Regressa a perturbação às escolas
Regressa a perturbação às escolas, imposta por um modelo de avaliação dos docentes que, inevitavelmente, terá de ser alterado no final do ano
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Regressa a perturbação às escolas, imposta por um modelo de avaliação dos docentes que, inevitavelmente, terá de ser alterado no final do ano
Na ânsia de cumprirem as directrizes da tutela alguns órgãos de gestão estão a dar razão aos docentes que se recusaram a entregar os objectivos individuais para serem avaliados por este modelo marcando novos prazos para a sua entrega no final do ano que está em avaliação…
Dia 16 de dezembro, à meia noite, a comunicação social irá divulgar, pelo 16º ano consecutivo, rankings de escolas construídos a partir dos resultados dos alunos em exames nacionais.
Estas listagens têm apresentado ordenações diferentes, em função dos critérios utilizados, nomeadamente o estabelecimento ou não de um número mínimo de exames realizado por escola ou a ponderação do perfil socioeconómico dos alunos – um dos fatores que mais influenciam os resultados escolares no nosso país. Ler mais
Sobreviver na profissão passa por lutar pela estabilidade. Esta, em síntese, a ideia implícita no “Guia de sobrevivência do(a) professor(a) e educador(a) contratado(a) e desempregado(a)”, elaborado e editado pela FENPROF e apresentado dia 1 de Setembro em conferência de imprensa.
Em Lisboa como em todo o país (com excepção da Madeira e Açores) os professores das escolas de ensino particular reuniram-se para discutir as incidências que as alterações dos critérios de financiamento e as propostas de alteração ao C.C.T. apresentadas pela AEEP...
Bastavam 5, mas são já 8 as sentenças que obrigam o MEC a pagar aos professores a compensação por caducidade dos contratos de trabalho.
Dia 2 de Março vou sair à rua. Porquê? Pelos meus sonhos que, por este andar, não deixarão de o ser. Acabei de fazer um pause no filme da vida e limitei-me a observar:
Temos transporte organizado mas temos ainda vagas. Por isso inscrevam-se para um dia de convívio, alegria e homenagem Programa inscrição
O “Correio da Manhã” de domingo passado (21 de fevereiro) noticiava, numa breve nota em páginas interiores, que professores das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) de escolas na zona de Sintra estavam há meses sem receberem o seu magríssimo salário. Infelizmente, em outras zonas do país acontece o mesmo. Esta situação, de resto, não é nova(...)
António Avelãs
“Desigualdade nas grandes empresas quase duplicou: presidentes executivos já ganham 36 vezes mais do que os trabalhadores”, pode ler-se aqui.
M. Micaelo
Vamos iniciar as nossas atividades socioculturais do ano letivo 2025-26 com uma visita ao Concelho de Alcanena em 17 e 18 de Setembro. Aqui iremos conhecer a sua história e cultura no Museu Municipal. Visitaremos a nascente do rio Alviela que durante anos abasteceu a cidade de Lisboa. Em Minde conheceremos a tecelagem das suas mantas tradicionais e o Museu de Aguarela Roque Gameiro - o único museu do país totalmente dedicado à aguarela e concretamente à obra do aguarelista português de referência – Alfredo Roque Gameiro.
Também saborearemos a cozinha tradicional e aprenderemos um pouco da sua linguagem - o Minderico.
Vejam o programa e inscrevam-se até ao final do mês preenchendo a ficha e enviando para brauliolmartins@gmail.com
No MEC ninguém quer dar a cara e, então, passam para "o andar de baixo" as responsabilidades de prestar esclarecimentos e assumir politicamente os problemas.
A Educação para a paz é todo o processo de promoção de conhecimentos, competências, atitudes e valores necessários para criar mudanças nos comportamentos, que permitam às crianças, aos jovens e às pessoas adultas prevenir conflitos e violência, tanto explícitos como estruturais, resolver os conflitos de forma pacífica e criar as condições propícias à paz, seja a nível interpessoal, intergrupal, nacional ou internacional. Ler mais
O previsto crescimento de 0.8% do Orçamento da Educação nem sequer restituirá ao sector o peso relativo que tinha no OE de há seis anos atrás. A que acresce, como dado relevante, o reforço anunciado de 4,8%, em 2010, da despesa com o ensino privado.
A exploração do trabalho infantil, seja por quem quer que seja, é de todo condenável. Ler mais
O site da DGRHE, no que toca a informação aos docentes, relativamente a concursos, está mais “morto” do que nunca!! ...
Banco de horas, adaptabilidade dos horários, despedimentos, redução de indemnizações, mobilidade forçada. Governo quer destruir as relações laborais na Função Pública, com consequências muito negativas também para os professores.
Em entrevista ao Público esta 3ª feira, 21 de janeiro, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, apresentou um conjunto de medidas previstas no Orçamento de Estado (OE) para 2020 que pretendem incentivar a natalidade e apoiar a parentalidade na cada vez mais difícil tarefa que é conciliar a vida profissional com a familiar. Ler mais
Sílvia Timóteo
João Pereira | Secretariado Nacional da FENPROF | Direção SPGL
A precariedade mantém uma forte expressão em milhares de trabalhadores em Portugal e continua a ser uma das principais causas de desemprego e más condições de trabalho. O crescimento no emprego estagnou, e a maioria dos novos contratos correspondem a vínculos precários. Pelo menos 16% do total dos trabalhadores têm vínculos precários, sendo Portugal o segundo país da União Europeia com mais precariedade. Ler mais