Reunião com Secretário de Estado das Comunidades e Instituto Camões
FENPROF denuncia: desvalorização do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) e ataque aos direitos dos professores e das comunidades emigradas.
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FENPROF denuncia: desvalorização do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) e ataque aos direitos dos professores e das comunidades emigradas.
Com a entrega de mais de 4000 assinaturas (número necessário para que, para além de ser debatida em sede de Comissão de Educação Ciência e Cultura, suba a plenário, momento em que os partidos terão nova oportunidade...
A FENPROF reuniu a 5 de dezembro com a Inspeção Geral da Educação e Ciência (IGEC) para denúncia de várias situações irregulares em relação aos horários e condições de trabalho dos professores, nomeadamente a imposição da vigilância de intervalos aos docentes do 1º CEB. Ler mais
Na primeira reunião do Conselho Nacional da FENPROF, órgão deliberativo máximo entre congressos, Anabela Sotaia foi eleita Presidente do Conselho Nacional da FENPROF. O Conselho Nacional ratificou igualmente o novo Secretariado Nacional, cuja lista era apoiada por todos os sindicatos da FENPROF. Ler mais
As referências habituais à carga de trabalho dos professores raramente procuram perceber a influência que ela pode ter na qualidade das aprendizagens dos alunos.
Agora, que chegámos ao fim do ano lectivo, os contratados não se devem esquecer que também têm direitos e que devem zelar por eles
Face à pilhagem que está a ser feita também aos docentes aposentados, FENPROF avança com ações na rua, nos tribunais e no Parlamento.
Este é o título de uma notícia do Público de hoje (28 de setembro de 2020), páginas 14 e 15, assinado por Clara Viana. Não é que nós, os professores, não tivéssemos já consciência disso, mas o facto de um jornal “de referência” lhe dar este destaque (surge também na 1ª página) reforça a necessidade, que o SPGL e a FENPROF têm insistentemente reclamado, de se enfrentar com urgência e lucidez o problema do envelhecimento da classe docente. Ler mais
António Avelãs
A FENPROF reúne na próxima segunda-feira, dia 18, a partir das 17 horas, nas instalações do ME situadas no Palácio das Laranjeiras
É um título tão assustador, que quem tenha acedido ao “Público” de ontem (8 de Junho), não deve ter deixado de ler esta notícia.
A lembrar tantos outros casos que são relatados nos jornais de docentes com doenças gravíssimas e que as juntas médicas têm considerado irrelevantes, indeferindo aposentações antecipadas ou destratando declarações médicas. Isto, ao longo de anos, desrespeitando o direito ao tratamento digno dos profissionais de educação e à sua saúde. Ler mais
Almerinda Bento
Foi no dia 2 de maio de 1974 numa extraordinária Assembleia de Professores que nasceu o maior Sindicato de professores do país, apenas 7 dias após a Revolução de Abril. Tal foi o resultado do trabalho semiclandestino dos grupos de estudos, e de muitos outros ativistas que, acreditando na necessidade da valorização da profissão docente e no imperativo de melhoria da qualidade escola pública, conseguiram desencadear um processo extremamente participado que deu corpo a este nosso Sindicato.
Segundo o jornal Público (edição on line de 28 de novembro), referindo-se a uma reunião entretanto decorrida entre a FNE e o M.E., o Ministério da Educação continua a não identificar o número de vagas a concurso para a passagem do 4º para o 5º e do 6º para o 7º escalões. Ler mais
Funcionários públicos passam também a ser abrangidos pela medida que pretende beneficiar as muito longas carreiras contributivas. Ler mais
Paula Rodrigues
A péssima notícia não se confirmou, as más, sim. A direita não conseguiu a maioria absoluta no parlamento, mas foi a força mais votada e formará – tudo o indicia -novo governo; PS, BE e CDU continuam a não ser capazes de se entenderem com base no que os une - e é bastante! – deixando pois que a direita governe. E fracassam os que tentam romper com esta situação instalada: a de cada grupo de esquerda olhar para o seu umbigo sem procurar fazer pontes com as outras esquerdas.
FENPROF aprova resolução em que define prioridades para a sua intervenção e formas para a acção e a luta dos professores
A Agência Lusa noticia hoje, 5 de Maio, num texto de Paulo Novais, que a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defende a marcação urgente de mais um fim-de-semana para vacinar os trabalhadores docentes e não docentes em falta contra a covid-19, incluindo os do ensino superior. Ler mais
Francisco Martins da Silva
De todos os lados, se bem atentarmos nas notícias que correm por estes dias, nos apercebemos do quão grave se está a tornar a problemática da educação em Portugal.
Da falta de professores à municipalização, da inexistência substantiva de ministro da educação à ausência de diálogo para resolver o que quer que seja na vida das escolas e dos professores, passando pelos gravíssimos atropelos perpetrados diariamente por dezenas de diretores de escolas na gestão corrente da vida de milhares de professores, e alunos, nomeadamente na questão dos horários, o panorama educativo nacional não se apresenta de feição. Ler mais
Ricardo Furtado
Representante do Imamat Ismaili em Lisboa, Nazim Ahmad,
Em nome da Direção do Sindicato de Professores da Grande Lisboa (SPGL), manifesto o nosso profundo repúdio pelo criminoso ato ocorrido ontem no Centro Ismaili de Lisboa e agradeço, também, que transmita às famílias das vítimas e a toda a comunidade Ismaeli, sinceros pêsames e profundos sentimentos pelas perdas sofridas.
Os melhores cumprimentos e toda a solidariedade neste momento difícil.
O Presidente da Direção
José Feliciano Costa
A FENPROF reuniu, dia 2 de Fevereiro, com o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), para debater a situação actual do Ensino Superior Politécnico.
Marta Moitinho Oliveira analisa na página 14 do diário Público de hoje, 20 de julho, o inquérito feito pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica. Globalmente, os dados não se afastam do que é já amplamente conhecido. Ler mais
António Avelãs