SOBRE O NOVO ESTATUTO DO ALUNO
O que nos deve preocupar é o sucesso dos alunos. De todos os alunos. E quanto a isso, o Estatuto do Aluno avança muito pouco.
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O que nos deve preocupar é o sucesso dos alunos. De todos os alunos. E quanto a isso, o Estatuto do Aluno avança muito pouco.
O texto que a seguir aqui publicamos, a título excepcional, é um excerto da crónica publicada hoje, 10 de Novembro de 2010, no jornal Público, da autoria do Professor Santana Castilho. E fazemo-lo porque traduz as dúvidas e perplexidades que se colocam a todos os docentes, em particular, e a todos os cidadãos em geral sujeitos à crise de insegurança jurídica que emana dos órgãos de poder.
A FENPROF deu parecer negativo ao projecto de portaria apresentado pelo ME que visa estabelecer o processo de avaliação de desempenho dos directores das escolas. A FENPROF defende que a avaliação a estes docentes se deverá centrar na escola e no trabalho que nela desenvolvem.
“Um, dois, três, já aqui estamos outra vez!”. “Não desistimos, vamos continuar a dizer presente”. Palavras de ordem repetidas pelos milhares de professores que encheram o Campo Pequeno para dizer “Basta” à actual política do Ministério da Educação e do Governo
Realiza-se amanhã, frente ao Ministério da Educação a primeira das 4 acções de denúncia e protesto agendadas para 22, 24, 29 e 31 de Março.
A FENPROF deu por concluídas, sem acordo com o MEC, as negociações para substituição do atual regime de avaliação de desempenho docente. Em sede de ata negocial global, a FENPROF fará constar as razões do seu desacordo, que assentam em posições de princípio e correspondem a aspetos essenciais do modelo.
Assembleia Geral de Delegados descentralizada, a realizar no dia 11 de novembro de 2011, das 14h00 às 19h00, com a seguinte Ordem de Trabalhos
O Despacho n.º 17169/2011 “revoga” o documento “Currículo Nacional do Ensino Básico – competências essenciais” que desde 2001 tem constituído a base de trabalho nas escolas. Que implicações imediatas tem para as escolas este despacho publicado em 23 de Dezembro (após o final do 1º período letivo)?
A FENPROF reitera a sua rejeição à organização do EPE, não de acordo com as necessidades, mas por imposição economicista
Moção aprovada na Escola Secundária Emídio Navarro
Nova versão apresentada pelo MEC, ainda muito longe de merecer acordo da FENPROF
Negociações concluem-se sem vinculação e com normas de concurso que continuam a merecer o desacordo da FENPROF
Com a fúria de despedir professores, governo atenta gravemente contra ensino de qualidade.
A anunciada vinculação de apenas 600 professores exclui a esmagadora maioria dos que reúnem requisitos legalmente estabelecidos. Reforçam-se as razões para que a Fenprof recorra aos tribunais.
A Inter-Reformados foi criada em 10 de Novembro de 1990. Há mais de 22 anos que o nosso movimento sindical, para poder desencadear lutas solidárias, começou a organizar os reformados em comissões a partir dos sindicatos nos quais estavam filiados e que, após terem passado à situação de reforma, ...
A FENPROF repudia veementemente o facto da troika se arrogar no direito de impor essa ou qualquer outra medida a Portugal.
(…) 5. Mal foi anunciada a greve dos professores, surgiram, cândidos, dois discursos: o dos que a condicionam a não perturbar a tranquilidade do chá das cinco e o dos que só militam na solução que nunca é proposta. Aos primeiros, é curioso vê-los invocar o direito de uns, com as botas cardadas calcando os direitos dos outros....
No seguimento da luta contra a Prova de Avaliação de conhecimentos, cujas providências cautelares deram hoje entrada em diversos tribunais do país, no próximo dia 5, terça-feira será a vez da entrega da Petição Pela Revogação da Prova, subscrita, em poucos dias, por mais de dez mil docentes.
No próximo dia 7 de novembro, a partir das 15 horas, por iniciativa da FENPROF, professores do 1º Ciclo do Ensino Básico estarão frente ao MEC, na Avenida 5 de Outubro, a contestar o aumento do seu horário letivo e a exigirem a reposição da legalidade neste ciclo de ensino. Exibirão horários de trabalho que constituem verdadeiros abusos e absurdos pedagógicos.
A FCT assina, com pompa e circunstância, os contratos de investigador. A pressa de mostrar qualquer ação para esconder a política de destruição do sistema de ensino superior público e da investigação revela a política desnorteada deste ministro.