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Reuniões distintas, a mesma certeza:

Só uma forte participação e mobilização garantirá a indispensável resolução dos problemas da educação, das escolas e dos seus profissionais

Realizaram-se no dia 5 de setembro duas reuniões entre a FENPROF e as secretarias de estado, estando presentes, em ambas, os respetivos secretários de estado.

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“Memória Viva - Vamos comemorar...” - Dia Mundial das Bibliotecas

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em conjunto com a Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) estabeleceram, em 1994, o Dia Mundial das Bibliotecas no dia 1 de Julho, proclamando:

“A liberdade, a prosperidade e o desenvolvimento da sociedade e da pessoa são valores humanos fundamentais que só se podem alcançar se os cidadãos bem informados puderem exercer os seus direitos democráticos e desempenhar um papel ativo dentro da sociedade.” Ler mais

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Secretário-Geral da FENPROF, sobre a falta de professores

"Os governos têm desenvolvido, consciente e deliberadamente, políticas erradas que desvalorizaram a profissão docente"

A falta de professores é um problema grave que afeta algumas regiões do país, mas tende a alargar-se a todo o país. Da parte do governo, há o reconhecimento da situação, mas tomam-se medidas avulsas e adia-se a medida principal. A FENPROF tem estado na primeira linha da denúncia do problema e da exigência de soluções, que tardam. Ler mais

Aposentação - Factor de Sustentabilidade

Segundo os órgãos de comunicação social, o factor de sustentabilidade vai reduzir as pensões de reforma por velhice iniciadas em Janeiro, em 1,32%. A CGTP-IN advoga a revogação do factor de sustentabilidade e a alteração ao indexante de apoios sociais, porque estes dois factores estão a contribuir de uma forma acelerada para que as pensões percam cada vez mais poder de compra, empobrecendo os reformados, que se vêem confrontados por outro lado com o aumento de bens essenciais e com o aumento nas despesas de saúde...

O ROUBO DO PRESENTE

Há pelo menos uma década e meia está a ser planeada e experimentada quer a nível do nosso país, quer na Europa e no mundo uma nova ditadura - não tem armas, não tem aparência de assalto, não tem bombas, mas tem terror e opressão e domesticação social e se deixarmos andar, é também um golpe de estado e terá um só partido e um só governo - ditadura psicológica.