Que se lixe o Ronaldo!
A propósito do decréscimo do crescimento da economia portuguesa, o nosso Ronaldo das finanças recomendou dobrar as cativações as verbas do OE de 15% para 30%.
Governar assim não custa nada. Ler mais
Ricardo Furtado
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A propósito do decréscimo do crescimento da economia portuguesa, o nosso Ronaldo das finanças recomendou dobrar as cativações as verbas do OE de 15% para 30%.
Governar assim não custa nada. Ler mais
Ricardo Furtado
“É uma nova fuga de informação global, que envolve mais de 13 milhões de documentos que vêm trazer luz sobre as operações feitas através dos paraísos fiscais. Depois dos Panama Papers, o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação traz agora a público revelações (...) Ler mais
Paula Rodrigues
Desta vez não é uma notícia, mas uma entrevista. Contudo vale bem a pena lê-la.
Paula Rodrigues
É por isso que a reposição rápida do valor do salários e das pensões é medida mais do que simbólica do virar de página contra a austeridade que provoca empobrecimento. Que o anunciado governo à esquerda seja capaz de o cumprir, com o realismo e determinação que se impõem.
A. Avelãs
Mais uma iniquidade do governo que acresce razões de luta. Entrega de providências cautelares nos tribunais e de petição na Assembleia da República
O SPGL saúda muito particularmente o exemplo de dignidade humana e profissional dos professores e educadores que persistem na recusa de entrega dos objectivos individuais e do pedido de “aulas assistidas” mesmo em situação minoritária nas suas escolas. ...
Na sequência, da aprovação do Decreto-Lei n.º 48-B/2024, de 25 de julho (recuperação do Tempo de Serviço), o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGeFE), está a impor às escolas um conjunto de procedimentos a serem realizados durante o mês de agosto (de 14 a 25). Ler mais
Como acontece sempre que são divulgados estudos comparados, no âmbito do Programa Eurydice, dos salários dos docentes que exercem a sua atividade nos diversos países europeus, aparentemente, os professores portugueses surgem no grupo dos mais bem pagos. Este ano, na sequência da divulgação do “Teachers’ and School Heads’ Salaries and Allowances in Europe – 2014/15”, uma vez mais isso acontece, com os títulos na comunicação social a afirmarem que os professores, em salário absoluto estão no meio da tabela, mas tendo como referência o PIB, se encontram no topo.
Francisco Martins da Silva
Alguns dos meus amigos consideram que sou dos que praticam a teoria da conspiração.
E eu sou levado, muitas vezes, mais do que gostaria, a dar-lhes razão. (...)
A propósito da pretensa obrigatoriedade de créditos de formação contínua no processo de avaliação de desempenho dos docentes o SPGL esclarece que "A obrigatoriedade de créditos de formação contínua só é legalmente exigida para a progressão na carreira docente (Ponto 2 alínea c) do Artigo 37º do ECD)"
Era muita a propaganda governativa sobre o “acelerador” da carreira docente, que foi mais uma forma de o governo de António Costa fugir à justa e indispensável recuperação do tempo de serviço que, para os professores, se mantém congelado. Ler mais
As ideias têm outra luz antes de se esconderem nas palavras. Explodem na treva antes de arrefecerem nos sinais. Mas quanta luz se ganha no manuseio, na interrogação, no vocabular da palavra
Pertence ao próprio A. Borges Coelho (História de Portugal, volume1, 2010, p.11) este elogio ao poder da ideia que é preciso recuperar nas palavras que a escondem e a arrefecem, mas que ao mesmo tempo lhe dão mais força quando temos a coragem de as interrogar. Foi com elas que inauguramos o nosso Espaço ABC (António Borges Coelho) que, como salientou o presidente do SPGL, é o reflexo do que ele acreditava — que a cultura é também uma forma de luta, que a escola é lugar de libertação, e que a memória é uma força viva. Ler mais
Há cerca de um mês ficou a saber-se de uma situação insólita na Universidade NOVA de Lisboa: a acumulação de salários provenientes de dois contratos distintos que o Reitor mantém com a sua própria Universidade. Para além do salário devido pela sua condição de Reitor, João Sáàgua, Professor Catedrático de carreira da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (NOVA-FCSH), acumula outra remuneração proveniente de um contrato como Professor Catedrático convidado com essa mesma Faculdade. Ler mais
Hoje, 2 de setembro, os educadores e professores, do ensino público e do privado, apresentam-se nos seus agrupamentos de escolas, escolas não agrupadas e estabelecimentos particulares, cooperativos ou de natureza social. Serão agora desenvolvidos os procedimentos finais para receber os alunos.
Será um ano letivo que continuará marcado pela falta de professores porque continuam a faltar medidas de efetiva resolução de um problema que, a arrastar-se, porá em causa o direito constitucional à educação e ao ensino de qualidade para todos, cuja responsabilidade é da Escola Pública. Ler mais
As escolas debatem-se, no seu dia-a-dia, com problemas que tornam evidentes a falta de condições mínimas para o seu funcionamento. Esta situação, que se arrasta já há demasiado tempo, em muito contribui para os atos de indisciplina e violência que têm ocorrido em contexto escolar.
O SPGL solicitou uma reunião à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares para de viva voz dar a conhecer situações concretas e exigir a sua rápida resolução.
Com o desenvolvimento do terrível ataque que está a ser desferido, pelo governo português, contra a qualidade do ensino, a Escola Pública e a Profissão de Professor, diversas organizações estrangeiras começaram a enviar posições de solidariedade para com os professores portugueses e condenação das políticas em curso.
Dia 16 de dezembro, à meia noite, a comunicação social irá divulgar, pelo 16º ano consecutivo, rankings de escolas construídos a partir dos resultados dos alunos em exames nacionais.
Estas listagens têm apresentado ordenações diferentes, em função dos critérios utilizados, nomeadamente o estabelecimento ou não de um número mínimo de exames realizado por escola ou a ponderação do perfil socioeconómico dos alunos – um dos fatores que mais influenciam os resultados escolares no nosso país. Ler mais
O Plano “Alunos sem aulas” foi o mote da intervenção da FENPROF no Plenário de Sindicatos da Frente Comum, realizado junto à residência oficial do 1º ministro no dia 2 de julho. Ler mais