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A justiça que não queremos ter

Vários são os órgãos de comunicação social que referem o (inqualificável) acórdão de um juiz desembargador  (e de uma  juíza) “naturalizando” a agressão (e bem violenta que esta foi, mas a intensidade aqui não interessa) de um marido e de um ex-amante a uma mulher acusada de ter mantido relações extraconjugais (também chamado “adultério…). Ler mais

António Avelãs

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“PS tem de fazer introspecção sobre como se deixou instrumentalizar por José Sócrates”

Diz Ana Gomes em entrevista ao Observador, acrescentando mais à frente a consideração de que o mesmo ex-primeiro-ministro possuía um projeto pessoal de poder e enriquecimento.

Não sabemos o que vão ditar os tribunais, daqui a não sabemos quantos anos, depois de uma mole de recursos e incidentes processuais, talvez algumas prescrições. Suspeitamos todos, à partida, de que sairá o já habitual rato de uma montanha caríssima, que todos pagamos para termos uma certa ilusão de justiça. Ler mais

João Correia

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Vinte e Oito horas!

O maior sindicato alemão, o IG Metal, defende e propõe 28 horas de trabalho semanal, distribuídos ao longo de 4 dias e sem redução salarial.

Paradoxalmente, enquanto por cá, os alemães da Volkswagen, a que chamamos Autoeuropa, tentam impor o alargamento da semana de trabalho, na Alemanha, o IG Metal, da indústria metalúrgica e de engenharia, com quase 4 milhões de associados, luta por condições de trabalho que conduzam a um maior equilíbrio na vida dos trabalhadores e das suas famílias. Ler mais

Ricardo Furtado

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A Síndrome de Pilatos

O ME e a Câmara Municipal de Sintra não se entendem quanto a esta escola, à semelhança de muitas outras a nível nacional (entre as quais se encontra a escola em que leciono). Edifícios originalmente horríveis degradam-se a pontos terceiro-mundistas, apesar das inúmeras diligências junto da tutela, de pais, direções, partidos políticos, para que as obras necessárias se realizem. Ler mais

João Correia

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Organização do Ano Letivo (OAL): questões essenciais foram adiadas

Na reunião de dia 6 de junho entre a FENPROF e o M.E. sobre a organização do ano letivo 2018/2019, e tendo como referência a proposta enviada pelo ministério, a FENPROF insistiu na necessidade de clarificar inequivocamente quais as atividades que devem ser incluídas na componente letiva ou não letiva, de modo a pôr termo ao abuso de muitos diretores de incluírem indiscriminadamente atividades com alunos na componente não letiva de estabelecimento. Ler mais

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As Greves e as habilidades

Para além dos Professores também os Enfermeiros e os Técnicos de Diagnóstico, os Juízes e os Oficiais de Justiça, os Maquinistas e o pessoal das Infra-estruturas, os Guardas Prisionais e os Estivadores, os Polícias e os Bombeiros, entre tantos outros sectores profissionais, se encontram em conflito laboral com as entidades empregadoras/Estado. Ler mais

Ricardo Furtado

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Apelo aos Professores

Face à decisão do governo (no final do ano letivo passado) de considerar que as reuniões da avaliação podem decorrer sem a presença de todos os professores, numa visão meramente burocrático-administrativa de um ato que deve ser essencialmente pedagógico, o SPGL e os sindicatos da FENPROF propõem que conste  na ata de cada reunião a seguinte TOMADA de POSIÇÃO:

Sendo esta reunião a primeira que se realiza após a alteração do regime de funcionamento dos conselhos de turma de avaliação, ... Ler mais

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Posição da FENPROF sobre a nova modalidade de roubo de tempo de serviço aprovada pelo Governo

Governo mantém roubo aos professores admitindo, apenas, que escolham a forma de lhes serem apagados mais de 6,5 anos de tempo de serviço cumprido

Professores não abdicam da recuperação de todo o tempo de serviço (9A 4M 2D) que cumpriram e acreditam que a Assembleia da República reporá a justiça Ler mais

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Greve e concentração nacional - Lisboa - 15h junto ao MTSSS (Praça de Londres)

Os docentes das IPSS e Misericórdias exigem:

  • O respeito pela Contratação Coletiva;
  • A aplicação e cumprimento efetivo das Convenções Coletivas publicadas para estes setores;
  • Um Contrato Coletivo de Trabalho que equipare as condições de trabalho às do Ensino Público, horário, carreira e salários dignos;
  • O reconhecimento do tempo de serviço dos Educadores de Infância a exercer funções em Creche para todos os efeitos, incluindo carreira e concursos

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