A Educação e o Orçamento de Estado
A Educação sofre no Orçamento de Estado para 2011, agora apresentado, um corte de 11,2% relativamente ao ano passado.(...) Mas ao menos que não nos atirem areia para os olhos nem nos tomem por parvos....
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A Educação sofre no Orçamento de Estado para 2011, agora apresentado, um corte de 11,2% relativamente ao ano passado.(...) Mas ao menos que não nos atirem areia para os olhos nem nos tomem por parvos....
Na reunião realizada hoje (21/11/2008), em Lisboa, entre a FENPROF e a Ministra da Educação, não houve qualquer novidade, não tendo, sequer, sido entregue qualquer documento escrito contendo as propostas do Ministério da Educação.
No que respeita ao período destinado às avaliações, a aplicação do Calendário Escolar à Educação Pré- Escolar, ao longo dos anos, tem sido alvo de interpretações diferenciadas o que tem levado a que a mesma divirja de agrupamento para agrupamento. Todavia a legislação é clara e, com o objetivo de contribuir para sanar os problemas que em alguns casos se têm verificado, pretende-se destacar os pontos 1.6 e 1.9 do despacho nº 7104-A/2015, de 26 de Junho: (continuar a ler)
“Todos os anos têm um mês de Abril e todos os meses de Abril têm um dia 25. Porém, o dia 25 de Abril de 1974 foi um dia especial para os portugueses. Porquê?” Ler mais
A propósito deste assunto, é importante ler o texto de opinião de Pacheco Pereira, publicado no Público, no passado dia 30 de março.
“Conheci muito bem o seu pai, foi meu aluno”
Nos partidos não se deve viver a não ser com muita moderação. E fora deles é que estão a maioria das “famílias” dos predadores.
Paula Rodrigues
Vamos realizar no próximo dia 24, sexta-feira, às 15h30 na sede do SPGL, mais uma sessão do nosso Projeto TROCA DE SABERES. O escritor Rodolfo Castro – O pior contador de histórias do mundo - ir-nos-á mostrar “Como contar uma história”...
Para participar deves inscrever-te para: isabelgasparp@gmail.com
Veja o programa aqui
Uma análise rigorosa às políticas públicas de emprego, a observação atenta sobre o estado frágil da estrutura produtiva e sobre as constantes pressões a que está sujeita a Administração Pública mostram-nos que existe um enorme bloqueio estrutural ao emprego, (...) Ler mais
Nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, é absolutamente necessário não esquecer a ação convergente, e tantas vezes solidária, dos movimentos que em Portugal lutavam contra o fascismo e contra a guerra colonial, com a ação dos movimentos de libertação e das mulheres que, nos países colonizados, lutavam pela sua independência. Ler mais
A entrada é livre mediante inscrição através o formulário que consta no site - https://forms.gle/HYuq7hZiWKoqnQjk8
Se desejar mais informações, contacte por favor por email: congressomulherescolonialismo@gmail.com
São hoje noticiados no jornal Público os resultados do trabalho desenvolvido por uma equipa nomeada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, para avaliar a implementação do regime fundacional. Ler mais
André Carmo
Enquanto não existir despacho em contrário do Ministério do MSESS
Para mais esclarecimentos contacte o seu Sindicato
Vamos ocupar o nosso tempo, neste tempo que nos sobra, para falarmos sobre o livro “A máquina de fazer espanhóis” e do seu autor Valter Hugo Mãe, no âmbito do projeto “O MEU LIVRO QUER OUTRO LIVRO”, numa sessão por videoconferência.
Para tal, é necessário que se inscrevam através deste link:
https://zoom.us/meeting/register/tJAvf-Ggqz0vG9P74VjVVXXWIvN51995WNSg
preenchendo a ficha de inscrição.
Após a inscrição, receberão um e-mail de confirmação contendo informações sobre como entrar na reunião.
Não deixes morrer O Meu Livro Quer Outro Livro! Inscreve-te e participa!!!
Ulisses Garrido recordou recentemente na sua página de Facebook um quadro resumo da evolução da produtividade por hora trabalhada na União Europeia, no qual se pode constatar que, relativamente a este parâmetro:
João Correia
Foi com surpresa que os professores tomaram conhecimento de novo e-mail, de final de outubro, em que a CGA informa que a reinscrição de ex-subscritores na Caixa Geral de Aposentações se encontra em avaliação pelo governo, daí reservar as orientações a transmitir sobre a matéria para quando a avaliação estiver concluída.
O SPGL e a FENPROF consideram esta situação completamente inadmissível, contrária à que tem sido a decisão dos tribunais e um retrocesso relativamente à informação antes divulgada, tendo solicitado já uma reunião urgente junto do Conselho Diretivo da CGA. Ler mais
Perante isto, é inevitavel a sensação de que a montanha pariu um rato e que fica a porta aberta à continuação do abuso. As manifestações que tem havido a pressionar o recuo do Governo são lamentáveis e preocupantes, pela instrumentalização de pais e alunos e pela lógica demagógica de inversão de valores com que estes grupos têm sido mobilizados. A FENPROF e a sociedade civil têm de continuar atentas e atuantes.
Francisco Martins da Silva
No Expresso de sábado, 18 de novembro, a jornalista Carla Tomás, na sua crónica afirma
“Cara fechada seguida de uma corrida até se sentarem com uma mão colada ao chão, na entrada do Ministério da Economia. Ler mais
Ana Cristina Gouveia
A matéria sob epígrafe encontra-se regulada no artigo 94º do ECD que começa, desde logo, por definir o conceito de falta como “… a ausência do docente durante a totalidade ou parte do período diário de presença obrigatória no estabelecimento de educação ou de ensino, no desempenho de atividade das componentes letiva e não letiva, ou em local a que deva deslocar-se no exercício de tais funções” ou seja, a assiduidade do pessoal docente é avaliada de forma abrangente já que inclui, não só as componentes letiva e não letiva desenvolvida no âmbito do respetivo estabelecimento de ensino, como aquela que possa desenvolver-se noutro local.
É a terceira sentença favorável às pretensões dos professores e à posição que a FENPROF sempre defendeu. Aguardam-se decisões sobre outros processos que se mantêm em tribunal.
Apesar de a "negociação" ter terminado na segunda, o ME só enviou este documento na sexta-feira, 3 de junho. É diferente do que se conhecia, mantendo, contudo, os seus aspetos perversos. - Documento final do DL da Mobilidade por Doença. Ler mais
MEC propõe aos professores solução que penaliza docentes, alunos e escolas e até o erário público. FENPROF está contra a aplicação da mobilidade especial aos docentes e reafirma: Não há professores a mais nas escolas; há, isso sim, um enorme desrespeito pela Escola Pública e pelos direitos dos seus profissionais e dos alunos que a frequentam.