ORÇAMENTO DE ESTADO - VALE A PENA LUTAR
Um Orçamento de Estado medonho, no qual, contudo, foi possível introduzir um aspeto positivo que a FENPROF valoriza. Confirma-se, assim, que vale a pena não desistir e lutar.
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Um Orçamento de Estado medonho, no qual, contudo, foi possível introduzir um aspeto positivo que a FENPROF valoriza. Confirma-se, assim, que vale a pena não desistir e lutar.
Desde os anos 70 se defende a igualdade de direito à educação para todos e a transformação da escola como forma de responder à universalidade de acesso e de sucesso. A ideia de aprender juntos com respostas adequadas, obriga a mudanças nas atitudes e nas práticas pedagógicas, bem como na organização, gestão, financiamento, recursos, formação dos docentes, nos currículos e, especialmente, na compreensão de que as barreiras estão na sociedade e não na pessoa, rejeitando respostas paralelas ou artificiais, face ao contexto natural onde a aprendizagem e o desenvolvimento devem ocorrer. Ler mais
Por lapso de informação, uma das moções aprovadas por unanimidade no Plenário de Professores Contratados e Desempregados, no dia 25 de Março, não foi divulgada correctamente...
Convocam-se os delegados sindicais para uma Assembleia Geral de Delegados Extraordinária para dia 13 de Outubro, pelas 15 horas, no Auditório da sede
A FENPROF rejeita este regime jurídico que representa uma manifestação de incapacidade de governantes e falta de vontade política de governos para dotarem as instituições, dentro do direito público, de um quadro legal respeitador da autonomia que lhes está constitucionalmente consagrada. (...)
A CGTP-IN apela a uma concentração dos trabalhadores no dia da votação final de um Orçamento de Estado cuja orientação global é empobrecer quem trabalha, proteger os lucros obscenos de setores que engordam com a crise e submeter a qualidade de vida dos portugueses à tirania das “contas certas”. Dia 25 de novembro, a partir da 10,30h.
A DGEEC divulga a publicação “75 Anos de Estatísticas da Educação em Portugal” – série cronológica longa de informação estatística oficial, relativa a processos formais de educação e formação, contendo dados e indicadores sobre matrículas, resultados escolares, pessoal docente e estabelecimentos de ensino / instituições de ensino superior."
https://www.dgeec.mec.pt/np4/1535.html
No próximo dia 9 de outubro realizamos um passeio Cultural ao Seixal onde iremos visitar a Quinta da Fidalga, a Oficina de Artes Manuel Gargaleiro, o Centro Internacional de Medalha Contemporânea e o "Fluxo Contínuo" das esculturas do artista Ticiano Rottenstein.
Consulta programa | Ficha de inscrição
As inscrições estão abertas até 29 de Setembro para: brauliolmartins@gmail.com
Ultrapassagens na carreira docente continuam a levantar dúvidas de constitucionalidade. Provedor da Justiça pede fiscalização da constitucionalidade de norma do ECD
FENPROF lança petição contra a prova de acesso à profissão. É preciso acabar de vez com o absurdo!
Nos últimos dias muito se tem escrito, dito e "redito" sobre os acordos os não acordos entre o ministro M. Centeno e o demissionário presidente da CGD, A. Domingues. Ler mais
António Avelãs
O primeiro-ministro António Costa deixou o recado aos reitores das universidades portuguesas: “é fundamental combater a precariedade no ensino superior”. Estes, por sua vez, depois de numa fase inicial terem difundido ideias erradas junto de potenciais interessados levando a que muitos nem sequer submetessem requerimento, boicotam, agora, o programa de regularização de vínculos precários na Administração Pública (PREVPAP), Ler mais
André Carmo
Eleições no Brasil, uma questão de classe
Os mapas são instrumento de análise muito esclarecedores. O padrão de voto das eleições mostra claramente a clivagem profunda que existe entre classes sociais na sociedade brasileira. O Brasil é hoje um país dividido. E a clivagem é, em larga medida, económica,... Ler mais
André Carmo
À hora em que escrevo este pequeno texto e folheio o jornal “Público”, dezenas de professores/as e educadores/as de todo o país convergem para Lisboa para um Plenário Nacional frente à escadaria da Assembleia da República. Ler mais
Almerinda Bento
Os professores, educadores e investigadores científicos envolveram-se, de forma muito expressiva, na Greve Geral de 24 de Novembro, razão por que a FENPROF saúda todos os docentes e os investigadores dos sectores público e privado, que participaram nesta grandiosa jornada ...
O momento não é para ficarmos parados à espera que nos retirem todos os direitos conquistados ao longo de uma vida de trabalho. hora de luta, por isso, a 25 de Agosto, vamos dar a conhecer ao Governo PSD/CDS o nosso descontentamento...
Nome forte da pintura e gravura portuguesas, galardoada com vários prémios, Marília Viegas, que foi professora da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, apresenta na Espaço António Borges Coelho algumas das suas obras onde a memória histórica se conjuga com o quotidiano das campos e dos lugares que habita. A não perder. De 2ª a 6ª feira, das 10 às 18 horas!
(O ESPAÇO ABC é na sede do SPGL, na Rua Fialho de Almeida, 3, em Lisboa).
FENPROF aguarda o envio do documento final até dia 1 de março e decidirá, até dia 2, se pedirá ou não a negociação suplementar.
Apesar de o processo ser centrado na revisão do regime de concursos, o Secretário-Geral lembrou que, desde a primeira hora, a FENPROF considerou que as questões do tempo de serviço e das vagas tinham que estar em cima da mesa, coisa que o Ministério da Educação negou, pelo que a luta dos professores por essa justa reivindicação tem que se manter forte.
No dia 21 de maio, o ministro montou uma farsa a que chamou negociação; logo na primeira reunião do fecho desta ronda negocial, assinou um acordo com uma estrutura sindical, a primeira a ser recebida nesse dia, que se prestou a alinhar nesta farsa. Só depois reuniu com as restantes organizações, com a mera intenção de que estas plebiscitassem o dito acordo. Ler mais