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Professores em protesto contra a recusa do Ministério em rever o regime de Mobilidade por Doença
Depois do MECI ter decidido, unilateralmente, não fazer qualquer alteração ao regime de Mobilidade por Doença (MpD), esta tarde os professores afetados juntaram-se em protesto na Avenida Infante Santo, onde aprovaram, por unanimidade e aclamação, uma moção que foi entregue no MECI. A delegação da FENPROF incluía professores lesados pelo atual regime e foram recebidos pelo Adjunto do Ministro, a quem relataram as suas situações concretas e de quem receberam algumas garantias. Ler mais / Ver galeria
SPGL reage às mentiras de Moita de Deus. RTP reconhece razão do protesto
O SPGL enviou carta à RTP sublinhando que no programa "O Último Apaga a LUZ" de 19 de novembro, na RTP3, Rodrigo Moita de Deus aproveitou a ocasião para agredir os professores através de "afirmações falsas baseadas em culposa ignorância ou intencional decisão de mentir". A carta do SPGL mereceu resposta da Provedora do Telespectador, Ana Sousa Dias, que afirma: "Sobre este assunto já fiz uma recomendação ao diretor da RTP3 para que seja ponderada a credibilidade dos participantes em programas de debate. Não me inquieta aqui a opinião, a que o comentador tem direito, mas antes a invocação de "factos" que são manifestamente falsos e não resistem a uma rápida verificação".
Publicado o Aviso de Abertura do Concurso Externo Extraordinário e de Contratação Inicial (simultâneos)
Foi publicado o Aviso de Abertura do Concurso Externo Extraordinário e para a Contratação Inicial (simultâneos) - Aviso n.º 6472-A/2014 de 27 de maio.
O concurso abriu dia 28 de maio de 2014 e decorre durante cinco dias úteis – até às 18 horas do dia 3 de junho.
Resolução da Assembleia da República n.º 31/2015 de 01/04 Pagamento atempado às Escolas do EPC
Pagamento atempado às Escolas do EPC
Financiamento às escolas privadas: os argumentos de Passos e do Governo
"Passos Coelho defende que mesmo nas zonas onde há escolas públicas, o Estado deve continuar a financiar colégios particulares." Ora, isto é que é defender outros interesses.
Francisco Martins da Silva
Ministro do Ensino Superior diz que a praxe é uma “prática fascizante”
Já vai muito tarde, mas, como se costuma dizer, mais vale tarde que nunca. No entanto, quantas tragédias mais terão ainda que acontecer para que essas práticas ignóbeis, eufemisticamente designadas "praxe", sejam liminarmente proibidas e passem a ser passíveis de processo-crime?
Francisco Martins da Silva
Professores do quadro com pelo menos 50 anos já são mais de 60%
Este é o título de uma notícia do Público de hoje (28 de setembro de 2020), páginas 14 e 15, assinado por Clara Viana. Não é que nós, os professores, não tivéssemos já consciência disso, mas o facto de um jornal “de referência” lhe dar este destaque (surge também na 1ª página) reforça a necessidade, que o SPGL e a FENPROF têm insistentemente reclamado, de se enfrentar com urgência e lucidez o problema do envelhecimento da classe docente. Ler mais
António Avelãs
Não vale tudo: Falsas soluções não valorizam a profissão e não garantem a qualidade do ensino!
É inaceitável que, em vez de se apostar na valorização da profissão e na criação de condições dignas para atrair e fixar docentes, se recorra a soluções que desvirtuam a qualidade da Escola Pública. Foi o caso das declarações da diretora do Agrupamento de Escolas Virgílio Ferreira, em Lisboa, Carla Batista, que em entrevista à RTP admitiu ter colmatado a falta de 17 professores — concentrada no 1.º ciclo — através da contratação de “técnicos especializados, licenciados”. Esta opção não assegura a necessária preparação pedagógica nem responde às exigências próprias da docência. Ler mais
A falta de senso dos defensores do consenso- Santana Castilho in Público, 22 de maio de 2013
(…) 5. Mal foi anunciada a greve dos professores, surgiram, cândidos, dois discursos: o dos que a condicionam a não perturbar a tranquilidade do chá das cinco e o dos que só militam na solução que nunca é proposta. Aos primeiros, é curioso vê-los invocar o direito de uns, com as botas cardadas calcando os direitos dos outros....
Professores na rua em defesa da escola pública e das funções sociais do Estado
A CGTP promove hoje, dia 27 de fevereiro, Marchas em defesa do Emprego, dos Salários e das Funções Sociais do Estado. Em Lisboa os professores reúnem-se junto ao Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro
Cruz Vermelha Portuguesa dá o dito por não dito no processo negocial do Acordo de Empresa
Para esta terça-feira estava agendada nova ronda negocial mas, a CVP, mais uma vez, pediu que esta fosse adiada, continuando a não respeitar o processo negocial. Neste contexto, os sindicatos convocaram uma conferência de imprensa para a hora a que estava agendada a reunião, com o intuito de denunciar a má-fé da CVP no processo negocial e exigir a intervenção do MTSSS. Ler mais
Esclarecimento – reposição da verdade | 10 mil, o número mágico do ministro da Educação?
O ministro da Educação voltou a referir, em audiência na Comissão de Educação e Ciência e durante a apresentação de um PowerPoint — que parece ser uma especialidade do MECI — o “número mágico” dos 10 mil docentes. Agora não como professores em falta ou disponíveis, mas como docentes que terão transitado do ensino privado para o público, o que, alegadamente, pretende insinuar que a carreira docente está em evidente processo de valorização. Ler mais
FENPROF e CNOD denunciam política do governo em relação a alunos com NEE
A FENPROF irá denunciar, à escala mundial, a situação que hoje se vive em Portugal – no quadro da inclusão social de crianças e jovens com deficiência – por responsabilidade do MEC e do governo. Esta uma das decisões fundamentais, divulgadas em conferência de imprensa conjunta da FENPROF e da CNOD, de balanço do Projeto “A importância na Inclusão social de crianças e jovens com deficiência”.
Alongamento do Calendário Escolar é má solução. É mais um problema!
Chega ao fim mais um ano letivo e muitos problemas continuam por resolver na Educação – entre eles, o tempo de permanência das crianças em espaços escolarizados. Agravando a situação, o calendário escolar, decidido unilateralmente pelo Governo para os próximos dois anos letivos, prolonga as atividades letivas até ao final de junho, fazendo com que o ano letivo seja mais extenso do que nos restantes ciclos de ensino. Ler mais
“O Meu Livro Quer Outro Livro” - ”Um Muro no Meio do Caminho”, de Julieta Monginho
Decorreu no dia 15 de Janeiro mais uma sessão organizada pelo Departamento de Professores e Educadores Aposentados em que o livro apresentado foi ”Um Muro no Meio do Caminho”, de Julieta Monginho, magistrada, formadora, escritora. Esta obra foi galardoada com o Prémio Literário Fernando Namora 2019 e o Prémio Pen Clube Português 2019.
A FENPROF optou por ficar do lado dos professores e recusou esconder as atas das reuniões negociais
Protocolo negocial para a revisão do ECD
Por direito próprio, a FENPROF participará na negociação, cujas reuniões seguintes serão em 17/1 e 21/2, porque reúne os requisitos que a Lei 35/2014 estabelece no artigo 349.º
A não assinatura do protocolo negocial não limita a participação da FENPROF nas negociações. A já citada Lei 35/2014 não refere a necessidade de qualquer protocolo negocial e no seu artigo 349.º, n.º1, alínea d) (Legitimidade), refere: "No caso de negociação coletiva sectorial, estando em causa matérias relativas a carreiras especiais, as associações sindicais com assento na Comissão Permanente de Concertação Social e as associações sindicais que representem, pelo menos, 5 % do número total dos trabalhadores integrados na carreira especial em causa".
A FENPROF reúne aqueles dois requisitos, pelo que participará, de pleno direito, no processo negocial que será desenvolvido, estando, assim, representados os professores pela sua maior e mais importante organização sindical. Ler mais
Agravam ainda mais o horário de trabalho, uma peça do violento ataque ao emprego dos professores
O ME enviou uma circular, às escolas do ensino básico e secundário, a informar que o horário nocturno passaria a ser considerado apenas a partir das 22 horas e não das 20 horas como se encontra, desde sempre, estabelecido para o ensino