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"COMO PODERÁ A ESCOLA AJUDAR A COMBATER OS FANATISMOS ? "

é a questão subjacente ao interpelante texto de Santana Castilho publicado na página 45 do jornal Público no passado dia 18 de novembro, com o título “O tempo e os ódios”. Texto que merece uma leitura atenta e integral. Transcrevo aqui, como aperitivo, uma pequena parte: “ A substituição da visão personalista pela utilitarista tem empobrecido nossa filosofia de ensino e aberto a porta a desesperos e fanatismos. A solidão e o abandono, tantas vezes característicos desta via, podem ser compensados com o aliciamento fácil para pertencer a grupos fanáticos, dotados de cativantes espíritos de corpo, sejam eles religiosos ou políticos (...)

António Avelãs

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Inter-Reformados/CGTP-IN promove tribunas públicas

A Inter-Reformados/CGTP-IN promove duas Tribunas Públicas, no dia 23 de maio, em Lisboa, na Praça Paiva Couceiro e no Porto, no dia 24 de Maio, junto à Estação de São Bento, ambas às 15 horas.

Estas Tribunas têm por objetivo dar a conhecer aos reformados/aposentados, aos que estão próximos da reforma ou aposentação e à população em geral, o que os reformados/aposentados da Inter-Reformados/CGTP-IN defendem e reivindicam.

Pretende ainda, sensibilizar os reformados, pensionistas e idosos, para a luta mais geral, apelando à sua participação no Dia Nacional de Luta promovido pela CGTP-IN, a 3 de Junho de 2017, através da sua presença nas manifestações que se irão realizar em Lisboa e no Porto.

CGTP-IN Lisboa, 11.05.2017

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Por uma gestão mais democrática das escolas/agrupamentos!

O sentir da maioria dos professores e educadores é claro: o modelo de gestão em vigor – o do diretor todo-poderoso – diminuiu a democraticidade nas nossas escolas. Urge exigir que as escolas/agrupamentos possam optar entre o modelo unipessoal em vigor e o modelo de direção colegial,... Ler mais

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Contactos reforçados para apoio aos sócios

Como é do conhecimento de todos, decorre entre amanhã, dia 26 de Março, e as 18h00 do próximo dia 3 de Abril o prazo do concurso externo destinado a educadores de infância e a professores dos ensinos básico e secundário, com vista ao preenchimento de vagas existentes nos quadros de zona pedagógica do Ministério da Educação e os concursos de mobilidade interna, de contratação inicial e de reserva de recrutamento, para suprimento das necessidades temporárias.

Apesar dos constrangimentos decorrentes da situação que vivemos, resultantes da pandemia do COVID-19, o SPGL procurará responder, como sempre fez, a todos os colegas que necessitem do nosso apoio, reforçando, durante este período, os meios de contacto com o Sindicato, nomeadamente através de plataformas como o Skype e outras que se venha a concluir serem úteis neste processo.

Assim, para além dos meios habituais (telefone 213819100 e email spgl@spgl.pt), são as seguintes as possibilidades de contacto: Ler mais

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“A Ciência em Portugal assenta na precarização dos seus trabalhadores” - FENPROF 2/02/21

Fenprof, 2/02/21

Pessoas de entre as mais inteligentes e capazes do país são assim tratadas. Como seriam se tivessem enveredado por uma carreira financeira, na banca, nas agências de rating, nos fundos de investimento? Como se pode admitir que os melhores de nós sejam privados de qualquer rede, da remuneração e carreira merecidas, e, até, do simples reconhecimento social sobre a importância incalculável do seu trabalho? Ler mais

João Correia

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“Burnout - um tsunami que engole os jovens”

Como professor, sindicalista e cidadão, não pude ficar indiferente ao texto de Inês Chaíca, com o título ““Burnout -um tsunami que engole os jovens”, que o Público de hoje, 31 de maio, publica nas páginas 16-17, com “chamada” à primeira página. Tanto mais “assustador” quando, segundo o texto, apoiado num estudo do Instituto Ricardo Jorge, “os jovens entre os 18 e os 29 anos são os mais afectados. Representam 31,8% da população que revela sintomas”. Ler mais

António Avelãs

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“Governo dá “luz verde” a turmas mais pequenas no regresso às aulas”

Nas páginas 2 e 3 do Público de 13 de setembro, Samuel Silva assina um texto, com o título em epígrafe,  sublinhando que “tem sido possível fazer grupos com menos alunos, desde que as escolas justifiquem opções”. Ideia corroborada no texto pelo presidente da ANDE, Manuel Pereira. Mário Nogueira considera que  o Ministério “se limita a repor o número de alunos por turma  anterior ao ministro Nuno Crato” e que “o Governo devia ter ido mais longe no atual contexto”. Ler mais

António Avelãs