MEC insiste em não pagar o que deve
MEC, já condenado por 42 vezes, insiste em não pagar o que deve aos professores. É um escândalo!
Mostrando 1001 - 1020 de 7586 resultados
MEC, já condenado por 42 vezes, insiste em não pagar o que deve aos professores. É um escândalo!
O SPGL tomou conhecimento do calendário escolar aprovado em alguns agrupamentos do concelho de Sintra alegadamente por indicação da autarquia e, não se compreende por que motivo a educação pré-escolar e o 1.º ciclo dispõem apenas de dois dias para proceder às avaliações intercalares de novembro, enquanto os restantes níveis de ensino dispõem de três dias.
Foi com a intervenção do SPGL que tal discriminação não vai ocorrer, devendo os agrupamentos retificar o calendário escolar que foi indevidamente aprovado com argumentação ilegal.
Costa será de novo primeiro-ministro. Só falta saber se terá votos suficientes para enviar o PCP e o BE para a oposição. Essa é a questão para Costa e o PS – ter ou não ter todo o poder. (...)
A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não!
Tudo indica que as vagas divulgadas ainda não correspondem às necessidades reais das escolas e dos agrupamentos, pois, se assim fosse, não teríamos, no próximo ano, pelo menos, 17 000 docentes em QZP. Ler mais
Ao contrário de Maria Luis Albuquerque, de Cavaco Silva, de Carlos Costa e de outros, não sou economista nem ando por lá perto. Como a maioria dos portugueses.Sei que uma parte dos impostos que pago – porque os pago e todos os que devo pagar –, tal como milhões de portugueses (...)
António Avelãs
“É uma nova fuga de informação global, que envolve mais de 13 milhões de documentos que vêm trazer luz sobre as operações feitas através dos paraísos fiscais. Depois dos Panama Papers, o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação traz agora a público revelações (...) Ler mais
Paula Rodrigues
A matéria em apreciação nesta rubrica do Consultório Jurídico, tem sido objeto de grande preocupação para os docentes identificados em epígrafe em virtude de a interpretação que tem sido efetuada do quadro legal que a regula ser muito penalizadora para os mesmos ao nível das respetivas carreiras e aposentação.
Pretende-se que a Presidência do Conselho de Ministros seja sensibilizada para um problema que, a não ser resolvido, terá consequências muito negativas
Face à suspensão, sem justificação conhecida, da reintegração de docentes na CGA, depois de esta ter sido autorizada, a FENPROF tem solicitado esclarecimentos ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS), que, até ao momento, não foram satisfeitos.
A FENPROF apela aos docentes afetados por esta situação que se juntem à delegação do Secretariado Nacional no próximo dia 22 de dezembro, a partir das 11:30 horas, em frente ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na Praça de Londres. Ler mais
Apesar do SPGL ter conseguido junto das instâncias judiciais o direito à reintegração da nossa associada Ana Filipe no seu local de trabalho, Externato Educação Popular, que tinha sido despedida sem justa causa, a Direcção do referido Externato continua a pretender fazer prevalecer a ilegalidade e o desrespeito quer em concreto pelos direitos da docente...
Na procura da notícia que queria partilhar convosco hoje, diversos foram os assuntos com que me cruzei – a guerra, a tomada de posse do governo, o aumento do custo de vida…
Porém, o artigo que mais despertou a minha atenção foi o da Notícias Magazine com o título “Ensinar que na surdez cabem todos os sonhos do Mundo”. Ler mais
Paula Rodrigues
A FENPROF continua a não dar o seu acordo ao futuro diploma de concursos porque, em aspetos essenciais, o MEC não alterou as suas posições: vinculação, requisitos para integração de docentes na 1ª prioridade, periodicidade do concurso...
No passado dia 3 de agosto, foi publicada a portaria n.º 229/2015 que cria o cheque-formação (...). Sublinhe-se que esta medida vem permitir a formação de trabalhadores do privado que tem sido negada nos últimos anos aos professores.
Sindicatos apelam a que a greve às avaliações se mantenha até dia 13.
Entre os dias 29 de junho e 4 de julho, os sindicatos da Plataforma lançaram uma auscultação aos professores, sindicalizados e não sindicalizados, com o objetivo de percecionar a posição dos professores. Os resultados foram os seguintes:
Número de respostas: 50738.
1ª questão: Concorda com a posição dos sindicatos de exigência de recuperação do tempo de serviço (9 Anos, 4 Meses, 2 Dias) (…)?
SIM: 96,4%; NÃO: 2,5%
2ª questão: Admite que a recuperação do tempo de serviço seja faseada (…)?
SIM: 93,8%; NÃO: 5,1%
3ª questão: Concorda que, por opção do professor, a recuperação do tempo de serviço se possa refletir nos requisitos para a aposentação?
SIM: 81,2%; NÃO: 17,6%
Quanto ao prosseguimento da Luta:
1ª questão: Deve a greve ser suspensa caso o M.E. retome as negociações ainda em julho ? SIM: 67,9%;
Deve ser prolongada até dia 13? SIM: 31,5%
2ª questão: Como continuar a luta no próximo ano?
Face ao tom da convocatória pelo M.E. da reunião negocial para o dia 11 de julho, deixando antever que o M.E. se manterá inflexível na sua recusa, embora contrariando a votação dos professores, os sindicatos decidiram manter a greve às avaliações até dia 13 de julho e apelar à concentração de professores no dia 11 junto ao Ministério da Educação, a partir das 15 horas.
Para 13 de Julho serão convocadas concentrações de professores em todas as capitais de distrito, onde será posta à discussão a forma de prosseguimento da luta logo a partir do início do próximo ano letivo. Esteja atento(a) às informações (locais e horas) que serão divulgados na página do SPGL.
A direção do SPGL
Na Semana de Ação Global pela Educação, a FENPROF promoveu um debate online com o tema "Alunos estrangeiros nas escolas portuguesas: garantir a inclusão". Este debate contou com a participação de Luís D'Amaral (AE Nuno Gonçalves, Lisboa), Filomena Mourinho (AE n.º 1 de Serpa) e Adriana Guerreiro (AE Gil Vicente, Lisboa). Rever apresentações
Neste link, dois – tristemente - célebres ex-secretários de estado, Jorge Pedreira e João Casanova de Almeida, fazem a apologia da ESTABILIDADE (excruciante a reverberação cavaquista desta singela e inocente palavra).
Ambos operacionais do bloco central dos interesses da educação, PS e PSD, de que, como se sabe, provêm um parte substancial dos principais responsáveis de alguns estabelecimentos privados de educação, nomeadamente o mal-afamado grupo GPS.(ler mais)
João Correia
Há que relevar os milhares de professores que optaram por fazer greve, não foram apenas sindicalistas. Isto é um sinal que o Governo tem de ter em conta. Ler mais
João Correia
Apesar de todas as reservas manifestadas, o Presidente da República promulgou o diploma já aprovado em conselho de ministros, que implementa, no Ministério da Educação Ciência e Inovação (MECI), a designada “Reforma do Estado”. Ler mais