Professores com mais de 60 anos podem deixar de dar aulas…
O Ministério da Educação (ME) admite que os professores com mais de 60 anos possam deixar de dar aulas e passar a desempenhar outras atividades nas escolas. Ler mais
M. Micaelo
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O Ministério da Educação (ME) admite que os professores com mais de 60 anos possam deixar de dar aulas e passar a desempenhar outras atividades nas escolas. Ler mais
M. Micaelo
Realiza-se no próximo dia 11 de dezembro (segunda-feira), às 10h00 uma reunião sindical, aberta a todos os investigadores, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sala B112.D (Edifício da Biblioteca). Ler mais
Reunido no dia 24 de janeiro, o Conselho Geral aprovou por maioria a proposta de Orçamento do SPGL para 2024 apresentado pela direção, que mereceu um parecer favorável do Conselho Fiscal.
O Relatório Anual de Atividade Sindical (2022/2023) mereceu parecer favorável do Conselho Geral - “Após ouvir a apresentação do Relatório Anual de Atividade Sindical referente ao exercício do ano letivo 2022/2023 produzida por José Costa, Presidente da Direção do SPGL, e os esclarecimentos por si prestados aos conselheiros que intervieram nesta reunião, o Conselho Geral é de parecer que o dito relatório traduz com seriedade a intensa atividade sindical relativa a 2022/2023.”
Em 5 de dezembro, a FENPROF reuniu no Ministério da Educação, Ciência e Inovação. Os assuntos abordados foram muito importantes, justificando a realização de um Plenário Online que tem lugar esta sexta-feira, 6 de dezembro. As
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https://us06web.zoom.us/webinar/register/WN_qkO-iuG8RjCRfVXU-CPOEA
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A vida dos trabalhadores, dos jovens, dos reformados e da população em geral está difícil. Crescem as dificuldades para garantir uma vida digna, com salários e pensões insuficientes para cobrir os custos da habitação, alimentação e serviços essenciais, a que se juntam mais dificuldades para efectivar os direitos à saúde ou à educação.
Lisboa | Martins Moniz/Alameda | 14h30
Santarém | Lj. do Cidadão/Jardim da República | 10h30
Setúbal | Praça do Brasil - Coreto Luísa Todi | 15h00
O SPGL apela a todos os docentes para que debatam nas suas escolas a grave situação que atravessamos de modo a coletivamente encontrarmos as alternativas necessárias e possíveis a uma política cujos resultados desastrosos são já por demais evidentes.
Este ano, apesar da legislação publicada, o decreto-lei nº 132/2012, parecer à partida mais claro quanto ao mecanismo de seleção, já que obriga à consideração da graduação profissional com uma ponderação de 50%, voltaram a registar-se arbitrariedades em várias escolas / agrupamentos que definiram subcritérios para a entrevista ou avaliação curricular que, por não serem universais, não poderiam estar presentes num concurso público!
Na iniciativa de arranque oficial da Semana de Luto e em Luta - que simbolicamente teve lugar frente ao palácio das Laranjeiras, onde uma delegação da FENPROF foi pedir, com carácter de urgência, uma reunião com o MEC - o presidente do SPGL deixou uma mensagem de confiança.
Na sequência de pedido de esclarecimento formulado sobre a matéria supra veio o Ministério da Educação, através do Instituto de Gestão Financeira (IGEFE), comunicar as orientações que sobre a mesma foram emitidas pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público. (...)
Foi o SPGL contactado pela Senhora Chefe de Gabinete do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social a informar que através de Despacho conjunto com o Ministério da Educação, os 30 dias de 2013/2014 vão ser considerados pela Administração. Ler mais
Terão FCT e MCTES avaliado mal a gravidade da epidemia?
Terá essa subestimação impedido a renegociação atempada dos contratos com os avaliadores dos projetos, designadamente no que concerne a prazos?
Se foi esse o problema, não podem os investigadores ser penalizados por isso!
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirmou, na Assembleia da República, que apoiava a decisão da Fundação para a Ciência e a Tecnologia de não prolongar mais o prazo para apresentação de candidaturas ao programa de financiamento de projetos de investigação em todos os domínios científicos. Ler mais
A Agência Lusa noticia hoje, 5 de Maio, num texto de Paulo Novais, que a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defende a marcação urgente de mais um fim-de-semana para vacinar os trabalhadores docentes e não docentes em falta contra a covid-19, incluindo os do ensino superior. Ler mais
Francisco Martins da Silva
Divulgação do projeto “O papel dos cidadãos no conhecimento da biodiversidade: o caso de estudo das coberturas verdes na cidade de Lisboa”, realizado por Viviana Monteiro Padinha, aluna do Mestrado em Ecologia e Gestão Ambiental na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).
Ciência cidadã e biodiversidade - Coberturas verdes na cidade de Lisboa (google.com)
ASPL, FENPROF, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU reúnem amanhã (4 de julho, pelas 14 horas), a seu pedido, com duas comissões parlamentares em simultâneo: a Comissão de Educação, Ciência e Cultura e a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública...
A FENPROF questionou, esta segunda-feira, a Fundação para a Ciência e Tecnologia sobre a não suspensão dos prazos de candidatura a concursos, num ofício enviado à presidente da FCT com conhecimento ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e aos grupos parlamentares da Assembleia da República. Ler mais
No encerramento do congresso do autointitulado Movimento Europa e Liberdade (MEL), na passada quarta-feira, o líder do PSD, Rui Rio, fez questão de sublinhar que o seu partido “não é um partido de direita quando nasceu em 1974, era de centro e marcadamente de centro esquerda”. Ler mais
Joaquim Jorge Veiguinha
Para além da redução do valor da hora extraordinária em mais de 30% e da ilegalidade presente na alteração da fórmula de calcular essa hora, em causa está o próprio horário de trabalho dos docentes e a sua organização em três componentes principais
Greve dos trabalhadores da Administração Pública convocada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais e pela FENPROF para 17 de março de 2023 – NÃO HÁ SERVIÇOS MÍNIMOS decretados pelas entidades competentes.
A convocação de docentes para realizar serviços mínimos, inviabilizando o direito dos professores e educadores de aderirem à greve do próximo dia 17, é um ato ilegal, configurando coação dos trabalhadores no sentido de não aderir à greve. Tal conduta constitui contra-ordenação muito grave e é punida com pena de multa (artigos 540.º e 543.º do Código do Trabalho).
O Sindicato colocará ao dispor dos associados os meios adequados para responsabilizar os autores das convocatórias.
«24 de janeiro é o Dia Internacional da Educação. A educação é um direito humano, um bem público e uma responsabilidade pública. Sistemas de educação públicos, gratuitos e de qualidade, totalmente financiados e liderados por uma profissão docente forte, valorizada e respeitada, são a forma mais eficaz de garantir o direito à educação para todas as crianças em todo o mundo.» Ler mais
Os professores do agrupamento de escolas Piscinas – Olivais determinam que, a partir do dia 30 de Maio, passarão a assumir as seguintes posições caso não se verifique alteração da situação descrita:...