Carta Aberta ao Ministro da Educação
As nove organizações sindicais endereçaram ao ministro da Educação uma carta aberta onde solicitam a retoma das negociações, ainda este ano escolar.
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As nove organizações sindicais endereçaram ao ministro da Educação uma carta aberta onde solicitam a retoma das negociações, ainda este ano escolar.
Em relação ao início do próximo ano letivo, FENPROF identifica problemas e reitera críticas à ação do ME. Há atrasos na disponibilização de informação essencial às escolas, corte em recursos já insuficientes (designadamente humanos), medidas anunciadas em cima da hora... Ler mais
Na viragem da década de 80 para a de 90 do século passado, o país via os problemas das pessoas a agravarem-se, mas as políticas governativas só se preocupavam com o cimento e o betão financiado pelos fundos comunitários. Chegados a 2023, o ministro João Costa desdobra-se em visitas e declarações para falar do cimento e do betão a erguer na Educação, que serão em boa parte pagos pelos fundos comunitários, incluindo o PRR.
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Na sequência do Encontro Internacional de O Cinema, Cem Anos de Juventude, tivemos uma longa e animada conversa com Teresa Garcia, de Os Filhos de Lumière, na sede da associação. Aqui fica um pouco do muito que foi dito. Ler mais
Decorreu, no dia 31 de julho, a segunda reunião de negociação em torno das medidas propostas pelo governo no âmbito do designado Plano +Aulas +Sucesso.
A FENPROF, compreendendo a necessidade de algumas medidas de caráter mais imediato, reiterou que se trata de um plano pouco ambicioso. Ler mais
deverá fazer refletir sobre o que (não) tem sido feito
para prevenir e combater a violência e obrigar a que se tomem medidas
Em primeiro lugar, a FENPROF manifesta a sua solidariedade com toda a comunidade educativa da Escola Básica da Azambuja e, em particular, as vítimas do ato violento que nela teve lugar, colocando, mais uma vez, o problema da indisciplina e violência nas escolas no topo das preocupações. Ler mais
No início deste ano escolar, entrevistámos José Feliciano Costa, presidente do SPGL. Nas respostas às perguntas apresentadas, faz uma síntese das principais questões que se colocam aos professores e salienta a necessidade do seu envolvimento e luta. Ler mais
Ano de 1974 - Decorria o mês de Abril, como sempre… vazio de esperanças, monótono, cinzento. Ler mais
Fomos falar com o professor José Passos, coordenador do projeto Escola Azul, do Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro, em Oeiras. Deu-nos a conhecer este projeto que aposta na literacia dos oceanos e na transformação pessoal dos envolvidos. Ler mais
José Feliciano Costa
Portugal tem um dos modelos de formação inicial de docentes com a mais elevada qualidade do mundo. Isto não significa que não haja aspetos a melhorar, no entanto, as alterações propostas por sucessivos governos não honram esta tradição da formação inicial de professores em Portugal. Ler mais
Mais de 10 000 professores e educadores estiveram presentes dia 27 nas cidades capitais de distrito da área da Grande Lisboa.
... O Agrupamento de Santo Onofre colocou o interesse dos alunos acima da “guerra da avaliação de desempenho” e, por isso mesmo, rejeitou integralmente o modelo do ME, um modelo que substitui a cooperação pela concorrência e o trabalho colectivo pelo individualismo. ...
Por iniciativa da FENPROF e acção dos professores, ME / Governo foram obrigados a recuar no fim do vínculo de nomeação dos docentes e mandaram retirar as listas de transição para a contratação
Impuseram aos sindicatos de trabalhadores de serviço público – neste caso, aos professores – uma lei sindical que prejudica os sindicatos de maior dimensão.
Foi uma verdadeira maré de gente que se espraiou pela Av. da Liberdade, entre o Marquês e os Restauradores. Uma multidão alimentada pelas várias pré-manifestações que se fundiram num protesto comum contra o PEC
Em desrespeito por recomendações da Assembleia da República, governo decide encerrar, de imediato, 701 escolas do 1º Ciclo, podendo pôr em causa direitos de cerca de 10.000 crianças
Em artigo hoje (27 de Julho) divulgado no “Público”, e que aqui transcrevemos, a ANMP denuncia a ausência de suporte legal para a concretização da fusão de agrupamentos escolares. Face a esta situação, tanto a ANMP como a Confederação Nacional das Associações de Pais admitem a possibilidade de recorrer aos tribunais.
O argumento mais repetido para justificar que se agrupem numa mesma unidade orgânica - o agrupamento - (...) é a vantagem "pedagógica" que resultaria do facto de cada criança "estar" numa mesma escola...
Adiamento da resolução do problema criado com o actual modelo de avaliação prejudica as escolas no momento mais sensível do ano
A FENPROF entende que o ensino superior público, tal como a própria designação indica, deve ser um bem público.