NEGOCIAÇÕES CONCLUEM-SE SEM VINCULAÇÃO
Negociações concluem-se sem vinculação e com normas de concurso que continuam a merecer o desacordo da FENPROF
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Negociações concluem-se sem vinculação e com normas de concurso que continuam a merecer o desacordo da FENPROF
A FENPROF já tinha decidido na reunião do seu Conselho Nacional e vai agora concretizar: atingida a 100.ª condenação irá organizar a candidatura do MEC de Nuno Crato ao “Guinness Book of Records”.
O Dec. Lei nº 7/2013 agora publicado estabelece as regras do concurso para a vinculação de professores em quadros de zona pedagógica.
Conselho Nacional da FENPROF reuniu dia 6 de Abril. Entre outros aspetos, esteve em preparação a ação de mobilização geral dos professores, de 9 a 13 de Abril - Tolerância Zero para com o Governo e as suas Políticas. Veja video
Num momento particularmente grave para os professores, para a escola pública e para o país, a FENPROF avança com um calendário de lutas forte e exigente. Novo projeto do governo para a mobilidade especial piora ainda versão anterior.
Em breve depoimento, António Avelãs, presidente do SPGL, faz um primeiro balanço da greve de dia 17. Sublinhando a derrota do ME, a grande adesão dos professores e os bons resultados obtidos na área do SPGL.
Despacho 7-A contraria alguns compromissos do MEC, registados em Ata. FENPROF dirige-se de novo ao ministro face à não marcação de reunião pelo SEEBS
FENPROF reafirmou que este é um programa de despedimentos sem direitos e lançado em momento de grande pressão por parte dos professores. MEC não esclareceu diversas questões colocadas e que são muito importantes para os docentes Contraproposta da FENPROF em anexo
No próximo dia 7 de novembro, a partir das 15 horas, por iniciativa da FENPROF, professores do 1º Ciclo do Ensino Básico estarão frente ao MEC, na Avenida 5 de Outubro, a contestar o aumento do seu horário letivo e a exigirem a reposição da legalidade neste ciclo de ensino. Exibirão horários de trabalho que constituem verdadeiros abusos e absurdos pedagógicos.
6ª feira, 13 de Dezembro, um dia diferente Éramos meia centena e marcámos encontro, às 15:30 na porta da Casa dos Bicos, a Fundação José Saramago, que percorremos numa visita guiada com a nossa colega Maria Leiria, reencontrando a cada passo, história, memória e mundo, nas palavras incomparáveis do nosso Prémio Nobel. Tivémos a companhia da nossa amiga Eula Pinheiro, que connosco fez a “Viagem do Elefante”, e é autora da obra “José Saramago:
FENPROF decide ações e lutas para continuar a combater atuais políticas. Órgãos de direção da FENPROF reúnem em 13, 14 de março (Secretariado Nacional) e 15 de março (Conselho Nacional)
O despacho n.º 18060/2010, alterado pelo n.º 6025/2011, estabelece os procedimentos dos professores classificadores e supervisores do 1.º e 2.ºciclos. Assim devem ser garantidas aos docentes do ensino público e privado que prestam a mesma função de interesse público as mesmas condições de trabalho.
Nuno Crato assumiu o erro de incompatibilização de escalas da fórmula matemática utilizada para a ordenação dos candidatos às BCE, com críticas de toda a oposição, relativamente ao discurso evasivo que o titular da pasta da Educação e Ciência usou no início do debate de urgência marcado pelo PSD para branquear a abertura do ano letivo. Branqueamento que acabou por cair como um castelo de cartas no final do debate, com o ministro a assumir a responsabilidade pelo erro e a comprometer-se a corrigir a situação na próxima semana.
(...) Novas turmas que se somam às 1100 já existentes. Pagar a colégios privados para fazer um trabalho social que pode ser feito nas escolas públicas é um bom exemplo de péssima gestão dos dinheiros públicos - é desviar para o privado dinheiro dos contribuintes
O relatório "A Educação em Números 2015" da Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC) demonstra que, de 2000/01 a 2013/14, o número de escolas públicas foi reduzido para menos de metade, ou seja, passaram de 14 533 estabelecimentos para 6575, ao passo que, no ensino privado, as escolas aumentaram de 2477 para 2628.(...)
Paula Rodrigues
Docentes colocados depois de 1 de setembro receberam subsídio de desemprego, foi-lhes pedido que o devolvessem. Escolas também não têm ordem para pagar salários nesses dias.
A propósito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (no passado sábado), muitos foram os órgãos de comunicação social que lhe dedicaram algum espaço. Selecionámos para o site do SPGL as declarações de um prestigiado investigador à Rádio Renascença. Inquestionável: a austeridade aumentou dramaticamente a pobreza em Portugal e, ao contrário da propaganda oficial, foram os que já eram os mais pobres que mais sofreram. Uma política - a da austeridade - que aumenta a pobreza não pode ser justa. Tem que haver alternativas.
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Professores de Teatro das escolas básicas e secundárias protestaram junto ao Ministério da Educação
Quase um terço dos professores de Teatro e Expressão Dramática de todo o País que, apesar de contratados precariamente durante anos sucessivos, vêm assegurando o funcionamento desta área de ensino nas escolas nacionais, concentraram-se esta quinta-feira, junto ao Ministério da Educação, para exigir os direitos que lhes têm sido negados ao longo de muitos anos - a criação de um grupo de recrutamento; o direito a um vínculo de trabalho estável; concursos justos e o direito à carreira. Ler mais