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A partir de 27 de outubro: Retomar a greve ao "sobretrabalho" pelo cumprimento do horário semanal de 35 horas

Os professores têm razão: de facto, por regra, trabalham mais do que as 35 horas semanais estipuladas para o seu horário. Urge por um travão a este abuso.
No ano letivo passado, a FENPROF lançou a greve ao “sobretrabalho”, isto é, cobriu legalmente a vontade dos docentes que se recusem a trabalho que ultrapasse a carga horária definida.

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Aplauso ministerial

A agência Lusa noticiou que no debate parlamentar de urgência pedido pelo PSD sobre educação, realizado ontem, 22 de Dezembro, o ministro da Educação gastou os seis minutos disponíveis para fazer um cerrado ataque aos sociais-democratas, quer em matéria de educação quer, até, acusando-os de “patrocinar” o partido Chega. «É da mais elementar justiça, o ministro da Educação vir dizer bravo às escolas, bravo aos directores, bravo aos docentes, bravo aos não docentes, bravo aos alunos e bravo também suas famílias, que mesmo num tempo tão difícil conseguiram erguer em cada escola um espaço de segurança e de confiança», saudou. Ler mais

Francisco Martins da Silva

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Pais também querem que alunos do 1.º ciclo regressem às aulas presenciais na próxima semana

Na edição de ontem, 9 de Março, do jornal Público, Samuel Silva noticiou que a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) defende que os alunos do 1.º ciclo do ensino básico devem regressar às escolas já na próxima segunda-feira, caso o Governo opte por iniciar o plano de desconfinamento no imediato. Ler mais

Francisco Martins da Silva

O regime legal de contagem das faltas do pessoal docente

A matéria sob epígrafe encontra-se regulada no artigo 94º do ECD que começa, desde logo, por definir o conceito de falta como “… a ausência do docente durante a totalidade ou parte do período diário de presença obrigatória no estabelecimento de educação ou de ensino, no desempenho de atividade das componentes letiva e não letiva, ou em local a que deva deslocar-se no exercício de tais funções” ou seja, a assiduidade do pessoal docente é avaliada de forma abrangente já que inclui, não só as componentes letiva e não letiva desenvolvida no âmbito do respetivo estabelecimento de ensino, como aquela que possa desenvolver-se noutro local.

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Por uma alternativa positiva ao processo de Municipalização

Debate público aberto a todos os docentes - Webinar

16 de setembro, 17h00 – 20H00

Debate para o qual a FENPROF convidou todos os partidos com grupo parlamentar constituído (PS, PSD, BE, PCP, CDS-PP, PAN, PEV)

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Inscrições prévias até ao dia 14 de setembro

Inscreva-se AQUI

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Reivindicações inadiáveis

Ao próximo Governo e à próxima Assembleia da República, os professores entregarão de imediato um abaixo-assinado exigindo medidas que solucionem algumas das questões que mais prejudicam os docentes e a Educação: a contagem de todo o tempo de serviço, a eliminação das quotas de acesso ao 5º e 7º escalões, a revisão do modelo de avaliação, o respeito pelos horários de acordo com o ECD, o combate à precariedade. Leia aqui o texto da petição e assine-o!

Veja ainda dois textos da FENPROF (Inadiável – recompor a carreira docente e Combater a injustiça. Valorizar a profissão.) recentemente divulgados nas escolas procurando mobilizar desde já os professores para as inadiáveis lutas pela defesa da carreira docente, pela valorização da profissão e pela qualidade da Escola Pública.

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Reuniões Sindicais - DR Santarém - 2º Período 2021/2022

Ordem de Trabalhos:

1 - Informações;

2 - Ação Reivindicativa:

  • Horários e condições de trabalho;
  • Diminuição do número de alunos por turma;
  • Regime específico de aposentação;
  • Alteração do regime de concursos;
  • Questões da carreira, nomeadamente o acesso ao 5º e 7º escalão;
  • Transferência de competências para as autarquias, municipalização ;

3 - Outros assuntos

Ver quadro das reuniões

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Exposição de Cartazes - "Campanha Prevenção da violência no namoro" - 2ª Edição

Decorreu entre 7 de abril e 28 de abril a exposição de cartazes resultantes do lançamento da 2ª edição do concurso proposto pelo SPGL aos jovens das escolas secundárias e do ensino superior e subordinado ao tema “Prevenção da violência no namoro”.

Ver aqui reportagem fotográfica
Ver aqui vídeo integrante da Exposição
Ver aqui vídeo dos alunos da Escola Sec. das Taipas

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A democratização no ensino superior

Hoje a notícia escolhida é do dia 3 de maio. Do Público. Em editorial Andreia Sanches sublinha que “em 1974, (havia) menos de 59 mil alunos inscritos no ensino superior. Hoje são 416 mil”. E acrescenta ainda que “em 74 menos de 4% da população entre os 18 e os 24 anos tinham frequentado o ensino superior. Em 2020 eram cera de 42%. Também no acesso ao ensino superior o 25 de Abril “obrigou” à democratização. Ler mais

António Avelãs