestantes), reuniões nas escolas, concentrações à porta do ME, um acampamento e uma caravana que percorreu o país de norte a sul. Estas iniciativas foram a resposta dos professores à insuficiência das propostas do ME. Ler mais
Recordemos:
2018 - A lei n.º 50/2018, de 16 de agosto, transfere para todos os órgãos municipais a competência de recrutar, selecionar e gerir o pessoal não docente, ignorando que os órgãos das escolas são as entidades mais conhecedoras e competentes para desempenhar essas funções porque estão no terreno em contacto direto com os eventuais candidatos e, conhecem como ninguém, as necessidades das suas escolas. Ler mais
O argumento mais repetido para justificar que se agrupem numa mesma unidade orgânica - o agrupamento - (...) é a vantagem "pedagógica" que resultaria do facto de cada criança "estar" numa mesma escola...